-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
UE acorda importante pacote de ajuda à Ucrânia, como 'mensagem forte' a Putin
Os dirigentes da União europeia (UE) superaram nesta quinta-feira (1°) as desconfianças da Hungria e acordaram um novo pacote de ajuda financeira à Ucrânia de 50 bilhões de euros (R$ 267 bilhões), considerado uma "mensagem forte" ao presidente da Rússia, Vladimir Putin.
"Esses 50 bilhões de euros por quatro anos enviam uma mensagem muito forte a Putin, justo antes do segundo aniversário de sua brutal invasão" do território da Ucrânia, disse no encerramento da cúpula em Bruxelas a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.
O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, disse que o acordo "garante um financiamento firme, previsível e de longo prazo para a Ucrânia, que enfrenta uma invasão russa desde 24 de fevereiro de 2022.
"É muito importante que a decisão tenha sido tomada pelos 27 líderes, o que demonstra mais uma vez a sólida unidade da UE", celebrou o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky.
O presidente francês, Emmanuel Macron, declarou que a Rússia não deve contar com um "cansaço" da UE em relação ao apoio à Ucrânia.
Para o chefe de Governo da Espanha, Pedro Sánchez, o entendimento "demonstra que, nos momentos-chave, a UE é capaz de alcançar acordos e estar à altura das circunstâncias".
O grande pacote de ajuda é formado por 33 bilhões de euros (176 bilhões de reais) em empréstimos a longo prazo, além de 17 bilhões de euros (91 bilhões de reais) em garantias imediatas e transferências não reembolsáveis durante um prazo de quatro anos, até 2027.
O acordo alcançado inclui a elaboração de um relatório anual da Comissão Europeia sobre o uso dos fundos.
Os dirigentes também discutiram a entrega de ajuda militar à Ucrânia, em especial, a entrega de munições de morteiro e obuses.
Em março de 2023, a UE havia se comprometido a entregar à Ucrânia, até o fim de março, um milhão de obuses. Na quarta-feira, porém, o chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, admitiu que será entregue no prazo cerca de 52% do prometido.
A ofensiva russa se concentra no leste da Ucrânia, que, nos últimos meses, bombardeou infraestruturas de petróleo e gás em território russo.
Nesta quinta-feira, a central nuclear ucraniana de Zaporizhzhya, ocupada pela Rússia, vedou o acesso às suas instalações ao pessoal do operador ucraniano Energoatom, informou a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
Além disso, durante a cúpula, os dirigentes da UE abordaram rapidamente a situação do Oriente Médio, em especial as tensões no Mar Vermelho e a dramática situação humanitária na Faixa de Gaza, que enfrenta há quatro meses uma ofensiva israelense contra o movimento islamista Hamas.
- Bloqueio húngaro -
A Hungria exigia uma revisão anual da ajuda, mas os outros países do bloco queriam evitar que Budapeste tivesse a oportunidade de apresentar seu veto a cada ano.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, usou o poder de veto ao pacote de ajuda à Ucrânia para obter, em troca, a liberação dos fundos europeus que correspondem a seu país e que a UE havia bloqueado por dúvidas sobre o Estado de Direito no país.
Orbán havia bloqueado o acordo em dezembro. Pouco antes dessa reunião, a UE havia liberado 10 bilhões de euros (53 bilhões de reais) para a Hungria, mas isso não foi suficiente para o governante húngaro apoiar o enorme pacote de ajuda.
Em sua conta no Facebook, Orbán garantiu que o dinheiro que a UE deve a seu país e que mantém congelado não será enviado à Ucrânia.
"Temíamos que os fundos devidos aos húngaros e atualmente congelados pela Comissão Europeia acabassem na Ucrânia", afirmou, antes de destacar que recebeu "garantias" de que isso não acontecerá.
- Mil tratores -
A cúpula começou sob a pressão de uma enorme manifestação de agricultores belgas, que bloquearam durante a madrugada as principais avenidas de Bruxelas com quase mil tratores e máquinas agrícolas.
A polícia conseguiu manter o grupo afastado da sede da reunião, mas os manifestantes incendiaram pneus e jogaram objetos na direção dos agentes em uma praça próxima do Parlamento Europeu.
Os protestos de produtores agropecuários se multiplicaram nas últimas semanas em vários países da UE, com epicentro na França, onde os principais sindicatos do setor convocaram bloqueios de estradas, mesmo após obterem êxito em muitas das suas reivindicações.
D.Khalil--SF-PST