-
Fifa quer vender ações da Copa do Mundo para investidores privados
-
EUA busca flexibilizar proteção ambiental para promover indústria espacial
-
Desabamento de shopping após terremoto no Japão deixa ao menos 2 mortos
-
Trump e Netanyahu aparam arestas em primeiro encontro desde começo da guerra
-
Keiko Fujimori assume presidência do Peru e anuncia que militares liderarão combate ao crime
-
Ativistas no Rio exigem acesso a medicamentos genéricos contra o HIV
-
Zidane, uma lenda do futebol que sabe gerir estrelas
-
Real Madrid registra receita recorde de € 1,2 bilhão
-
Manifestantes pedem eleições na Venezuela antes de diálogo entre governo e oposição
-
Keiko Fujimori toma posse como presidente no Peru com desafio de enfrentar onda de criminalidade
-
Garimpo ilegal com mercúrio polui floresta entre Suriname e Guiana francesa
-
Zelensky elogia reunião com Trump para alcançar mais apoio bélico contra Rússia
-
Zidane realiza 'um sonho' e assume comando da seleção francesa
-
Cucurella cumpre promessa e tatua rosto do técnico da Espanha
-
Real Madrid negocia com RB Leipzig contratação de Diomandé
-
Rodri inicia 'breve período de reabilitação' após cirurgia nas costas
-
Zelensky se reúne com Trump em busca de mais apoio contra a Rússia
-
Ex-funcionária acusa Petro de maus-tratos após denunciar corrupção na Colômbia
-
Roberto Mancini é o novo técnico da seleção italiana
-
Cinco bebês são encontrados mortos em residência na França
-
Empresas tentaram barrar documentário sobre últimos anos de Stan Lee, afirma diretor
-
Começa em Pequim o julgamento de recurso contra a Malaysia Airlines pelo voo desaparecido
-
A metamorfose das mulheres tatuadas à força nos Países Baixos
-
Por que as ações de tecnologia estão caindo?
-
UE exige que empresas incluam rótulo em conteúdos feitos com IA
-
Trump e Netanyahu se reúnem pela primeira vez desde o início da guerra no Oriente Médio
-
Terremoto de 7,1 graus no Japão deixa feridos e provoca desabamentos
-
Zinédine Zidane é anunciado como técnico da França
-
Bombeiros avançam na luta contra incêndios florestais na Espanha
-
Keiko Fujimori assume o governo no Peru
-
BitMart تحت الضغط: لم يتم الإفراج عن 22,000 USDT و930,000 SNC بعد مرور 48 ساعة – هل تعاني BitMart من نقص في الأموال؟
-
BitMart 面臨壓力:22,000 USDT 和 930,000 SNC 在 48 小時後仍未解凍——難道 BitMart 資金不足?
-
BitMart под давлением: 22 000 USDT и 930 000 SNC не разблокированы по истечении 48 часов — у BitMart не хватает средств?
-
BitMart sob pressão: 22 000 USDT e 930 000 SNC não foram libertados após 48 horas – será que a BitMart não tem fundos suficientes?
-
Rapper D4vd será julgado por homicidio de adolescente
-
Imigrantes haitianos nos EUA inseguros com fim de status de proteção
-
Avanço do HIV é um perigo real devido à queda do financiamento a seu combate
-
Nicarágua adia aprovação de reforma para excluir opositores de eleições
-
Argentina está em 'posição mais sadia' desde que Milei assumiu, diz diretora do FMI
-
Cantora Carly Simon revela que sofre de Parkinson
-
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora e é transferido para unidade semi-intensiva
-
De Antonelli à Aston Martin: os altos e baixos da primeira metade da temporada de F1
-
Filadélfia comemora chegada de LeBron James: 'Cidade digna de um rei'
-
ONU teme repique da aids com queda de financiamento no combate ao HIV
-
Trump diz haver "boas chances" de alcançar acordo com Irã
-
Espanha e França enfrentam dias cruciais para conter incêndios antes de nova onda de calor
-
Theatro da Paz e Teatro Amazonas são declarados Patrimônio Mundial da Unesco
-
PSG retorna aos treinos sem jogadores da Copa do Mundo
-
Novas ferramentas de IA permitem que leitores conversem com os livros
-
Infantino diz que críticos da Copa do Mundo espalham 'ódio e rumores falsos'
O que o futuro reserva à Opep após a saída dos Emirados Árabes Unidos?
A saída dos Emirados Árabes Unidos da Opep e da Opep+ a partir de maio desperta dúvidas sobre o futuro do cartel liderado pela Arábia Saudita e tensiona ainda mais as relações entre os dois rivais do Golfo.
