-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
Militares e policiais liberam vias em meio a estado de exceção na Bolívia
Militares e policiais começaram neste sábado a liberar vias bloqueadas há mais de seis semanas por manifestantes na Bolívia, após a entrada em vigor do estado de exceção decretado pelo presidente, Rodrigo Paz.
Com o apoio de escavadeiras, policiais removeram as barricadas na cidade de El Alto. Dois tanques militares somaram-se ao comboio policial para desobstruir uma rota que dá acesso ao sul do país e à fronteira com o Chile.
Desde o começo de maio, uma coalizão de sindicatos, cultivadores de folhas de coca e grupos indígenas realizam manifestações e bloqueiam estradas em repúdio ao governo de centro-direita e exigindo a renúncia de Paz, que assumiu o cargo em novembro.
Várias cidades, em especial La Paz e sua vizinha El Alto, sofrem com a escassez de alimentos, remédios e combustíveis devido aos protestos, que Paz considera uma "tentativa de golpe de Estado". Ele alertou os manifestantes que vai aplicar "todo o peso da lei", em uma tentativa de encerrar os distúrbios generalizados e a pior crise econômica na Bolívia em quatro décadas.
Paz decretou hoje estado de emergência por 90 dias, sob o qual pode restringir o direito ao protesto e enviar militares para apoiar a polícia no controle das manifestações.
A comerciante Carla Butrón, 39, assistiu satisfeita à movimentação dos agentes fardados. "Muita felicidade, muita paz como cidadã, porque todos esses quase 50 dias que se passaram, tudo foi cerceado aqui em El Alto, tanto o trabalho quanto a livre circulação", disse à AFP.
Segundo o ministro boliviano da Defesa, as forças de ordem não enfrentaram "nenhum tipo de resistência" por parte dos grupos de protesto.
- Acordo -
"Os bolivianos não podem continuar sendo reféns de bloqueios que os impedem de trabalhar, estudar, receber atendimento médico, abastecer e levar sustento para suas casas", publicou Paz em suas redes sociais, após decretar estado de emergência.
O presidente fechou um acordo ontem com um dos principais sindicatos do país, a Central de Trabalhadores da Bolívia, para pôr fim à crise, com a promessa de não privatizar as empresas estatais. Mas grupos indígenas mantêm os protestos, com mais de 30 bloqueios nas principais rodovias do país.
Paz acusa o ex-presidente Evo Morales de incentivar "os narcoterroristas" que protestam contra o seu governo.
Morales vive há dois anos na clandestinidade, acusado de tráfico de menores, o que nega. Seu refúgio é a região do Chapare, onde conta com a proteção de milhares de apoiadores indígenas.
O ex-presidente disse recentemente à AFP que os bolivianos se rebelaram contra o governo Paz por ele ser "totalmente submisso" aos Estados Unidos.
W.Mansour--SF-PST