-
Inter de Milão vence Lazio (2-0) e conquista Copa da Itália
-
Intermediário que vendeu drogas a Matthew Perry é condenado à prisão
-
França confirma gastroenterite em cruzeiro e suspende parcialmente o confinamento
-
Califórnia investiga irregularidades na venda de ingressos para a Copa do Mundo
-
Le Mans volta à Ligue 1 pela primeira vez desde 2010
-
Presidente admite situação elétrica 'tensa' em Cuba e culpa EUA
-
Senado dos EUA aprova nomeação de Kevin Warsh como presidente do Fed
-
Peter Jackson, de 'Senhor dos Anéis', fará filme sobre Tintim
-
Copa do Mundo terá novas regras contra 'cera' e 'Lei Vini Jr'
-
MP do Peru pede pena de prisão para candidato de esquerda às vésperas do 2º turno
-
Franquia 'Velozes e Furiosos' comemora 25 anos no Festival de Cannes
-
Sem Ortega, Murillo perderia o poder na Nicarágua, diz ex-comandante da guerrilha
-
Tiltil, o povoado chileno que convive com o lixão que mais emite metano no mundo
-
Resiliência econômica dos EUA é testada pela guerra com o Irã
-
Ruud vence Khachanov e vai à semifinal do Masters 1000 de Roma
-
Semifinalista em 2025, Lorenzo Musetti está fora de Roland Garros
-
Nova York volta a reduzir tarifas de transporte para a Copa do Mundo
-
Estádio de Los Angeles finaliza preparativos para Copa do Mundo
-
Situação elétrica se degrada em Cuba após curto alívio com petróleo russo
-
MP francês pede 7 anos de prisão a ex-presidente Sarkozy por associação criminosa
-
Trump chega à China para pressionar por abertura às empresas americanas
-
Ataques israelenses deixam 12 mortos no Líbano
-
Swiatek atropela Pegula e vai à semifinal do WTA 1000 de Roma
-
'Estamos prontos', diz Infantino a menos de um mês da Copa do Mundo
-
Convencido de sua vantagem diante de Trump, Irã faz aposta arriscada
-
UE não vai proibir terapias de conversão para pessoas LGBTQIA+, mas incentivará países-membros a fazê-lo
-
Princesa Kate visita a Itália, em sua primeira viagem oficial ao exterior após câncer
-
Arizona se prepara para receber seleção iraniana para a Copa do Mundo
-
Crise do governo trabalhista britânico ofusca tradicional discurso do rei
-
'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT e perder o contato com a realidade
-
Princesa de Astúrias reconhece pioneiros do sequenciamento rápido do DNA
-
'Não é culpa do meu filho': a maternidade das vítimas de estupros na guerra do Sudão
-
Obras para a Copa do Mundo atrapalham vida de trabalhadoras sexuais no México
-
Trump quer pressionar Xi a abrir a China para empresas americanas
-
Mundo utiliza reservas de petróleo em ritmo recorde, alerta AIE
-
Louvre negligenciou a segurança, afirma relatório parlamentar
-
Lakers querem "dar tempo" a LeBron para que decida sobre seu futuro
-
PSG quer garantir título do Francês na visita ao Lens para focar na final da Champions
-
City enfrenta Crystal Palace para seguir na luta com Arsenal pelo título da Premier
-
Paramount defende aquisição da Warner Bros. perante Procuradoria da Califórnia
-
Jason Collins, primeiro jogador abertamente gay da NBA, morre aos 47 anos
-
Houston transforma seu estádio para a Copa do Mundo e prepara força policial multilíngue
-
Dezenas de milhares de argentinos marcharam contra cortes de Milei nas universidades públicas
-
Procurador interino dos EUA defende convocações judiciais de jornalistas
-
Betis vence Elche (2-1) e volta à Liga dos Campeões após 20 anos
-
Ator de 'Ted Lasso' jogará profissionalmente por clube dos EUA
-
Comediante Conan O'Brien será novamente anfitrião do Oscar em 2027
-
Bento falha no último lance, Al-Nassr empata e 1º título de CR7 na Arábia Saudita é adiado
-
Quais inovações táticas esperar na Copa do Mundo de 2026?
-
Diretor da OpenAI diz em julgamento que Musk 'queria 90%' da empresa
O mal-estar dos estudantes judeus com os protestos nas universidades americanas
A guerra de Israel contra o Hamas gerou críticas e divisão em todo o mundo, incluindo nas universidades americanas, onde estudantes judeus se sentem atacados, enquanto outros assumem papéis de liderança em manifestações pró-palestinos.
"Muita gente se sente realmente insegura", comentou o estudante judeu Eli Sánchez, 20, que estuda economia na Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles. "Vimos muita retórica de ódio e antissemita. Cruzam essa linha tênue com frequência. Não é liberdade de expressão, é liberdade de gritar sua opinião e depois não ouvir nem participar”, disse à AFP.
Sánchez ressaltou que deseja a paz no Oriente Médio, e disse que alguns estudantes judeus têm medo de usar o quipá. "Nos grupos de mensagens, tinha gente perguntando: 'Alguém pode me acompanhar até a sala? Não me sinto seguro.' Isso é realmente triste."
Embora os protestos na UCLA tenham sido pacíficos, a polícia efetuou prisões em algumas universidades, enquanto autoridades dessas instituições lutavam para transitar entre o direito à liberdade de expressão no campus e as queixas de que as manifestações representam uma ameaça para alguns estudantes.
Algumas aulas presenciais foram suspensas e cerimônias de formatura foram canceladas em várias universidades, conforme os protestos se espalhavam pelo país.
- Cuspe na bandeira -
“Apoio a libertação da Palestina”, disse o estudante judeu Etai, da Universidade do Texas, que preferiu não divulgar o sobrenome. "O que não apoio é cantar 'Do rio até o mar'. Querem que Israel seja eliminado do planeta", criticou, referindo-se à frase sobre os limites geográficos do rio Jordão e do Mediterrâneo.
Na Universidade George Washington, na capital americana, a estudante de filosofia Skyler Sieradzky, 21, disse que levou uma cusparada por portar uma bandeira de Israel. “Acho a liberdade de expressão importante, mas não quando chama violência. Há estudantes e professores que defendem mensagens de ódio e mensagens que apelam à violência, mas nunca me senti tão orgulhosa de ser judia."
Outros estudantes judeus adotaram uma postura diferente. Soph Askanase, uma manifestante judia pró-palestinos, foi suspensa de Columbia e presa por invasão de propriedade. "Sentir-se incomodada é diferente de se sentir insegura."
Os organizadores do protesto negam as acusações de antissemitismo e argumentam que seus lemas e críticas se dirigem apenas ao governo de Israel e à sua atuação no conflito na Faixa de Gaza. Também insistem em que pessoas que não são estudantes protagonizaram os incidentes mais ameaçadores.
- 'Não deveria ser assim' -
Longe do derramamento de sangue e do sofrimento no Oriente Médio, muitos estudantes sentem que a experiência dos ensinos médio e universitário nos Estados Unidos não foi a que esperavam, devido à covid-19 e, agora, aos protestos.
“Os estudantes do último ano começaram seu primeiro ano no Zoom e terão que terminar no Zoom", disse Noah Letterman, aluno de um programa conjunto do Seminário Teológico Judeu e da Universidade de Columbia. "Para mim, isso é realmente decepcionante, porque todo mundo diz que a universidade não deveria ser assim."
rfo-md-mav-vid/bgs/caw/db/nn/lb/ic
Y.Zaher--SF-PST