-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
-
Seleção do Irã faz seu primeiro treino aberto à imprensa
-
EUA estreia em casa na Copa do Mundo contra um Paraguai que promete lutar
-
Seleção da RD Congo é autorizada a entrar nos EUA para Copa do Mundo, diz jogador à AFP
-
México vence África do Sul (2-0) na abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Antonelli chega a Montmeló em busca de mais uma vitória
-
Trump nomeia procurador de Nova York para chefiar inteligência
-
Prefeito francês condena banner que pede deportação de estrangeiros
-
SpaceX se prepara para abrir capital e quebrar todos os recordes
-
Alisson considera positivo Seleção gerar dúvidas antes da Copa
-
Ministro britânico da Defesa renuncia por desacordo com Starmer sobre investimento militar
-
Pirelli renova como fornecedora de pneus da F1 até 2028
-
Candidato de esquerda da Colômbia diz estar disposto a revisar política de paz de Petro
-
Argentina convoca Marcos Senesi para Copa do Mundo após corte de Balerdi por lesão
-
Italianos torcerão para o Brasil de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Mourinho é nomeado técnico do Real Madrid com contrato até junho de 2029
-
Keiko mantém vantagem mínima na apuração dos votos das presidenciais no Peru
-
Shakira encabeça cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Curaçao faz escala no beisebol antes de sua primeira Copa do Mundo
-
Irankunda e Touré, de refugiados a representantes da Austrália na Copa do Mundo
-
Últimos acontecimentos da Copa do Mundo de 2026
-
Costa do Marfim e Senegal não terão seus torcedores na Copa do Mundo
-
Yamal e Williams treinam normalmente e se preparam para estreia da Espanha na Copa
-
Casa Branca apresenta ringue de luta do UFC para 80º aniversário de Trump
-
Airbus impulsiona aliança com Alemanha para fabricar caça de 6º geração
-
Adversário do Brasil na estreia da Copa, Marrocos tem dois jogadores cortados por lesão
-
Seis pessoas são detidas em Hong Kong em caso de falsificação de produtos da Copa do Mundo
-
BCE eleva suas taxas de juros a 2,25% devido à inflação pela guerra no Irã
-
Nova York renomeia temporariamente duas ruas em homenagem a Thierry Henry e Pelé
-
Alonso diz que GP da Catalunha 'provavelmente' será sua última corrida em Barcelona
-
Fenômeno El Niño já começou, anuncia agência climática dos EUA
-
BM reduz projeção de crescimento da América Latina por incerteza energética
-
Árbitro somali barrado pelos EUA apitará na Supercopa da Uefa
-
Trump ameaça Irã com novos ataques e tomada de seus terminais de petróleo
-
Bonecas com IA cuidam de idosos na Coreia do Sul
-
Retorno de Serena Williams em Queen's chega ao fim após lesão de Mboko
-
Banco Mundial reduz previsão de crescimento da economia global devido à guerra
-
'Não há ebola aqui': desinformação dificulta luta contra epidemia na RD Congo
-
Premiação de Wimbledon tem aumento de 20% em 2026
-
Grande expectativa pela estreia da SpaceX na Bolsa
Argentina elimina impostos sobre exportação de grãos até 31 de outubro
A Argentina anunciou, nesta segunda-feira (22), a eliminação temporária de impostos sobre a exportação de grãos com o objetivo de fortalecer suas reservas, enquanto espera obter ajuda financeira do Tesouro dos Estados Unidos para acalmar a turbulência cambial que despencou o peso na semana passada.
O objetivo é "gerar uma maior oferta de dólares", disse o porta-voz presidencial Manuel Adorni no X.
O presidente Javier Milei viajará para os Estados Unidos, onde deverá se reunir com o presidente americano, Donald Trump, na terça-feira, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.
Os Estados Unidos "estão prontos para fazer o que for necessário" para apoiar a Argentina, anunciou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, nesta segunda-feira, na rede X.
