-
Enviados de Trump estão em Moscou para discutir proposta de paz entre Rússia e Ucrânia
-
Explosões em instalação militar deixam dois mortos e 81 feridos na Bolívia
-
Apoiadores de Morales protestam na Bolívia contra aumento do diesel
-
Liverpool vence Ipswich e conquista 1ª vitória no Inglês
-
Canal do Panamá começa a reduzir tráfego de navios devido ao El Niño
-
Real Madrid sofre primeira derrota no Espanhol em visita ao Betis
-
Monaco de Filipe Luís vence PSG de virada e segue líder 100% no Francês
-
Stuttgart goleia Colônia na abertura da 2ª rodada do Alemão
-
Alcaraz vence sem sustos e vai às oitavas do US Open
-
Sem Suárez e com 9 "brasileiros", Forlán divulga primeira lista de convocados do Uruguai
-
Crescimento do emprego, mas preços recordes do diesel: meio de mandato de Trump é um misto de avanços e retrocessos
-
Após ouro olímpico e polêmica, boxeadora taiwanesa Lin Yu-ting segue brilhando no ringue
-
Argentina vai restituir a herdeira quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Luis Enrique renova com PSG até 2030; Beraldo até 2031
-
Julgamento de mãe que matou três filhos nos EUA é anulado após impasse do júri
-
Sabalenka reclama de cheiro de maconha no US Open: "É muito forte"
-
Russell desbanca Ferrari e é o mais rápido nos treinos livres em Monza
-
Milhares de agentes de IA da OpenAI assumiram controle de site alemão
-
Zelensky propõe cessar-fogo à Rússia durante visita de enviados dos EUA
-
Acordos ocultos entre magnata Walter e Magic Johnson após compra dos Dodgers são denunciados
-
ONU adota reforma do mapa-múndi que o aproxima da realidade
-
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias apresentam nova denúncia por agressão sexual
-
Sabalenka vence Rakhimova e vai às oitavas do US Open
-
Sem reposição para Lewandowski, Raphinha assume papel de homem-gol do Barça
-
'Não sou assassino', diz ex-presidente da Colômbia investigado por massacres
-
Argentina vai restituir herdeira de quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Desemprego se mantém estável nos EUA, com mercado e Trump de olho nas taxas de juros
-
Rússia ataca sede dos serviços de segurança ucranianos em Kiev
-
Situação de Julián Álvarez é aprendizado para ele, diz Simeone
-
ONU acusa Israel de 'possível limpeza étnica' em campos de refugiados na Cisjordânia
-
Eleições legislativas começam nos EUA com voto pelo correio na Carolina do Norte
-
Mídia marroquina critica informe da polícia espanhola sobre fluxo de migrantes em Ceuta
-
Agência de segurança viária dos EUA abre investigação sobre Cybercab da Tesla
-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
-
Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe
-
Extrema direita alemã confiante em conquistar primeiro governo regional
-
Prefeito e ex-prefeita de Paris enfrentam denúncia por agressões sexuais nas escolas
-
Famílias denunciam prefeito e ex-prefeita de Paris por agressões sexuais nas escolas
-
Reino Unido reafirma sua soberania sobre as Malvinas após reivindicação de Milei
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após a avalanche
-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
Economia global crescerá 2,8%, pressionada pelas tarifas de Trump, prevê o FMI
A economia global crescerá apenas 2,8% este ano devido à incerteza causada pelas tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelas retaliações de alguns países, previu o Fundo Monetário Internacional nesta terça-feira (22).
Desde fevereiro, os Estados Unidos anunciaram várias ondas de tarifas contra parceiros comerciais e rivais, alguns dos quais responderam com contramedidas.
No início, os mercados pareciam tranquilos até que as tarifas "recíprocas" de 2 de abril fizeram as bolsas despencarem. Elas se recuperaram um pouco quando Trump anunciou uma pausa parcial e várias isenções.
"A rápida escalada das tensões comerciais e os níveis extremamente altos de incerteza política" terão "um impacto significativo na atividade econômica global", afirma o relatório do FMI. Ele especifica que desta vez é uma "previsão de referência".
A equação é complexa. O FMI diz que levou em consideração a evolução das tarifas até 4 de abril, mas não as medidas de represália entre Pequim e Washington.
"Estamos entrando em um período em que o sistema econômico global que conhecemos há 80 anos está sendo reiniciado", disse Pierre-Olivier Gourinchas, economista-chefe do FMI, a repórteres.
Como exemplo do impacto significativo das tarifas alfandegárias, o Fundo destaca um dado: o comércio de bens e serviços crescerá apenas 1,7% este ano, em vez dos 3,2% previstos há três meses.
Com um crescimento de 2,8% (0,5 ponto percentual a menos que o esperado), a economia global deve, no entanto, ficar livre da "recessão", prevê Gourinchas.
Mas o golpe fere o México. Sua economia se contrairá em 0,3% este ano (-1,7 ponto percentual) devido ao impacto das tarifas dos EUA, à desaceleração da atividade, à incerteza e ao aperto das condições de financiamento, explica o FMI.
A segunda maior economia da América Latina arrasta o continente para baixo.
Para a América Latina e o Caribe, o Fundo, sediado em Washington, prevê que o crescimento econômico irá moderar para 2,0% em 2025 (-0,5 pp), antes de se recuperar para 2,4% em 2026 (-0,3 pp em comparação com sua previsão anterior).
E o risco de recessão paira sobre a economia global e os Estados Unidos.
Em termos gerais, "as tarifas agirão como um choque de oferta nos Estados Unidos, com queda na produtividade e na produção e aumento nos preços, e como um choque de demanda em outros lugares, prejudicando a produção e pressionando os preços para baixo", explicou.
- Impacto variado -
Não só o México está abalado, mas as economias dos outros dois países da América do Norte sofreram fortes revisões para baixo em comparação aos três meses anteriores: os Estados Unidos, +1,8% este ano (-0,9 pp) e o Canadá, +1,4% (-0,6 pp).
A China, principal alvo das tarifas de Trump (+145% sobre seus produtos, além daquelas em vigor antes do republicano retornar ao poder em janeiro), também sentirá o golpe. Poderá experimentar seu menor crescimento desde 1990, com apenas 4% de expansão do PIB.
Espera-se que a zona do euro se saia melhor, mas "as tarifas prejudicarão uma modesta recuperação econômica (...) apesar do aumento dos gastos públicos" em alguns países como a Alemanha, explicou Gourinchas. Em sua opinião, mais gastos "em infraestrutura poderiam ajudar a acelerar o crescimento".
A única exceção é a Espanha, que experimentou o maior crescimento na zona do euro nos últimos dois anos. O FMI eleva sua previsão de crescimento do país para 2,5%, a maior taxa entre as economias avançadas.
Outra consequência das tarifas será um provável aumento da inflação nas economias avançadas para 2,5% este ano. Nos Estados Unidos, pode ficar em torno de 3% este ano.
V.AbuAwwad--SF-PST