-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
-
Alcaraz bate Tommy Paul vai às quartas do US Open
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e pega fogo em Miami
-
Avião de carga sai da pista e atinge veículos em Miami
-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
-
Zelensky prevê inverno com guerra após reunião com enviados dos EUA
-
Augsburg goleia Eintracht Frankfurt e assume liderança do Campeonato Alemão
-
Gael García Bernal leva a Veneza uma crítica à manipulação dos poderosos
-
Netanyahu ordenou evacuação de assentamentos considerados ilegais na Cisjordânia, diz ministro
-
Arsenal vence Chelsea em clássico londrino; United cede empate no fim
-
Extrema direita obtém vitória histórica em eleição regional na Alemanha
-
Ricky Martin no Festival de Veneza: "É uma página muito importante da minha história"
-
Sabalenka elimina Townsend e avança às quartas do US Open
-
Susan Sarandon diz que segue perdendo papéis por suas críticas a Israel
-
Barcelona goleia Valencia e se isola na liderança do Espanhol
-
Futebol volta aos territórios palestinos, apesar do luto
-
Infantino confirma candidatura à reeleição como presidente da Fifa, apesar da crise
-
Kimi Antonelli vence GP da Itália de F1 após grande corrida de recuperação
-
Mais de 140 mortos em combates entre rebeldes huthis e o exército do Iêmen
-
Países muçulmanos condenam planos de ministros israelenses para expulsar palestinos de Gaza
-
Enviados de Trump se reúnem Zelensky em Kiev após conversas com Putin
-
Indonésia fecha oito aeroportos devido a erupção vulcânica; 150 mil passageiros são afetados
-
Enviados de Trump chegam à Ucrânia após se reunirem com Putin
-
Irã adverte que intensificará sua resposta aos ataques dos EUA
-
Coco Gauff avança às oitavas de final do US Open pelo quinto ano consecutivo
-
Guiana vai receber imigrantes deportados dos EUA
-
Swiatek bate Bouzkova e volta às oitavas do US Open
-
Lens sofre nova derrota antes de estreia na Champions
-
Inter vence Napoli de virada e segue 100% no Italiano; Roma lidera
-
EUA ataca petroleiros iranianos e Teerã responde
-
Alison dos Santos vence prova dos 400 m com barreiras na etapa final da Diamond League
-
Putin discute guerra na Ucrânia com enviados dos EUA
-
Dezenas de milhares protestam contra descarte de resíduos perigosos na Croácia
-
Prestes a completar 41 anos, Luka Modric seguirá na seleção croata
-
Francisco Cerúndolo derruba Taylor Fritz e vai às oitavas do US Open
-
Bayern empata com Schalke e deixa liderança do Campeonato Alemão
-
Explosões em quartel militar deixam 2 mortos e 81 feridos na Bolívia
-
Inter vence Napoli de virada e segue 100% no Italiano
-
Exército dos EUA afirma ter destruído petroleiros iranianos após ataques
-
Finalista em 2025, Anisimova cai na 3ª rodada do US Open
-
Athletic Bilbao atropela Atlético de Madrid no Espanhol
-
Haaland marca de cabeça e City segue 100% no Inglês
-
Ministros e militares prestam homenagem a criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Carlos Alberto Parreira recebe alta após 80 dias internado
UE reage à ameaça de Trump de impor tarifas de 50%
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retomou sua ofensiva comercial com ameaças de tarifas de até 50% sobre produtos da União Europeia (UE), cujos ministros lançaram uma forte resposta.
Se entrarem em vigor, esses impostos aumentariam drasticamente as tarifas atuais, que são em média de 12,5% (2,5% já em vigor antes da posse de Trump e mais 10% desde abril). Também renovariam as tensões entre a maior economia do mundo e seus parceiros europeus.
Lamentando que as negociações comerciais com o bloco europeu, segundo ele, "não estejam levando a lugar nenhum", Trump anunciou em sua rede Truth Social que recomenda "impor tarifas de 50% à União Europeia a partir de 1º de junho".
