-
F1 anuncia retorno à África com GP em Ruanda 'no início da década de 2030'
-
Trump pede renúncia da embaixadora dos EUA na Grécia
-
Jair Bolsonaro está "muito alegre" com as eleições, diz Flávio
-
IA ameaça mudar 'regras do jogo' das armas biológicas (chefe de inteligência)
-
Getafe acerta contratação de Carvajal até junho de 2027
-
Riade ameaça instalação petroleira dos houthis no Iêmen e pede que civis deixem a área
-
Ceuta recebe reis da Espanha com entusiasmo em visita de alta tensão diplomática
-
Escritor Thélyson Orélien nega uso de IA, mas admite plágios
-
Zverev supera problemas físicos e avança às quartas do Masters 1000 de Xangai
-
El Niño traz período de 'vacas magras' aos mercados de gado de El Salvador
-
Ser humano não está preparado para ir a Marte, diz astronauta
-
Papa Leão XIV é hospitalizado para retirar nódulo pulmonar
-
Protestos estudantis retornam às ruas na França
-
Líder social-democrata sueca fracassa em 2ª tentativa de formar governo
-
Reis da Espanha têm recepção calorosa durante visita a Ceuta
-
Trump não acredita que China e Rússia ajudem o Irã
-
Gemelli, o hospital dos pontífices
-
Papa Leão XIV se prepara para cirurgia no pulmão
-
Previsões econômicas do FMI para a América Latina e o Caribe
-
As previsões econômicas do FMI
-
FMI eleva previsão de crescimento para 2026 mas alerta para cenário 'dividido'
-
Pequenas comunidades impactadas pelo terremoto no Panamá ainda estão isoladas
-
Manchester United chega a Madri com vontade de reverter sua má situação, garante Carrick
-
Coreia do Norte dispara múltiplos mísseis balísticos contra o Mar do Japão
-
Morre o ator RJ Mitte, conhecido pela série "Breaking Bad"
-
Cataratas do Iguaçu são fechadas por alertas de cheias na Argentina
-
Cuba reforma seu setor petroleiro e autoriza concessões
-
Agentes federais fazem buscas na casa da congressista Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Coventry goleia Newcastle (4-1) e sai da zona de rebaixamento do Inglês
-
Atriz Selma Blair é presa após confusão em voo nos EUA
-
Flamengo enfrenta Estudiantes, que quer evitar uma nova final brasileira na Libertadores
-
Ciberataque estraga grande quantidade de produtos em supermercados na França
-
Champions retorna com duelo entre City e PSG, dois representantes de um modelo sob suspeita
-
AFP recebe prêmio italiano de direitos humanos
-
Houthis do Iêmen ameaçam com resposta "dolorosa" se EUA intervir na guerra
-
Nova York falha em concretizar fechamento da polêmica prisão de Rikers
-
Agência da ONU para Refugiados alerta para cortes de financiamento
-
Furacão Simón deixa um morto e provoca inundações no México
-
Flick alerta para a pressão no estádio do Galatasaray
-
Ministro saudita da Energia pede resposta firme aos ataques houthis
-
Flávio Bolsonaro visitará o pai na terça-feira, após autorização judicial
-
Alcaraz é eliminado em Xangai; Zverev garante terminar ano como número 1 do mundo
-
Otan alerta Rússia de que qualquer ataque será 'totalmente em vão'
-
Supremo Tribunal espanhol mantém suspensão do direito de voto para naturalizados pela 'Lei dos Netos'
-
Agentes federais fazem buscas na casa de Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Ator Russell Brand comparece ao início de seu julgamento por estupro no Reino Unido
-
Osasuna demite técnico Luis Ramis e traz de volta Jagoba Arrasate
-
Incêndio destrói o mercado coberto mais antigo de Paris
-
Dezenas de milhares protestam na Índia contra a Comissão Eleitoral
-
Rússia não confirma adesão à trégua energética
Comitê Olímpico dos EUA proíbe mulheres trans de participar em eventos femininos
As mulheres transgênero americanas já não poderão competir em eventos femininos nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, devido a uma mudança recente de política por parte do Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC, na sigla em inglês).
Uma nova nota no site do USOPC sobre a participação de atletas trans nos esportes indica: "A partir de 21 de julho de 2025, consulte a política de segurança para atletas do USOPC."
A atualização da medida responde à ordem executiva "Manter os homens fora dos esportes femininos" do presidente americano Donald Trump, e foi acrescida à política de segurança para esportistas do USOPC em seu site como uma nova subseção intitulada "Requisitos Adicionais".
"O USOPC se compromete a proteger as oportunidades dos atletas que participam no esporte", diz a nota. "O USOPC seguirá colaborando com diversas partes interessadas com responsabilidades de supervisão [...] para garantir que as mulheres tenham uma competição justa e segura, de acordo com a Ordem Executiva 14201 [ordem de Trump] e a Lei Ted Stevens de Esportes Olímpicos e Amadores."
Adotada em 1988, a Lei Stevens estabelece um mecanismo para gerenciar as disputas de elegibilidade para os esportes olímpicos e outros eventos afins.
Um memorando enviado nesta terça ao Team USA pela diretora-executiva do USOPC, Sarah Hirshland, e seu presidente, Gene Sykes, obtido pelos meios ABC News e ESPN, fez referência à ordem executiva decidida por Trump em fevereiro, afirmando que, "como organização com status federal, temos a obrigação de cumprir com as expectativas federais".
O decreto de Trump ameaça retirar recursos federais para qualquer escola ou instituição que permita às meninas transgênero participar de equipes femininas, alegando que isso violaria as normas do Título IX, que concedem às mulheres americanas igualdade de oportunidades esportivas.
A ordem exige sua aplicação imediata contra as instituições que neguem às mulheres esportes e vestiários separados por sexos.
"Nossa política revisada enfatiza a importância de garantir ambientes de competição justos e seguros para as mulheres", segundo a ESPN, que cita a carta do USOPC aos órgãos gestores. "Todos os órgãos gestores do país devem atualizar suas políticas para harmonizá-las."
A ESPN também informou que os funcionários indicaram que o USOPC "manteve uma série de conversas respeitosas e construtivas com funcionários federais" após a ordem executiva de Trump.
Essa decisão acontece enquanto Los Angeles se prepara para receber os Jogos Olímpicos de 2028.
A Associação Atlética Universitária Nacional dos Estados Unidos (NCAA, na sigla em inglês) também modificou sua política sobre a participação de atletas trans e apenas permite a participação em modalidades femininas às atletas nascidas mulher, após a ordem executiva de Trump.
L.Hussein--SF-PST