-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
-
Vencedora do Nobel da Paz considera sanções contra o TPI 'inaceitáveis'
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 15 mortos
-
Federação Portuguesa abre processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo
-
Presidente palestino convoca eleições para setembro de 2027
-
Sánchez promete 'reforçar' decreto de habitação no início da campanha
-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
-
Protestos em Nova York contra ICE por balear dominicano
-
Real Madrid retorna a LaLiga com Mbappé em destaque
-
Ministério Público processa Shell por enchentes de 2024 e pede R$ 541 milhões
-
Trump comemora acordo sobre diesel com a Rússia antes de eleições nos EUA
-
EUA ainda não decidiu se execução de condenado será transmitida ao vivo
-
Serie A encontra nas novas regras um antídoto para os empates sem gols
-
Fumaça de incêndios leva Manaus a fechar escolas
-
"Tenho total confiança no clube", diz técnico do City, Enzo Maresca
-
Ataques dos houthis contra aeroporto de Riade matam três sauditas
-
Lens vence por 2 a 1 e tira liderança do Lyon
-
Sanções dos EUA, uma "prova de resiliência" para o TPI
-
Borussia Dortmund cede empate no fim contra o Werder Bremen (2-2)
-
Terremoto de magnitude 7,7 provoca pânico e danos em prédios no Panamá
-
Mourinho diz que críticas a Mbappé são 'ridículas'
-
Flick confirma desfalque de Raphinha contra Getafe e Galatasaray
-
Aumenta pressão para que Pentágono não transmita execução ao vivo
-
Qinwen e Mertens completam semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Copiloto da Flydubai planejava atentado em Israel inspirado no 11 de Setembro
-
EUA anuncia sanções ao TPI após Nobel da Paz para Navi Pillay, ex-juíza do tribunal
-
Mike Ditka, lenda do futebol americano, morre aos 86 anos
-
Verstappen confirma seu retorno com pole para corrida sprint do GP de Singapura
-
Decisão do Pentágono de transmitir execução ao vivo gera indignação crescente
-
Secretário de Segurança Interna critica prefeito de Nova York por pedir extinção do ICE
-
Djokovic sente cansaço e é eliminado em sua estreia no Masters 1000 de Xangai
-
Seleção da Turquia demite técnico Vincenzo Montella
-
Federação Italiana de Futebol vai eleger seu presidente em 14 de dezembro
-
UE retira Panamá de sua lista de paraísos fiscais
-
Governo do Iêmen lança 'operação' para retomar território estratégico para os houthis
-
China aceita 'moderar' suas exportações de veículos híbridos para a UE, segundo comissário europeu
-
EUA lidera novas negociações de paz para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Justiça argentina restabelece limites para a venda de terras a estrangeiros
-
Protestos estudantis geram cenas de caos em Bruxelas
-
Rubio insta opositores venezuelanos a participar da negociação com o governo
-
Trump cria painel para investigar governadora do Fed
-
EUA impõe sanções ao TPI após Nobel a sua ex-magistrada Pillay
-
Documentário retrata a vida privada de figura do Vale do Silício condenada por fraude
-
Preços do diesel e dos fertilizantes põem à prova apoio de agricultores dos EUA aos republicanos
-
China e União Europeia reforçam diálogo comercial e alcançam acordos sobre veículos híbridos
-
Ex-príncipe Andrew é indenizado em 300 mil libras por deixar residência de Windsor
Beckenbauer, um zagueiro livre e revolucionário
Falecido no domingo (7) aos 78 anos, Franz Beckenbauer, um dos poucos campeões mundiais como jogador e como treinador, entrou para a história ao revolucionar a sua posição como zagueiro-central.
Antes de Beckenbauer, recorda Sylvain Kastendeuch, ex-líbero do FC Metz, "os defensores tinham a função de destruir ou impedir jogadas. Ele trouxe uma dimensão ofensiva e técnica que não existia. Ele tinha a visão e a habilidade para construir o jogo".
"A partir de Beckenbauer", continua ele, "o líbero conseguiu criar um aporte ao ataque. Ele foi um precursor".
Foi durante as décadas de 1960 e 1970, enquanto a Holanda de Ajax e Johan Cruyff transformava o futebol ao torná-lo "total", que o alemão dois vezes vencedor da Bola de Ouro levou a uma nova dimensão essa posição de líbero, originalmente imaginada no futebol italiano.
Antes da revolução do 'Kaiser' (imperador), o defensor que jogava nesta posição atuava uma faixa atrás dos seus parceiros, logo à frente do goleiro, como uma espécie de última barreira. Beckenbauer, revelado como meio-campista, foi adiantado, à frente da defesa, como principal criador do jogo.
Bixente Lizarazu, muito próximo de Beckenbauer, que o trouxe para o Bayern Munique em 1997, quando era dirigente, explica: "Na Alemanha, numa defesa de três ou cinco, havia dois zagueirões - defensores 'à moda antiga' que interceptavam os atacantes - e Beckenbauer, na qualidade de líbero, iniciava jogadas após a recuperação da bola".
"Ele conseguia isso graças à excelente técnica. Jogador, combinou qualidade de passes e lançamentos. Não era apenas técnico, era um excelente zagueiro", continua o ex-lateral-esquerdo, campeão mundial (1998) e europeu (2000) com a seleção francesa e vencedor da Liga dos Campeões (2001) com o Bayern.
- Entre os 10 melhores do mundo -
"Ao lado de Cruyff, ele era meu ídolo", lembra o zagueiro Maxime Bossis, que jogou 76 vezes pela seleção francesa. "Ele era uma referência em sua posição, onde interceptava as trajetórias dos atacantes adversários e se posicionava como primeiro volante. É sem dúvida um dos dez melhores jogadores da história".
"Depois dele", continua Kastendeuch, "vimos volantes se tornarem líberos, como Lothar Matthäus, mas com menos elegância. Beckenbauer combinava elegância, estética, fair play levado ao extremo e a raça. Ele tornou mais nobre a posição de líbero através de seu comportamento. Nisto ele foi muito inspirador".
Graças, em particular, à revolução que fez na posição de líbero, Franz Beckenbauer se tornou a primeira estrela do futebol a jogar em uma posição defensiva.
Uma aura nunca negada e perpetuada no final da carreira de jogador.
"Franz personifica o sucesso global e total", explica Lizarazu. "Não apenas como jogador, mas como treinador, dirigente, consultor, homem de imagem. Acho que ele enriqueceu mais depois de sua carreira como jogador. Ele era eclético e bem-sucedido em tudo o que fez".
"Eu lamento", diz Bossis, "por nunca ter jogado contra ele. Só tive oportunidade uma vez com uma seleção internacional que iria enfrentar o New York Cosmos onde ele jogava, mas o Nantes não me liberou naquela ocasião".
P.AbuBaker--SF-PST