-
Tenista colombiano diz ter sido ameaçado de morte no Marrocos durante a Copa Davis
-
Câmara de Mineração confirma morte de 3 operários sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, pede indulto de Trump antes de responder a perguntas do Congresso
-
Jogador do Alianza Lima acusado de abuso sexual denuncia suposta vítima por extorsão
-
Opositora Machado denuncia 'sequestro' de aliado na Venezuela após breve libertação
-
Discord introduzirá reconhecimento facial para reforçar segurança de menores
-
Macron defende eliminação de vinhedos para enfrentar crise do vinho na França
-
Crise de combustível desacelera rotina em Cuba
-
Queda de Lindsey Vonn: um desafio que foi longe demais?
-
Cúmplice de Epstein se nega a responder perguntas no Congresso dos EUA
-
Dirigente opositor Guanipa está em paradeiro desconhecido após nova prisão na Venezuela
-
Espanha anuncia melhorias na segurança ferroviária após dois acidentes e uma greve
-
Regina Martínez, a médica mexicana que passeava com cachorros para se tornar atleta olímpica
-
Apesar da discrição, antitrumpismo marca presença nos Jogos Olímpicos de Inverno
-
Anatel trabalha para restabelecer bloqueio da plataforma de vídeos Rumble
-
Suíça Mathilde Grémaud supera estrela chinesa Eileen Gu e é ouro no esqui estilo livre em Milão-Cortina
-
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA
-
Primeiro-ministro britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
-
Nicole Silveira e Kim Meylemans: recém-casadas e rivais olímpicas
-
Diretor de comunicação de Starmer renuncia por vínculos de seu ex-embaixador com Epstein
-
UE exige que Meta permita acesso de chatbots concorrentes ao WhatsApp
-
Primeira-ministra do Japão promete 'mudança importante de política' após vitória esmagadora nas urnas
-
Ex-príncipe Andrew pode ter transmitido informações confidenciais a Epstein
-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
-
Aliado de María Corina Machado é detido poucas horas após sua libertação
-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
-
Trump chama de 'perdedor' esquiador olímpico por suas dúvidas de representar os EUA
-
Aliados de María Corina Machado são soltos dias antes de anistia na Venezuela
-
Real Madrid vence Valencia (2-0) e continua na cola do Barça
-
Socialista moderado vence extrema direita e se elege presidente em Portugal
-
Gramado natural ou sintético: estrelas do Super Bowl dão suas opiniões
-
Os números mais curiosos e exorbitantes do Super Bowl 2026
-
Betis vence na visita ao Atlético de Madrid (1-0) com golaço de Antony
-
Israel anuncia medidas para aumentar controle sobre a Cisjordânia ocupada
-
Inter de Milão goleia Sassuolo (5-0) e dispara na liderança da Serie A
-
City vence Liverpool de virada (2-1) e segue na briga pelo título da Premier com Arsenal
-
Bayern goleia Hoffenheim (5-1) com 3 gols de Luis Díaz e mantém distância na liderança
-
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
-
Cerca de 180 palestinos saíram de Gaza após reabertura da passagem de Rafah
Nova explosão de aparelhos de comunicação do Hezbollah deixa 14 mortos
Quatorze pessoas morreram e 450 ficaram feridas nesta quarta-feira (18) em explosões de walkie-talkies do Hezbollah no Líbano, aumentando o temor de uma guerra regional total, um dia após explosões de pagers pertencentes a membros do movimento islamita pró-Irã matarem 12 pessoas.
Em dois dias, essas explosões, atribuídas pelo Hezbollah a Israel, deixaram 26 mortos e mais de 3.200 feridos, segundo balanços oficiais libaneses.
Uma fonte próxima do Hezbollah informou hoje que aparelhos de comunicação “explodiram no subúrbio ao sul de Beirute", um dos seus redutos, enquanto veículos de comunicação estatais anunciaram explosões no sul e leste do país.
