-
Um morto e 15 desaparecidos após inundação repentina no Grand Canyon
-
Comitê da ONU apresenta argumentos jurídicos para que Estados ofereçam reparações pela escravidão
-
Nepal inicia enterro das vítimas de avalanche e prossegue com as buscas por mais de 4.000 desaparecidos
-
Djokovic perde para Navone e é eliminado pela primeira vez na estreia do US Open
-
Três alarmes automotivos para renovar a segurança do veículo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã, os primeiros em um mês
-
Monaco de Filipe Luís vence Olympique de Marselha e se isola na liderança do Francês
-
Medvedev e Pegula estreiam com vitória e avançam no US Open
-
Inter de Milão assume liderança do Italiano; Napoli perde em casa
-
Monaco vence Olympique de Marselha e se isola na liderança do Francês
-
Jorge Sampaoli é demitido do Talleres da Argentina
-
Freiburg goleia Werder Bremen com hat-trick de Suzuki
-
Naufrágio no Chipre do Norte deixa oito mortos e 17 desaparecidos
-
Real Madrid goleia Málaga e assume liderança do Espanhol
-
Por que os grandes herbívoros africanos estão a desaparecer? A resposta está na evolução
-
Flávio Bolsonaro elogia modelo de segurança de Bukele após reunião com ministro salvadorenho
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa mulher morta e cinco feridos
-
Federação Holandesa de Futebol propõe cúpula sem Infantino para discutir futuro da Fifa
-
'Dibu' Martínez sofre 3 gols, mas vence em sua estreia no Chelsea
-
Google Maps muda nome do Lago Ontário para 'Lago América' nos EUA
-
Oposição a centros de dados agita eleições de meio de mandato nos EUA
-
Galatasaray anuncia contratação do atacante português Rafael Leão
-
Gonzalo Plata chega ao Dínamo Moscou
-
Naufrágio no Chipre do Norte deixa sete mortos e 23 desaparecidos
-
Islândia rejeita retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Rei Haakon da Noruega participa das homenagens ao falecido pai
-
Em meio à lama e à destruição, sobreviventes retornam às suas aldeias no Nepal
-
Nasa lança o telescópio Roman, que criará um novo 'Atlas do Universo'
-
Islândia se recusa a retomar negociações de adesão à União Europeia
-
Venezuela afirma que mantém sua soberania petrolífera após acordo com EUA
-
Operações de resgate no Himalaia avançam com extrema dificuldade
-
Ataque a tiros em festa rave na Suíça deixa um morto e cinco feridos
-
Amazon lança campanha de produtos reacondicionados com descontos até 10 de setembro
-
KGM acelua expansão com investimento chinês e novos modelos
-
Especialista analisa estratégia da China e fragilidade da UE no contexto global
-
Floresta da Tijuca: Santuário diverso para evangélicos, umbandistas e druidas
-
Melhores tablets para jogos em 2026: Guia completo de 9 modelos
-
Quanto ganha um motorista de Uber em 2026? Estimativas por capital
-
Pesquisa da UFRJ aponta quase 3 mil anúncios falsos com a imagem de Drauzio Varella
-
Islândia em suspense após fechamento das urnas em referendo sobre possível adesão à UE
-
Sem Julián Álvarez, Atlético vence Sevilla e dorme na liderança do Espanhol
-
Lens perde na visita ao Strasbourg e cede liderança do Francês ao Lille
-
Juventus vence, mas não convence; Fiorentina perde em casa em seu centenário
-
Rybakina dissipa temores sobre sua lesão antes do US Open
-
Junta militar do Níger afirma ter recuperado "controle" após confrontos com amotinados
-
Leipzig e Dortmund vencem na estreia no Alemão; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3 mil desaparecidos após tragédia
-
Liverpool empata com Forest em casa; Newcastle derruba Tottenham
-
Djokovic desafiará a lógica mais uma vez em sua 20ª participação no US Open
-
Arouca vira sobre o Marítimo e alcança terceiro lugar provisório
'Mump' - a aliança Musk-Trump é posta à prova com volta do republicano à Casa Branca
Apelidada de 'Mump', a aliança sem precedentes e potencialmente explosiva entre Elon Musk e Donald Trump, na qual os objetivos ideológicos estão estreitamente alinhados com os interesses financeiros, será confrontada com a realidade da Casa Branca.
A associação entre o presidente eleito republicano e o homem mais rico do mundo, surgida durante uma campanha que o diretor-executivo da Tesla e da SpaceX financiou generosamente, une duas personalidades disruptivas que sabem como ninguém saturar o espaço midiático, um através de sua rede X, e o outro por meio de sua plataforma, Truth Social.
