-
França reforça segurança diante de mais um sábado de manifestações de alto risco
-
UE e Canadá lançam nova "aliança" com acordos sobre minerais críticos, IA, Ucrânia
-
Técnico do Chelsea, Xabi Alonso não cogita empréstimo de Estêvão
-
Zverev e Alcaraz vão às semifinais do ATP 500 de Viena; Medvedev se garante no Finals
-
"Mentiram para nós": queda nos fundos de pensão preocupa aposentados no Chile
-
Ucranianos aproveitam trégua para fugir de cidade ocupada por Moscou
-
Meta faz acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
-
Alcaraz vai à semifinal do ATP 500 de Viena; Medvedev garante vaga no Finals
-
Papa Leão XIV votou nas eleições de meio de mandato dos EUA
-
Trump remarca comícios cancelados em Kansas e Iowa antes das eleições de meio de mandato
-
Americana que sobreviveu à execução diz que vive com dores constantes
-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
أسرة هاني المبحوح بين فقد ابن وتعثر علاج مصابين من أبنائه
-
إرشادات بريطانية للجنود تشمل راحة من الشاشات ورسائل بالإيموجي
-
كيف يمنع المرهقون ضغوطهم من إيذاء أقرب الناس إليهم؟
-
انخفاض إجلاء أطفال غزة للعلاج 75% مقارنة بالسنة الأولى للحرب
-
إضرابات في أكثر من 100 ميناء احتجاجاً على شحن الأسلحة
-
الذهب يتراجع مع ارتفاع توقعات زيادة الفائدة الأميركية
-
هجمات متفرقة للمستوطنين تصيب فلسطينيين وتستهدف منازل ومزارعي زيتون
-
مقتل عامل بمحطة زابوريجيا النووية في هجوم بمسيّرة
-
غريزليز يهزم بليزرز ويحافظ على انطلاقته الكاملة في دوري السلة الأميركي
-
ألونسو يكرر انتقاده لمستوى القيادة قبل جائزة المكسيك
-
تعطل إنتاج أقنعة علاج الحروق في غزة بسبب نقص المستلزمات
-
أكثر من 1193 مستوطناً دخلوا المسجد الأقصى خلال أسبوع
-
كيم يدعو إلى تفوق كوري شمالي في تقنيات الطائرات المسيّرة
-
الدفاعات السعودية تدمر أربعة صواريخ أطلقها الحوثيون
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
تيك توك يحول مشاهدات الطعام إلى حجوزات مطاعم
-
شتاء السعودية يطرح 1800 منتج سياحي في تسع وجهات
-
جذور الخلاف بين الأزهر والسلفية في عهد الطيب
Qual impacto da perda da classificação AAA para os EUA?
Uma eventual perda da classificação AAA ("triple A") por parte dos Estados Unidos, após a advertência feita na quarta-feira (24) pela agência de classificação de risco Fitch, seria sobretudo simbólica, em meio à possibilidade de um default no país.
Ainda assim, essa degradação não seria inédita, e suas consequências para a maior economia do mundo poderiam ser limitadas, já que sua dívida é, hoje, muito cobiçada nos mercados.
- O que é um AAA? -
O AAA, ou triplo A, é a melhor nota que uma agência de classificação pode atribuir para avaliar a capacidade de um Estado, coletividade, ou empresa, de pagar sua dívida.
As três principais agências do mundo — S&P Global, Fitch e Moody's — utilizam um sistema de rating materializado na forma de letras que variam de AAA (a melhor nota possível) a C, ou D, quando há inadimplência.
Em tese, essas classificações refletem a saúde econômica desses atores. Para classificar um país, por exemplo, as agências avaliam crescimento, dívida, déficit, gastos, arrecadação de impostos, entre outros critérios. Com base nisso, estabelecem um diagnóstico que orienta os financiadores na hora de investir.
Consequentemente, quanto mais baixa for a nota, mais os investidores tendem a exigir uma taxa de juro elevada quando emprestam dinheiro para um Estado, ou para uma empresa, já que sua dívida será considerada mais arriscada.
- Quem tem uma classificação triplo A? -
Apenas um número reduzido de países tem a melhor pontuação possível nas três grandes agências: Austrália, Dinamarca, Alemanha, Holanda, Suécia, Noruega, Singapura, Suíça e Luxemburgo.
Outros têm AAA em uma, ou duas, das três agências, como Estados Unidos, Canadá e União Europeia.
- Quem perdeu o triplo A? -
Na Europa, vários países, como a França, foram privados da classificação máxima nas três principais agências após a crise financeira global de 2008.
Ainda assim, após perder seu AAA em 2012-2013, a França “não perdeu investidores” em sua dívida, lembra Anne-Laure Kiechel, fundadora e CEO da consultoria Global Sovereign Advisory, especializada na estratégia econômica dos Estados.
- Quais são as consequências de perder o triplo A? -
A perda do triplo A é simbólica pelo sinal que envia aos mercados. Na prática, se os Estados Unidos fossem rebaixados em um grau, sua classificação ainda seria muito favorável (AA+). A dívida americana continua a gerar uma enorme confiança e se mantém como um investimento incontornável da poupança global.
“O dólar é a moeda de reserva mundial”, recordou a Fitch em suas conclusões de quarta-feira (24), sugerindo que os Estados Unidos continuarão a encontrar compradores para sua dívida sem grandes problemas, embora as taxas de juro possam subir ligeiramente.
Em 2013, essa agência já havia colocado os Estados Unidos sob uma "perspectiva negativa", indicando, assim, que não descartava baixar sua nota. Mas, no final, acabou não fazendo isso.
A Fitch, que classifica os Estados Unidos desde 1994, e a Moody's, que o faz desde 1949, nunca rebaixaram sua nota.
Em 2011, no entanto, os Estados Unidos já haviam perdido sua apreciada classificação AAA da agência S&P Global, de modo que o alcance de uma degradação por parte da Fitch seria limitado.
Diante do risco de degradação, a porta-voz da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, considerou, ontem, que se trata de "uma crise fabricada". Nesse sentido, criticou a recusa dos conservadores no Congresso a votarem o aumento do limite da dívida do país, essencial para evitar uma moratória.
B.AbuZeid--SF-PST