-
Vasco vence Boca (1-0) na Bombonera pela ida das semifinais da Sul-Americana
-
Manchester City e PSG: dois modelos semelhantes, mas não comparáveis
-
Funcionário saudita é acusado de colocar escuta na sede da OpenAI
-
Os incansáveis quarentões do Fluminense desafiam o Palmeiras nas semifinais da Libertadores
-
Arábia Saudita diz que ataque dos houthis causou incêndio na Aramco e feriu quatro pessoas
-
Estudantes franceses voltam às ruas antes de grande protesto de sábado
-
Ataque russo atinge usina elétrica e deixa dois mortos em Kiev
-
Gemelli, o hospital dos papas
-
Papa passa por cirurgia para retirada de tumor maligno
-
Arsenal vence Lille (3-0) e divide liderança da Champions com Barça e Sporting
-
Inter de Milão é surpreendida em casa pelo Club Brugge (4-3) na Champions
-
Surto de ebola na República Democrática do Congo supera 9 mil casos
-
Bayern reage, mas cede empate no fim contra o Viking (3-3) na Champions; Olise é expulso
-
EUA retira encarregado de negócios da Nicarágua após rejeição a embaixadora
-
Atlético de Madrid vence Manchester United (2-0) pela 2ª rodada da Champions
-
Advogado de filho de Maradona pede penas mais severas contra acusados pela morte do astro
-
Barça goleia Galatasaray (4-1) na Champions com grande atuação de Yamal
-
AFP, NYT e associações latinas se unem diante da IA
-
Coalizão chefiada por sauditas bombardeia instalações de petróleo no Iêmen após ataques houthis
-
Anthropic alerta para propagação de 'worms' de IA em dispositivos inteligentes
-
Ex-líder de gangue é condenado a um mínimo de 40 anos de prisão pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Saúde dos papas: um tema delicado para o Vaticano
-
Sporting vence na visita ao Lens (2-0) pela Liga dos Campeões
-
Mourinho evita polêmica e diz confiar nos árbitros
-
Universidade dos EUA suspende festas de fraternidades após denúncia de estupro coletivo
-
Ex-líder de gangue é condenado a um mínimo de 40 anos de prisão por assassinato de Tupac Shakur
-
OMS recomenda vacinação contra o HPV a partir dos quatro anos
-
Manchester City 'merece seus troféus', opina Luis Enrique
-
Presidente da Microsoft pede normas de segurança para IA 'reais e eficazes'
-
Óculos inteligentes devem sinalizar gravações, exige regulador europeu
-
Papa é operado "com sucesso" para retirada de nódulo no pulmão
-
Aclamado em Ceuta, Felipe VI reivindica soberania da Espanha perante o Marrocos
-
Começa julgamento de americana acusada de integrar o Estado Islâmico
-
O que explica a hegemonia do Brasil na Libertadores feminina?
-
Embaixadora dos EUA na Grécia renuncia em meio a escândalo de suposta corrupção
-
Rubio e Bukele debatem combate à "influência estrangeira maligna" sobre infraestruturas críticas
-
Grandes bancos dos EUA melhoram resultados, mas alertam para incerteza
-
Argentina pede ao Tribunal do Mar que impeça extração de petróleo na bacia das Malvinas
-
Oligarca russo Abramovich nega fraude fiscal
-
Houthis afirmam que Arábia Saudita atacou instalação de petróleo na capital do Iêmen
-
F1 anuncia retorno à África com GP em Ruanda 'no início da década de 2030'
-
Trump pede renúncia da embaixadora dos EUA na Grécia
-
Jair Bolsonaro está "muito alegre" com as eleições, diz Flávio
-
IA ameaça mudar 'regras do jogo' das armas biológicas (chefe de inteligência)
-
Getafe acerta contratação de Carvajal até junho de 2027
-
Riade ameaça instalação petroleira dos houthis no Iêmen e pede que civis deixem a área
-
Ceuta recebe reis da Espanha com entusiasmo em visita de alta tensão diplomática
-
Escritor Thélyson Orélien nega uso de IA, mas admite plágios
-
Zverev supera problemas físicos e avança às quartas do Masters 1000 de Xangai
-
El Niño traz período de 'vacas magras' aos mercados de gado de El Salvador
Zico lamenta que jogadores brasileiros vão para a Europa 'muito cedo'
O ídolo do futebol brasileiro Zico lamentou, em uma entrevista à AFP no Japão, que os jovens jogadores de seu país "vão para a Europa muito cedo" e afirmou que isso os impede de atingir "todo o seu potencial" como jogadores de futebol.
"Os jogadores brasileiros vão para a Europa muito cedo, perdendo suas raízes brasileiras. Se um jogador não é resiliente, ele volta porque não alcançou seu potencial máximo lá", disse Zico à AFP em Kashima, cidade do clube japonês do qual é conselheiro (Kashima Antlers).
"Eles vão muito cedo e não jogam. Isso aconteceu na Alemanha, na Itália, em muitos lugares", insistiu a lenda do Flamengo, que no início da década de 1990 foi um dos primeiros atletas renomados a assinar com um clube japonês e ajudou a profissionalizar a liga deste país asiático.
Zico alertou para o risco de acontecer com os jovens japoneses o mesmo que com os brasileiros, embora, a situação não seja tão alarmante até o momento e, acima de tudo, esteja muito melhor do que quando ele comandou a seleção japonesa nos anos 2000.
Naquela época, os clubes europeus contratavam jogadores japoneses "por razões de marketing", mas os poucos atletas que iam para a Europa quase não tinham tempo de jogo em seus times "e quando voltavam para jogar com a seleção, não tinham o mesmo ritmo de jogo que têm hoje".
Depois de contratar estrelas internacionais para impulsionar seu recém-criado campeonato profissional, como o inglês Gary Lineker e o alemão Pierre Littbarski, além do próprio Zico, o futebol japonês não tem se caracterizado por grandes contratações nos últimos anos, com exceção do espanhol Andrés Iniesta, que jogou pelo Vissel Kobe de 2018 a 2023.
Zico acredita que não é coincidência que esta equipe tenha conquistado dois títulos consecutivos da J. League após a saída de Iniesta.
- Contratar estrelas como um investimento -
"É um investimento. Ter um jogador do nível do Iniesta em seu clube motiva a todos. Você aprende porque ele é um vencedor, ele melhora o rendimento dos outros jogadores e motiva os torcedores. Tudo cresce", afirma o ex-atleta.
Atualmente, o Kashima Antlers lidera a J-League, embora o clube não viva mais os anos em que podia contratar campeões mundiais como os brasileiros Jorginho e Leonardo.
Zico entrou para o time quando ele estava na segunda divisão semiprofissional e, desde então, ganhou o campeonato oito vezes e a Liga dos Campeões da Ásia uma vez.
Agora com 72 anos, o conselheiro visita o Kashima regularmente para interagir com torcedores e patrocinadores, além de trabalhar com as categorias de base.
O clube "é como meu filho", conta. "Eu o vi nascer, crescer e se tornar o que é hoje. Conseguimos aproveitar minha experiência no futebol profissional e colocá-la em prática aqui".
D.Khalil--SF-PST