-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Estreito de Ormuz em sete dias
-
Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
-
Mbappé sofre lesão no joelho e deixará concentração da França
-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
-
Itália perde em casa para Bélgica (2-0) no retorno de Mancini
-
Suprema Corte concede a Trump uso de banco de dados para verificar registros eleitorais
-
França vence Turquia (1-0) na estreia de Zidane
-
Sindicato de jogadores da NFL se preocupa com estado do gramado do Maracanã
-
Dificuldades e "muitas expectativas" no berço da indústria petrolífera da Venezuela
-
Tribunal de apelações dos EUA mantém veto do Pentágono à Anthropic
-
Combates se intensificam no norte da Etiópia
-
Foto de encontro com Xi publicada por Trump parece ter sido retocada com IA
-
Trump e Xi se despedem com poucos resultados, mas com novos encontros previstos
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam sete mortos em Kiev
-
Brasil encerra competição em San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Manchester City é considerado culpado de 114 infrações financeiras, diz The Athletic
-
Rússia reavalia posição sobre negociações de paz após ataques ucranianos, diz Putin
-
"Minha melhor oportunidade", diz Harry Kane sobre disputa da Bola de Ouro
-
Musiala e Havertz são cortados da seleção da Alemanha por lesão
-
México quer aumentar importações dos EUA para reduzir déficit e agradar Trump
-
Justiça dos EUA confirma legalidade do veto do Pentágono à Anthropic
-
ONU eleva para 214 número de empresas ligadas a assentamentos israelenses
-
Colômbia rompe relações diplomáticas com Irã
-
El Niño 'pode implicar em perda sociocultural', diz chef Alex Atala
-
Leão XIV é aclamado em Paris após alertar sobre os riscos da IA
-
El Niño força grandes chefs a adaptarem suas receitas
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam cinco mortos em Kiev
-
Taxistas afegãos voltam a reproduzir música, em desafio ao regime talibã
-
Bob Pettit, primeiro MVP da NBA, morre aos 93 anos
-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
Polícia emite alerta para ameaças de bombas nas escolas de Kiev no dia de retorno às aulas
A polícia ucraniana emitiu um alerta nesta sexta-feira (1) para ameaças de bombas nas escolas de Kiev, no dia do retorno às aulas dos estudantes, que iniciam o segundo ano letivo desde o início da invasão russa.
A força de segurança informou que está inspecionando os estabelecimentos de ensino.
Recebemos informações sobre a presença de bombas nas escolas de Kiev", afirmou a porta-voz da polícia, Yulia Girdvillis.
"Todos os centros de ensino estão sendo verificados pela polícia de Kiev com a ajuda do Serviço de Emergências", acrescentou.
A polícia informou que não ordenou a retirada dos alunos dos centros de ensino e pediu à população que mantenha a calma.
Mais de 3,6 milhões de crianças ucranianas, incluindo 400.000 que estão no exterior, retornaram às aulas nesta sexta-feira.
"O segundo 1º de setembro após a invasão em larga escala. Os russos tentam de tudo para destruir nossa nação (...) A nação preservou a possibilidade de que as crianças compareçam à escola na Ucrânia", afirmou mais cedo o chefe do gabinete da presidência ucraniana, Andrii Yermak, no Telegram.
No ano letivo que começa em setembro, "3.623.169 crianças estudam em nossas escolas, incluindo 400.000 que estão no exterior, mas que permanecem no sistema de ensino ucraniano", acrescentou.
Yermak explicou que 44,9% dos estudantes terão aulas presenciais, 24,4% permanecerão no ensino remoto e 30,7% em um sistema híbrido.
O chefe do gabinete da presidência informou que 3.750 escolas foram destruídas por "mísseis e bombas russas" desde o início do conflito, em fevereiro de 2022.
Atualmente, os combates se concentram no leste e no sul do país, mas as grandes cidades afastadas das frentes de batalha são alvos de bombardeios russos frequentes, com mísseis ou drones explosivos.
Um ataque em larga escala em Kiev na quarta-feira provocou duas mortes e foi considerado o maior bombardeio contra a capital nos últimos meses pelas autoridades militares.
Algumas grandes cidades do país prepararam refúgios subterrâneos para que os professores consigam prosseguir com as aulas caso as sirenes de bombardeios sejam acionadas.
"Os alunos e os professores são forçados a adaptar-se a esta realidade", disse o comandante do exército ucraniano, Valery Zaluzhny, no Telegram.
"Mas o principal é que nossas crianças estudem (...) porque o conhecimento e a cultura são o que nos distingue do inimigo", acrescentou.
O exército ucraniano iniciou em junho uma contraofensiva no sul e leste do país para tentar recuperar os territórios ocupados pelas tropas russas.
M.AbuKhalil--SF-PST