-
Calor dificulta tarefas de resgate após terremoto que matou 34 pessoas no Japão
-
Paquistão afirma que EUA e Irã prosseguem com negociações após novos bombardeios
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Exército dos EUA lança represália 'potente' contra o Irã
-
Justiça ordena prisão de Morales por protestos que paralisaram a Bolívia
-
Agressor de Salman Rushdie é condenado nos EUA por 'ato de terrorismo'
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Ancelotti foca no meio-campo no processo de reconstrução da Seleção Brasileira
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha e na França, sob novo alerta de calor
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Messi retorna aos treinos do Inter Miami
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre vários setores à iniciativa privada
-
De Miñaur vence Tsitsipas em Washington e vai enfrentar Cruz Hewitt
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Mancini sonha em dar à Itália 'um grande troféu, ou até mesmo dois'
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Fifa abre processo contra Paredes, Molina, Almada, Ayala e Gavi por incidentes na final da Copa
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha; França enfrenta ameaça de calor
-
Príncipe Harry e outros demandantes podem ter que pagar indenização ao Daily Mail
-
Europa deve responder à proposta da Fifa para a Copa, diz especialista em geopolítica do esporte
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre economia à iniciativa privada
-
BTS se recusa a participar do Grammy após criação de categoria para o pop asiático
-
Ataque de agente de IA descontrolado atingiu outras plataformas, diz OpenAI
-
Pai de Amy Winehouse indenizará amigas da filha por disputa sobre objetos da cantora
-
Trump adverte que vai atingir Irã "com força" após ataques contra bases dos EUA
-
Neymar reafirma que seu momento na Seleção Brasileira 'já foi'
-
Ex-encarregado do combate à covid, Anthony Fauci se nega a depor no Senado dos EUA
-
STF questiona uso de 'deepfake' de Jair Bolsonaro em campanha presidencial de Flávio
-
Equipes de emergência procuram sobreviventes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
'Muito provavelmente vou me aposentar' ao final da temporada, avisa Neuer
-
Cristina Kirchner leva seu caso ao Comitê de DH da ONU
-
Cuba abre setores de sua economia à iniciativa privada
-
Exército israelense ataca mesquita em Gaza que 'armazenava armas' do Hamas
-
OpenAI afirma que seu agente de IA invadiu outras plataformas
-
O sonho cubano do secretário de Estado americano, Marco Rubio
-
Milhares voltam para casa na Espanha; França encara nova onda de calor
-
DJ francês Kavinsky, autor de 'Nightcall', morre aos 50 anos
-
França ordena expulsão de comentarista russa de televisão
-
Como uma foto da AFP se tornou símbolo do verão de incêndios na Europa
-
Guerra no Oriente Médio se propaga com ataques americanos e sauditas no Iraque
-
Fifa é duramente criticada por projeto de investimento privado
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Após incêndios, milhares de pessoas retornam para casa na Espanha e na França
-
Câmeras com IA detectam tentativas de suicídio em pontes de Seul
-
Equipes de emergência procuram sobrevivientes após terremoto que deixou 13 mortos no Japão
-
Ex-primeira-ministra destituída de Bangladesh promete retornar ao país apesar de condenação à morte
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra o CEO do Telegram por 'cumplicidade com terrorismo'
-
Zelensky afirma que iniciativa na guerra com a Rússia 'não está nas mãos' de Putin
Trump ficaria 'feliz' de trabalhar com democratas em plano de saúde se 'shutdown' acabar
O presidente Donald Trump disse que ficaria "feliz" de negociar um acordo sobre programas de saúde com os democratas, mas pediu primeiro o fim da paralisação do governo federal, que entrou em sua segunda semana de fechamento, conhecido como "shutdown".
Com o governo americano sem dinheiro desde a quarta-feira passada, os democratas do Senado bloquearam pela quinta vez um projeto de lei de financiamento temporário aprovado pela Câmara dos Representantes na noite desta segunda-feira (6).
"Fico feliz de trabalhar com os democratas em suas políticas de saúde fracassadas ou qualquer outra coisa, mas eles devem primeiro permitir que o governo reabra", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
Para resolver a crise, os republicanos propõem um prolongamento do orçamento atual até o fim de novembro, enquanto os democratas insistem em aumentar o financiamento de programas de seguro de saúde para a população mais desfavorecida, e revisar os cortes a programas de saúde aprovados como parte da "Grande e Bela Lei" orçamentária de Trump.
A postura firme adotada pelos democratas marca um raro momento de influência para o partido opositor, quando Trump e seus republicanos fiéis controlam cada ramo do governo.
Os republicanos precisam persuadir senadores democratas suficientes para alcançar o mínimo de 60 votos em 100 para superar o bloqueio.
Contudo, insistem em que, para negociar, os democratas devem ceder primeiro, e que qualquer debate sobre os serviços de saúde deve ocorrer depois que o governo for reaberto.
Trump fez eco dessa exigência em suas redes sociais nesta segunda, mas pareceu estar disposto a futuras negociações.
- O impacto do fechamento -
Os servidores federais são os mais afetados pelo fechamento. Além das ameaças de demissão do presidente, cerca de dois milhões de funcionários ficarão sem receber seus salários até que o Congresso aprove um orçamento.
O Escritório Orçamentário do Congresso, de caráter não partidário, estimou que a lei de Trump promulgada em 4 de julho deixaria 11 milhões de americanos sem cobertura de saúde, principalmente através de cortes no programa Medicaid para famílias de baixa renda.
A essa cifra se somariam quatro milhões de americanos que, segundo os democratas, perderão a cobertura de saúde no próximo ano se não forem prorrogados os subsídios do seguro de saúde Obamacare. Outros 24 milhões de americanos verão seus prêmios de saúde dobrarem.
Mais cedo, o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, desafiou o presidente da Câmara dos Representantes, o republicano Mike Johnson, a iniciar as conversas sobre os planos de saúde imediatamente.
"Se estão falando sério sobre reduzir os custos e proteger os serviços de saúde dos americanos, por que a espera?", questionou Schumer na rede X. "Os democratas estão prontos agora."
Os republicanos argumentam que os subsídios à saúde que expiram não têm nada a ver com manter o governo aberto e podem ser discutidos em separado antes do término do ano.
À medida que o fechamento avança, a Agência de Proteção Ambiental, a Nasa e os departamentos de Educação, Comércio e Trabalho vêm sendo os mais afetados pela suspensão de pessoal durante a paralisação.
Os departamentos de Transporte, Justiça, Segurança Interna e Assuntos de Veteranos estão entre os que sofreram menos efeitos negativos até agora, segundo os planos de contingência de cada organização.
O fechamento atual, iniciado há seis dias, ainda está longe de atingir o recorde do que ocorreu entre dezembro de 2018 e janeiro de 2019, durante o primeiro mandato de Trump, uma paralisação de 35 dias.
O presidente republicano está adotando uma estratégia de "sofrimento máximo" para a oposição, segundo alguns observadores, incluindo o congelamento de verbas federais para estados democratas.
L.Hussein--SF-PST