-
Noosha Aubel e a crise de Potsdam: até quando é que esta falha de liderança ainda é aceitável?
-
"Pode ser um bom ano para ganhar a Bola de Ouro", diz Mbappé
-
Vinte e cinco anos depois, EUA busca manter viva a memória do 11 de Setembro
-
Ataques israelenses matam 12 pessoas no sul do Líbano
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
-
Alcaraz bate Tommy Paul vai às quartas do US Open
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e pega fogo em Miami
-
Avião de carga sai da pista e atinge veículos em Miami
-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
-
Zelensky prevê inverno com guerra após reunião com enviados dos EUA
-
Augsburg goleia Eintracht Frankfurt e assume liderança do Campeonato Alemão
-
Gael García Bernal leva a Veneza uma crítica à manipulação dos poderosos
-
Netanyahu ordenou evacuação de assentamentos considerados ilegais na Cisjordânia, diz ministro
-
Arsenal vence Chelsea em clássico londrino; United cede empate no fim
-
Extrema direita obtém vitória histórica em eleição regional na Alemanha
-
Ricky Martin no Festival de Veneza: "É uma página muito importante da minha história"
-
Sabalenka elimina Townsend e avança às quartas do US Open
-
Susan Sarandon diz que segue perdendo papéis por suas críticas a Israel
-
Barcelona goleia Valencia e se isola na liderança do Espanhol
-
Futebol volta aos territórios palestinos, apesar do luto
-
Infantino confirma candidatura à reeleição como presidente da Fifa, apesar da crise
-
Kimi Antonelli vence GP da Itália de F1 após grande corrida de recuperação
-
Mais de 140 mortos em combates entre rebeldes huthis e o exército do Iêmen
-
Países muçulmanos condenam planos de ministros israelenses para expulsar palestinos de Gaza
-
Enviados de Trump se reúnem Zelensky em Kiev após conversas com Putin
-
Indonésia fecha oito aeroportos devido a erupção vulcânica; 150 mil passageiros são afetados
-
Enviados de Trump chegam à Ucrânia após se reunirem com Putin
-
Irã adverte que intensificará sua resposta aos ataques dos EUA
-
Coco Gauff avança às oitavas de final do US Open pelo quinto ano consecutivo
-
Guiana vai receber imigrantes deportados dos EUA
-
Swiatek bate Bouzkova e volta às oitavas do US Open
Trump diz que duplicará tarifas a aço e alumínio para 50%
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que vai duplicar as tarifas à importação de aço e de alumínio, até 50%, para defender a produção nacional.
Desde que voltou à presidência em janeiro, Trump impôs tarifas generalizadas, tanto a aliados quanto a adversários, medidas que sacudiram a ordem comercial mundial e agitaram os mercados financeiros.
Também impôs tarifas aduaneiras de 25% a produtos específicos como o aço, o alumínio e os automóveis.
- 'Uma grande honra' -
"É uma grande honra para mim aumentar as tarifas ao aço e ao alumínio de 25% para 50%, a partir da quarta-feira 4 de junho", escreveu o presidente republicano em sua rede Truth Social.
"Esta será outra grande notícia para nossos maravilhosos trabalhadores do aço e do alumínio", afirmou na mensagem, que termina com seu lema de campanha: "Make America Great Again!" ("Façamos os Estados Unidos grandes outra vez!", em tradução livre).
Antes, em uma fábrica da gigante da metalurgia US Steel, disse que elevaria "de 25 a 50% as tarifas ao aço" para proteger "a indústria siderúrgica".
Ele o fez na Pensilvânia, um estado do nordeste estratégico em termos eleitorais e berço da siderurgia nacional.
"Ninguém vai evitar isso", acrescentou o presidente no púlpito, diante dos trabalhadores, que usavam capacetes de segurança e coletes com faixas refletoras.
Após esse anúncio, parte dos presentes gritou: "Estados Unidos, Estados Unidos!"
Segundo a Administração de Comércio Internacional dos Estados Unidos, desde março de 2024 até fevereiro de 2025, o Brasil foi o segundo maior exportador de aço ao país, com 3,7 milhões de toneladas métricas, seguido pelo México, com 2,9 milhões. O primeiro é o Canadá.
Segundo a mesma fonte, a Argentina, cujo presidente ultraliberal Javier Milei mantém uma relação próxima com Trump, foi o sexto exportador de alumínio em 2024 para os Estados Unidos, com mais de 176.000 toneladas.
Os Estados Unidos importam aproximadamente metade do aço e alumínio utilizado em indústrias como a automotiva, a aeronáutica, a petroquímica e de produtos básicos de consumo, como embalagens de alimentos.
O presidente também exaltou a fusão que ele mesmo aprovou na semana passada entre a US Steel e sua rival japonesa Nippon Steel, sobre a qual pouca informação foi divulgada até agora.
"A US Steel seguirá controlada pelos Estados Unidos", prometeu Trump, que acrescentou que não haverá demissões nem externalização de postos de trabalho devido ao acordo.
Ao retornar a Washington na noite desta sexta-feira, Trump disse aos jornalistas que ainda não deu o aval ao acordo.
"Tenho que aprovar o acordo final com a Nippon, e ainda não o vimos, mas eles assumiram um compromisso muito forte", declarou o presidente.
Uma proposta de venda da US Steel para a Nippon Steel pelo valor de 14,9 bilhões de dólares suscitou a oposição de republicanos e democratas anteriormente.
O ex-presidente democrata Joe Biden bloqueou o acordo por motivos de segurança nacional pouco antes de deixar o cargo.
- 'O diabo está nos detalhes' -
Em um comunicado, David McCall, diretor do poderoso sindicato United Steelworkers (USW), expressou sua preocupação com o impacto da fusão para "a segurança nacional" e "a viabilidade e sustentabilidade a longo prazo das instalações atuais da US Steel".
"Emitir comunicados de imprensa e fazer discursos políticos é fácil. Obter compromissos vinculantes é difícil. O diabo sempre está nos detalhes, e isso é especialmente correto no que tange uma empresa maliciosa como a Nippon Steel, que violou repetidamente nossas leis comerciais", acrescentou.
Segundo Trump, a US Steel permanecerá nos Estados Unidos e sua sede ficará em Pittsburgh. Anteriormente, calculou que o acordo com a Nippon criaria pelo menos 70 mil empregos e somaria 14 bilhões de dólares à economia americana.
Os líderes sindicais afirmam desconhecer que parte desses 14 bilhões de dólares será destinada às plantas representadas pelo sindicato, se é que vai parar em alguma.
Trump se opôs ao plano de aquisição da Nippon Steel durante a campanha eleitoral, mas, desde que voltou à Casa Branca, mudou de opinião.
W.Mansour--SF-PST