“A onda de explosões inimigas dirigidas contra walkie-talkies deixou 14 mortos e mais de 450 feridos”, informou o Ministério da Saúde libanês.
A AFPTV registrou imagens de pessoas correndo para se proteger, após uma explosão ocorrida durante o funeral de quatro militantes do Hezbollah mortos ontem na primeira onda de explosões de aparelhos de comunicação no subúrbio de Beirute.
Esse ataque, no qual centenas de pagers usados pelo Hezbollah explodiram, deixou 12 mortos e 2.800 feridos, centenas deles membros do grupo pró-iraniano, que prometeu um "castigo justo".
Segundo uma fonte da segurança libanesa, uma investigação preliminar apontou que os pagers "estavam programados para explodir e continham materiais explosivos inseridos junto à bateria".
Os pagers são aparelhos de troca de mensagens e localização de pequeno porte, que não precisam de cartão SIM, nem conexão com a internet.
No hospital Hôtel-Dieu de Beirute, a socorrista Joelle Khadra relatou que a maioria dos feridos apresentava ferimentos nos olhos e mãos, com amputações de dedos e alguns casos de perda de visão.
- Deslocamento do conflito -
Israel não dez qualquer comentários sobre estas explosões.
A primeira ocorreu horas depois de Israel anunciar a extensão para sua fronteira com o Líbano dos objetivos da guerra que trava há mais de 11 meses com o movimento islamista palestino Hamas na Faixa de Gaza.
O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, disse hoje que “o centro de gravidade” do conflito "se desloca para o norte", e que "uma nova fase" se inicia.
O Hamas condenou "energicamente a agressão sionista contra o povo irmão libanês” e ressaltou que essas operações “ameaçam a segurança e estabilidade” da região.
O chanceler libanês, Abdallah Bou Habib, advertiu que "o ataque flagrante à soberania e segurança do Líbano pode ser o indício de uma guerra mais ampla".
Os Estados Unidos alertaram para "uma “escalada” e vão se reunir amanhã em Paris com países europeus para discutir as negociações de trégua na Faixa de Gaza e a situação no Líbano, segundo fontes diplomáticas.
A Assembleia Geral da ONU pediu o fim da ocupação israelense dos territórios palestinos em um prazo de 12 meses, em uma resolução não vinculante denunciada por Israel.
A Arábia Saudita, que, antes do conflito, vislumbrava a normalização de suas relações com Israel, condiciona esse processo à criação de "um Estado palestino independente, com Jerusalém Oriental como capital", ressaltou o príncipe herdeiro e líder de fato do reino, Mohamed bin Salman.
- Revés -
Os ataques representaram um duro revés para o Hezbollah, já preocupado com a segurança de suas comunicações, após perder comandantes em ataques aéreos seletivos nos últimos meses.
Segundo uma fonte próxima do grupo, esse foi "o maior golpe já desferido contra a formação" por Israel. O chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, fará um pronunciamento público amanhã.
Desde o começo do conflito em Gaza, a fronteira com o Líbano tornou-se cenário de confrontos de artilharia quase diários entre o exército israelense e o Hezbollah, o que causou o deslocamento de dezenas de milhares de civis em ambos os países.
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Turk, disse que o ataque de terça-feira ocorreu em um "momento extremamente instável" e considerou "inaceitável" seu impacto na população civil.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, ressaltou que "objetos civis" não deveriam ser transformados em armas.
O conflito em Gaza foi desencadeado pela incursão letal de comandos do Hamas no sul de Israel em 7 de outubro, que provocou a morte de 1.205 pessoas, em sua maioria civis, segundo um levantamento da AFP baseado em dados oficiais israelenses.
Os bombardeios e operações terrestres israelenses destruíram o território palestino e causaram a morte de pelo menos 41.272 palestinos, de acordo com dados do Ministério da Saúde do território governado pelo Hamas, que a ONU considera confiáveis.
J.AbuShaban--SF-PST