"Tem sido muito difícil lidar com a União Europeia, que foi criada com o objetivo principal de tirar vantagem dos Estados Unidos no comércio", disse Trump.
Líderes europeus e funcionários de alto escalão reagiram com consternação e pediram uma desescalada.
"Continuamos no mesmo caminho: desescalada, mas estamos prontos para responder", escreveu o ministro delegado de Comércio Exterior da França, Laurent Saint-Martin, no X.
O ministro das Relações Exteriores alemão, Johann Wadephul, afirmou que essas "tarifas não ajudam ninguém e só servem para minar o desenvolvimento econômico de ambos os mercados".
As bolsas europeias fecharam no vermelho nesta sexta-feira, abaladas pela ameaça de Trump. Paris caiu 1,65%, Frankfurt 1,54%, Milão 1,94% e Madri 1,18%. Londres, por sua vez, perdeu apenas 0,24%, já que os Estados Unidos e o Reino Unido chegaram a um acordo comercial no início de maio.
Embora as ações em Wall Street tenham caído após o anúncio, algumas perdas foram posteriormente reduzidas.
- Frustração de Trump -
Trump ameaçou prejudicar o crescimento econômico global impondo tarifas de pelo menos 10% sobre a maioria dos produtos que entram nos Estados Unidos.
Seus impostos, que desencadearam um terremoto nos mercados, também incluíram setores específicos, como de automóveis, aço e alumínio produzidos fora dos Estados Unidos.
As tarifas alfandegárias sobre a China atingiram 145% (sobre alguns produtos, 245%), às quais Pequim respondeu com impostos de 125%.
As duas potências então negociaram uma trégua de 90 dias para suspender a maioria dessas tarifas, e Trump também anunciou um acordo comercial com o Reino Unido, enquanto negociava com outros países, incluindo o México.
As negociações com a Europa não renderam muitos frutos.
Trump criticou várias vezes o déficit comercial dos Estados Unidos com a Europa, que ele estima entre US$ 300 e US$ 350 bilhões (R$ 1,69 a R$ 1,97 trilhão).
Segundo dados do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), o déficit comercial do país com o bloco europeu deve aumentar para aproximadamente US$ 235 bilhões em 2024 (R$ 1,32 trilhão).
A Comissão Europeia contesta esses números, sugerindo um valor de US$ 160 bilhões (R$ 902 bilhões) e de apenas US$ 56 bilhões (R$ 318 bilhões) se o superávit comercial dos EUA em serviços for incluído.
Em declarações à Bloomberg Television nesta sexta-feira, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que a taxa mínima de 10% "depende da adesão e negociação de boa-fé dos países e blocos comerciais".
"E acho que o presidente estava se frustrando com a UE", acrescentou.
Um porta-voz da UE se recusou a comentar as novas ameaças e disse à AFP que uma ligação estava agendada para esta sexta-feira entre o comissário europeu de comércio, Maros Sefcovic, e o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer.
- iPhones 'made in USA'? -
"Há algum tempo, informei Tim Cook [presidente da Apple] que esperava que seus iPhones vendidos nos Estados Unidos fossem fabricados nos Estados Unidos, não na Índia ou em qualquer outro lugar. Se não for o caso, a Apple terá que pagar uma tarifa de pelo menos 25%", ameaçou Trump nesta sexta-feira em sua rede Truth Social.
A maioria dos iPhones é montada na China, embora nos últimos anos a empresa tenha transferido parte de sua produção para outros países, como a Índia.
A Apple não respondeu até o momento a um pedido de comentários da AFP.
Segundo o analista Dan Ives, da consultoria Wedbush Securities, o problema da proposta de Trump é que transferir a produção do iPhone para os Estados Unidos é "um conto de fadas inviável".
Se fossem fabricados nos Estados Unidos, os iPhones custariam cerca de US$ 3.500 (R$ 22.800), observou, e transferir toda a produção levaria até 10 anos.
burs-da/bgs/mel/mar/jc/aa/am
L.AbuAli--SF-PST