-
Polícia dos EUA investiga roubo de material de treino da Inglaterra
-
Pulisic descarta lesão grave após ser substituído na vitória sobre o Paraguai
-
EUA estreia na Copa do Mundo com goleada (4-1) sobre o Paraguai
-
Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
-
Mboko ficará de fora de Wimbledon, mas espera voltar a jogar duplas com Serena
-
Fifa renomeia estádios da Copa do Mundo para ocultar marcas comerciais de terceiros
-
Irã e EUA preveem acordo de paz iminente
-
Cadáver é encontrado em frente ao estádio onde a seleção iraniana treina no México
-
França treina diante de 400 torcedores a quatro dias da estreia na Copa
-
McTominay está 'pronto' para estreia da Escócia na Copa contra o Haiti, garante técnico
-
Canadá vive estreia histórica como anfitrião de uma Copa do Mundo
-
Ancelotti avisa que Brasil pode competir "com qualquer seleção do mundo"
-
Canadá estreia na Copa do Mundo em casa com empate (1-1) contra Bósnia
-
Rua em Haia se cobre de laranja para torcer pela 'Oranje' na Copa
-
Nova Jersey homenageia Bruce Springsteen com museu
-
'Ninguém tem medo', diz técnico do Marrocos antes da estreia na Copa contra o Brasil
-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
-
Norris é o mais rápido nos treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Pouco aproveitado no Atlético de Madrid, Almada é cotado para ser titular da Argentina
-
'Talvez a Itália se classifique' com 64 seleções na Copa do Mundo, brinca Infantino
-
Canadá nega visto ao jogador ganês Thomas Partey, acusado de estupro na Inglaterra
-
Norris é o mais rápido na segunda sessão de treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Barcelona abre ação judicial contra Florentino Pérez por 'calúnia'
-
Irã e Paquistão veem acordo com EUA "próximo", apesar das divergências com Trump
-
Caótico fim da visita do papa, que volta a Roma no avião do rei da Espanha
-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Musk se torna o primeiro trilionário do mundo após disparada das ações da SpaceX
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
-
Aos 91 anos, jornalista argentino vai para sua 18ª Copa do Mundo
-
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
-
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
-
Russell lidera primeiros treinos livres no GP de Barcelona de F1
-
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
-
Trump celebrará 80 anos com luta do UFC
-
Cristiano Ronaldo se diz 'muito otimista' em relação à Copa do Mundo
-
Inflação subiu em maio, apesar das medidas de Lula para conter os preços dos combustíveis
-
Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa
-
David Hockney em seis obras emblemáticas
-
Pierre Gasly recupera pódio no GP de Mônaco de F1
-
Ancelotti estreia na Copa do Mundo no comando de um Brasil que sonha com o hexa
-
Papa defende novamente os migrantes nas Ilhas Canárias e apela à sua integração
Indignação na Europa por tiros israelenses durante visita de diplomatas à Cisjordânia
O Exército israelense admitiu, nesta quarta-feira (21), ter disparado tiros "de advertência" durante uma visita de diplomatas estrangeiros, organizada pela Autoridade Palestina na Cisjordânia ocupada, em um contexto de pressão crescente da comunidade internacional sobre Israel pela guerra em Gaza.
"Qualquer ameaça à vida de diplomatas é inaceitável", reagiu imediatamente, em Bruxelas, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas. Alemanha, Bélgica, Irlanda e Egito condenaram os disparos, enquanto Itália, França e Portugal anunciaram que convocariam os respectivos embaixadores de Israel.
A Espanha também informou que convocaria o encarregado de negócios da embaixada israelense em Madri, na ausência de um embaixador na capital espanhola, e a Turquia pediu uma "investigação" imediata.
A Autoridade Palestina denunciou "o crime abominável cometido pelas forças de ocupação israelenses".
O Exército israelense explicou que a delegação "entrou em uma área onde não estava autorizada a estar" e os soldados "que operam na região realizaram disparos de advertência para afastá-los", antes de lamentar os "incômodos causados".
Segundo a agência de notícias palestina Wafa, participavam da visita representantes de vários países, entre eles Brasil, França, Reino Unido, Espanha, Canadá, Rússia, Turquia, Índia, Egito e Chile.
- Gaza à espera de ajuda -
Israel já é alvo de críticas internacionais por permitir a entrada de uma quantidade ínfima de ajuda na Faixa de Gaza, comparativamente às imensas necessidades de sua população.
"Ninguém está distribuindo nada para nós. Todo mundo está esperando a ajuda, mas não recebemos nada", declarou à AFP Umm Talal Al Masri, uma deslocada de 53 anos, residente na Cidade de Gaza, que reportou uma situação "insuportável".
"Estamos moendo lentilhas e massa para fazer algumas baguetes de pão, e só conseguimos preparar uma refeição por dia", acrescentou.
Israel anunciou que na segunda e na terça-feira, após a suspensão parcial do bloqueio total imposto a Gaza em 2 de março, permitiu a entrada de uma centena de caminhões da ONU.
As Nações Unidas denunciaram, no entanto, que isto representa uma "gota d'água no oceano".
A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) assegurou que o volume da ajuda que Israel permitiu distribuir não é nem de longe o suficiente para uma população de 2,4 milhões de pessoas, e tachou a decisão de uma "cortina de fumaça", enquanto o assédio "continua".
O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) também lamentou os obstáculos israelenses para a entrega da ajuda a seus destinatários finais, após entrar em Gaza.
- "Ajuda humanitária digna" -
O Exército israelense intensificou sua ofensiva no fim de semana passado, prometendo derrotar os líderes do movimento islamista palestino Hamas, cujo ataque em território israelense, em 7 de outubro de 2023, desencadeou a guerra.
A comunidade internacional redobrou a pressão para que Israel cesse sua campanha militar e permita o fornecimento de ajuda.
O papa Leão XIV considerou a situação em Gaza "preocupante e dolorosa" e reivindicou "a entrada de uma ajuda humanitária digna".
Na terça-feira, o Reino Unido suspendeu as negociações com Israel, convocou o embaixador israelense e disse que imporia sanções aos colonos da Cisjordânia.
Kaja Kallas afirmou, por sua vez, que "uma grande maioria" dos chanceleres dos 27 países do bloco são favoráveis a revisar o acordo de associação com Israel.
A Alemanha defendeu, nesta quarta-feira, a utilidade deste acordo, qualificando-o de um "fórum importante" para as relações com Israel.
O chanceler israelense, Gideon Saar, considerou que as medidas da UE "refletem um total desconhecimento da realidade complexa à qual Israel está fazendo frente".
A guerra eclodiu em 7 de outubro de 2023, com o ataque do Hamas contra o sul de Israel, que deixou 1.218 mortos, civis em sua maioria, segundo um balanço baseado em dados oficiais.
Nessa data, os islamistas também sequestraram 251 pessoas. Destas, 57 continuam cativas em Gaza, embora 34 tenham sido declaradas mortas pelo exército israelense.
A campanha de represália militar de Israel custou a vida de pelo menos 53.592 pessoas, a maioria civis, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, cujos dados a ONU considera confiáveis.
Y.AlMasri--SF-PST