"Essas opções podem incluir, mas não se limitam a, linhas de swap, compras diretas de moeda estrangeira e aquisições de dívida governamental denominada em dólares americanos", detalhou o secretário em sua mensagem.
O presidente argentino agradeceu a Trump e Bessent por "seu apoio incondicional ao povo argentino".
"Aqueles de nós que defendemos as ideias de liberdade devemos trabalhar juntos", disse Milei no X.
Por sua vez, o ministro das Relações Exteriores da Argentina, Gerardo Werthein, considerou o encontro planejado entre Trump e Milei "muito auspicioso, uma demonstração de apoio".
Sobre o valor do empréstimo, o chanceler afirmou que "tem havido muita especulação; tem-se falado em 30 bilhões de dólares (cerca de R$ 160 bilhões, na cotação atual) e isso é absolutamente equivocado (...). É verdade que estamos trabalhando, mas com um valor menor", disse ele em declaração à Rádio Mitre.
A Argentina assinou um acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) no valor de 20 bilhões de dólares em abril (cerca de R$ 113 bilhões, na cotação da época).
- Sede de dólares -
Enquanto aguarda a ajuda do Tesouro dos Estados Unidos, o governo argentino espera que a eliminação dos impostos sobre a exportação de grãos incentive os agricultores a venderem antes das eleições legislativas nacionais em 26 de outubro.
Para isso, a medida impõe o prazo final de 31 de outubro, segundo o decreto publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial.
Os anúncios esfriaram o mercado de câmbio, onde o peso abriu nesta segunda-feira 3% abaixo da cotação de sexta-feira, a 1.475 pesos por dólar americano.
O governo enfrenta uma desvalorização cambial há várias semanas, que se agravou após sua derrota para o peronismo em 7 de setembro nas eleições legislativas na província de Buenos Aires, a mais populosa do país.
A derrota eleitoral de quase 14 pontos enfraqueceu suas aspirações para as eleições legislativas nacionais em 26 de outubro.
Além disso, o Congresso derrubou um veto presidencial e aprovou uma lei que aumenta os fundos para pessoas com deficiência, em flagrante desafio à política de ajuste orçamentário do presidente Javier Milei.
O setor de pessoas com deficiência é alvo de uma investigação judicial por suspeitas de suborno em um caso que envolve Karina Milei, irmã do presidente, seu braço direito e secretária-geral da Presidência.
O Parlamento debate a derrubada de outros vetos para apoiar maiores verbas para saúde e educação, o que poderia levar a novas derrotas políticas para o presidente.
Nesse contexto, os mercados financeiros reagiram com uma forte desvalorização do peso e uma queda nos títulos e ações.
O ministro da Economia, Luis Caputo, anunciou na semana passada que o governo está disposto a "vender todos os dólares necessários" para manter o peso dentro dos limites de flutuação estabelecidos pelo governo.
Isso levou o Banco Central a vender mais de 1 bilhão de dólares (R$ 5,32 bilhões na cotação atual) em reservas na semana passada, elevando o índice de risco-país medido pelo JP Morgan para mais de 1.400 pontos.
Para atrair a liquidação das exportações de grãos, o governo já havia reduzido os impostos sobre as vendas ao exterior em julho.
No caso da soja, produto de maior exportação do país, foram reduzidas de 33% para 26% para os grãos e de 31% para 24,5% para os derivados.
"Não gostamos da natureza temporária da situação", disse Nicolás Pino, presidente da Sociedade Rural Argentina (SRA), que representa os grandes produtores. "Vemos isso como uma oportunidade para atingir esse objetivo: tornar permanente a retenção zero na fonte", acrescentou em entrevista ao canal de televisão LN+.
Estima-se que o setor agrícola retenha o equivalente a aproximadamente 7 bilhões de dólares (R$ 37,2 bilhões) em exportações agrícolas.
"Obviamente, a Argentina precisa de dólares, e dólares do campo são bem-vindos", enfatizou Pino.
A.AbuSaada--SF-PST