Embora não seja o primeiro país a abandonar a Opep é, com folga, o maior produtor de petróleo a fazê-lo, o que representa um duro golpe para a hegemonia do grupo e sua capacidade de regular os preços do petróleo e mitigar a crise.
- Qual foi o papel dos Emirados na Opep? -
Antes de o bloqueio iraniano ao Estreito de Ormuz ter detido o fluxo de petróleo, os Emirados Árabes Unidos eram o quarto maior produtor da Opep+ e representavam 13% da produção da Opep.
Outros países, como Catar e Angola, já abandonaram o grupo, mas a saída dos Emirados Árabes Unidos supõe a perda mais importante para a Opep.
Em fevereiro, o país produziu 3,6 milhões de barris diários (mbd).
- Por que os Emirados estão saindo? -
Os Emirados Árabes Unidos estão há muito tempo frustrados com as cotas da Opep, liderada pela Arábia Saudita, que quer limitar a produção emiradense a 3,4 milhões de barris diários.
Abu Dhabi quer ampliar sua capacidade de produção para cinco milhões de barris diários até 2027.
O bloqueio iraniano do Estreito de Ormuz lhe deu a oportunidade de deixar a Opep sem afetar os preços e também lhe permite se posicionar para obter uma cota de mercado assim que o Estreito for reaberto, afirmou Neil Quilliam, especialista em energia e geopolítica da Chatham House.
"A decisão de ir embora foi tomada há muito tempo, sendo assim era só questão de esperar o momento oportuno", avaliou.
Os Emirados não queriam ser limitados pelas cotas quando a crise em Ormuz chegar ao fim, disse à AFP uma fonte próxima ao Ministério da Energia emiradense.
Isso deixa evidente a existência de estratégias contrapostas entre os Emirados e a Arábia Saudita.
A economia emiradense, já diversificada, está melhor preparada para suportar os preços baixos do petróleo, enquanto a saudita depende em grande medida do petróleo para a receita do governo e para financiar a diversificação.
"A estratégia ótima dos Emirados Árabes Unidos para extrair o valor máximo da transição energética requer liberdade de produção, captura do crédito de carbono e independência geopolítica da política de preços", afirmou Nadim Koteich, comentarista libanês-emiradense, que no passado chefiou o canal Sky News Arabia. E "a arquitetura da Opep" não permite isso, acrescentou.
A receita adicional permitiria ao país intensificar seus investimentos em inteligência artificial e outros setores tecnológicos.
- O que ocorre na relação entre Emirados e Arábia Saudita? -
Segundo analistas, a decisão dos Emirados tensiona ainda mais as relações entre os dois países, que se deterioraram devido à crise do Iêmen.
Ambos os países têm desavenças sobre a política externa, a produção de petróleo e a guerra no Oriente Médio.
Os Emirados expressaram sua decepção com os aliados árabes pela guerra, inclusive a Liga Árabe, com sede no Cairo, mas também com o Conselho de Cooperação do Golfo, com base em Riade.
Os Emirados também adotam uma postura mais belicista sobre a guerra no Irã e a Arábia Saudita tem apoiado os esforços de mediação do Paquistão.
O ministro da Energia emiradense, Suhail Al Mazrouei, insistiu que a decisão "não foi política".
Mas os analistas acreditam que a medida aumentará a rivalidade.
"Sem dúvida, isto piorará ainda mais as relações entre Riade e Abu Dhabi. Não só vai intensificar a concorrência pela influência entre ambos no Mar Vermelho, mas também nos mercados energéticos", afirmou Quilliam, da Chatham House.
Um funcionário emiradense declarou à AFP que o país "revisa a relevância e a utilidade de seu papel e sua contribuição" nas organizações multilaterais, mas que "não considera nenhuma retirada".
- A medida terá consequências para o mercado? -
Enquanto a guerra no Oriente Médio continuar, o mercado não vai notar as exportações e de todo modo, a produção dos Emirados está limitada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz. Além disso, os preços do petróleo seguem altos.
Assim que o Estreito for reaberto, o país poderia aumentar sua produção, o que contribuiria para que os preços baixem mais rapidamente.
Os Emirados "já têm uma capacidade sustentável de 4,3 (mbd) e o objetivo de aumentá-la a 5 mbd até 2027", explica Perrin.
Se os Emirados produzirem a plena capacidade, "o mercado perde um dos poucos amortecedores de choques que lhe restavam", explica Jorge León, analista da Rystad Energy. E a "estabilidade dos preços" dependerá ainda mais da Arábia Saudita.
P.AbuBaker--SF-PST