-
Russell desbanca Ferrari e é o mais rápido nos treinos livres em Monza
-
Milhares de agentes de IA da OpenAI assumiram controle de site alemão
-
Zelensky propõe cessar-fogo à Rússia durante visita de enviados dos EUA
-
Acordos ocultos entre magnata Walter e Magic Johnson após compra dos Dodgers são denunciados
-
ONU adota reforma do mapa-múndi que o aproxima da realidade
-
Duas ex-funcionárias de Julio Iglesias apresentam nova denúncia por agressão sexual
-
Sabalenka vence Rakhimova e vai às oitavas do US Open
-
Sem reposição para Lewandowski, Raphinha assume papel de homem-gol do Barça
-
'Não sou assassino', diz ex-presidente da Colômbia investigado por massacres
-
Argentina vai restituir herdeira de quadro de galerista judeu roubado por nazistas
-
Desemprego se mantém estável nos EUA, com mercado e Trump de olho nas taxas de juros
-
Rússia ataca sede dos serviços de segurança ucranianos em Kiev
-
Situação de Julián Álvarez é aprendizado para ele, diz Simeone
-
ONU acusa Israel de 'possível limpeza étnica' em campos de refugiados na Cisjordânia
-
Eleições legislativas começam nos EUA com voto pelo correio na Carolina do Norte
-
Mídia marroquina critica informe da polícia espanhola sobre fluxo de migrantes em Ceuta
-
Agência de segurança viária dos EUA abre investigação sobre Cybercab da Tesla
-
Copa do Mundo Feminina no Brasil pode 'mudar vidas' de muitas jogadoras, diz Formiga
-
Guardas, o elo mais fraco no setor de segurança privada no Equador
-
Mais de 120 mortos durante ofensiva dos rebeldes no Iêmen
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após avalanche
-
Trump pedirá reembolso de países europeus pela ajuda concedida à Ucrânia
-
Como uma história de amor de Dostoiévski conquistou o TikTok
-
Seca e guerras impulsionaram preços dos alimentos em agosto, diz FAO
-
Brasil expressa 'profunda preocupação' por suspensão de exportações de carne para UE
-
Meloni celebra recorde de permanência no poder e lança campanha para 2027
-
Diretora Maggie Gyllenhaal optou por não usar IA em seu filme sobre Marilyn Monroe
-
Extrema direita alemã confiante em conquistar primeiro governo regional
-
Prefeito e ex-prefeita de Paris enfrentam denúncia por agressões sexuais nas escolas
-
Famílias denunciam prefeito e ex-prefeita de Paris por agressões sexuais nas escolas
-
Reino Unido reafirma sua soberania sobre as Malvinas após reivindicação de Milei
-
Dois trabalhadores resgatados em túnel do Nepal nove dias após a avalanche
-
Nova Zelândia aprova uso de MDMA para tratar estresse pós-traumático
-
Crise no STF se agrava e Lula pede investigação transparente
-
Estudo brasileiro que desafia serpentes e mictórios antirrespingo estão entre vencedores do Ig Nobel
-
Construção do arco de Trump começará este mês, segundo alto funcionário dos EUA
-
Ueda marca na estreia e Lille assume liderança provisória da Ligue 1
-
Justiça da Colômbia ordena suspensão de bombardeios a acampamentos da guerrilha com menores
-
Fifa acusa Uefa de tramar "campanha de difamação"
-
Tottenham exclui Richarlison da lista de inscritos na Premier League
-
Volkswagen prevê eliminar 100 mil postos de trabalho até o fim da década
-
Agente do ICE é acusado de mentir em caso de ataque a imigrante
-
Swiatek vence no US Open, que perde mais um cabeça de chave
-
Milei pede união da direita latina frente à "esquerda organizada"
-
Gabriel Martinelli deixa Arsenal e assina com Al Hilal saudita
-
OpenAI começa a disponibilizar GPT-6 Astra, seu modelo mais potente
-
Campeão mundial Marcos Llorente se aposenta da seleção espanhola
-
Trump quer tirar isenção fiscal de escolas dos EUA orientadas por motivos "raciais"
-
Capitão bósnio Edin Dzeko se aposenta da seleção aos 40 anos
-
Síria começou a destruir armas químicas da era Assad
Câmara dos Deputados aprova projeto de retaliação tarifária em resposta a Trump
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2), por unanimidade, um projeto que concede ao governo federal ferramentas para responder às barreiras comerciais, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarifas de 10% às importações de vários países, incluindo o Brasil.
Batizada como Lei da Reciprocidade, a medida recebeu o apoio de todos os partidos da Câmara, após passar pelo aval do Senado na terça-feira.
"Reciprocidade não significa necessariamente retaliação. O governo brasileiro é muito habilidoso, é mais um instrumento nas mãos do governo na hora da negociação" com os Estados Unidos, afirmou durante o debate o deputado Lindbergh Farias (PT/RJ), líder do governo na Câmara.
É "a única resposta razoável à tarifação recíproca" de Washington, acrescentou Lindbergh.
O governo poderá "adotar contramedidas" para responder a "ações, políticas ou práticas unilaterais de país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira", diz o texto aprovado.
As decisões, como suspender concessões comerciais, investimentos e obrigações relacionadas a direitos de propriedade intelectual, caberão ao Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), ligado ao Executivo.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoiou o projeto de lei e afirmou que "lamenta" a "decisão" unilateral de Washington.
Também adiantou que "avalia todas as possibilidades de ação para assegurar a reciprocidade no comércio bilateral", em uma nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
A decisão também contou com os votos do Partido Liberal de Jair Bolsonaro, em um raro momento de unidade em um país profundamente polarizado.
O projeto de lei inicialmente facultava ao governo a adoção de medidas de reciprocidade contra países que dificultassem a entrada de produtos brasileiros sob o argumento de que o Brasil estaria violando regras ambientais, mas os senadores ampliaram o seu alcance.
O avanço acelerado das medidas no Congresso ocorre depois que o governo Lula mostrou uma postura ambivalente sobre a resposta às tarifas americanas.
Após Trump anunciar as primeiras tarifas ao voltar à Casa Branca em janeiro, Lula advertiu que o Brasil responderia com "reciprocidade". Mas seu ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse em março que o governo não previa represálias.
Na semana passada, durante visita a Japão, Lula voltou a tocar no assunto, ao afirmar que o Brasil não poderia ficar "quieto".
As tarifas americanas já afetam as exportações de aço do Brasil, o segundo maior fornecedor individual desse metal aos Estados Unidos.
X.AbuJaber--SF-PST