"Assim como Trump, Musk entendeu o valor de captar a atenção, dizendo ou fazendo coisas consideradas escandalosas" e "desafiando as normas estabelecidas", avalia Margaret O'Mara, professora de história da Universidade de Washington.
"Elon Musk é rico, provocador e não deixa de dizer a Donald Trump que ele é maravilhoso: isso é tudo do que Donald Trump gosta", resume Peter Loge, especialista em mídia e assuntos públicos da Universidade George Washington.
"A probabilidade de haver atritos no longo prazo é alta" entre estas duas personalidades que buscam atenção, antecipa, por sua vez, Lorenzo Castellani, professor de História da Universidade Luiss Guido Carli de Roma.
- "Tubarões dos negócios" -
Musk não será ministro, mas vai chefiar uma missão externa de assessoria para enxugar o orçamento e desregular maciçamente, o que já desperta preocupações sobre possíveis conflitos de interesse.
Será este um primeiro lembrete da realidade do poder político?
Musk chegou a afirmar que poderia cortar os gastos federais em 2 trilhões de dólares (aproximadamente R$ 12 trilhões, na cotação atual). Agora, diz que cortar um 1 trilhão de dólares (cerca de R$ 6 trilhões) já seria um "feito enorme" e uma tarefa colossal, visto que o orçamento federal alcança a faixa entre US$ 6,5 trilhões (R$ 40 trilhões) e US$ 7 trilhões de dólares (R$ 42 trilhões).
O bilionário de 53 anos não largou Trump desde que ele foi eleito e costuma aparecer de smoking ao lado dele nas festas realizadas na luxuosa residência do republicano na Flórida. Ele também costuma participar de reuniões com grandes empresários e líderes estrangeiros.
Segundo Lorenzo Castellani, seu perfil faz o "americano típico" lembrar dos "tubarões dos negócios" do fim do século XIX e começo do século XX, como Cornelius Vanderbildt, Andrew Carnegie e JP Morgan, que tinham "um poder econômico e uma influência política enormes".
Assim como estes magnatas da indústria e grandes banqueiros do passado, Elon Musk faz uso de sua influência política para promover seus interesses.
Segundo especialistas, é para proteger sua rede X que Musk agita o debate político em vários países, sempre colocando-se ao lado da direita radical.
Hiperativo, o empresário pediu, por exemplo, a demissão do premiê britânico, Keir Starmer, e apoia ativamente o partido de extrema direita alemã AfD, ao mesmo tempo em que critica a Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia.
Em agosto passado, o Brasil ganhou protagonismo mundial na questão das plataformas digitais quando o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, ordenou o bloqueio ao acesso ao X em todo o país após a rede se negar a acatar ordens judiciais relacionadas com o combate à desinformação.
Musk ignorou os pedidos para eliminar perfis de apoiadores de Bolsonaro, em meio a uma disputa com Moraes sobre os limites da liberdade de expressão e as ameaças à democracia.
Após 40 dias de bloqueio, Musk cedeu e o X voltou a funcionar no país.
- Atritos com a base trumpista -
O Reino Unido aprovou uma lei que deveria afetar a atividade das redes sociais a partir deste ano, enquanto a União Europeia ameaça o X com uma multa rigorosa.
Musk é um elétron livre, mas não age completamente sozinho.
Em torno de Donald Trump agora gravitam vários magnatas da tecnologia de perfil bastante similar ao do dono da Tesla, que aderem a uma ideologia "libertária" misturada a ideias reacionárias.
No entanto, os interesses de alguns poucos homens extremamente ricos, com ambições globais e projetos futuristas nem sempre coincidem com os da base trumpista, hostil à globalização e favorável ao recuo na agenda identitária.
Um episódio recente confirma isto. Elon Musk e o empresário Vivek Ramaswamy, que vão codirigir a missão de cortes de gastos públicos, defenderam recentemente os vistos H1-B, que permitem às empresas levar aos Estados Unidos trabalhadores estrangeiros com habilidades específicas.
A posição da dupla - em particular de Vivek Ramaswamy, segundo quem "a cultura americana venerou a mediocridade no lugar da excelência por tempo demais" - causou indignação em algumas personalidades conservadoras.
"Acolhemos com beneplácito as pessoas do setor da tecnologia quando vieram correndo para nós... Mas não lhes pedimos que desenhassem a política migratória", afirmou Matt Gaetz, ex-congressista e apoiador fervoroso de Donald Trump.
T.Ibrahim--SF-PST