-
Papa Leão XIV votou nas eleições de meio de mandato dos EUA
-
Trump remarca comícios cancelados em Kansas e Iowa antes das eleições de meio de mandato
-
Americana que sobreviveu à execução diz que vive com dores constantes
-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
أسرة هاني المبحوح بين فقد ابن وتعثر علاج مصابين من أبنائه
-
انخفاض إجلاء أطفال غزة للعلاج 75% مقارنة بالسنة الأولى للحرب
-
غريزليز يهزم بليزرز ويحافظ على انطلاقته الكاملة في دوري السلة الأميركي
-
ألونسو يكرر انتقاده لمستوى القيادة قبل جائزة المكسيك
-
الدفاعات السعودية تدمر أربعة صواريخ أطلقها الحوثيون
-
كيم يدعو إلى تفوق كوري شمالي في تقنيات الطائرات المسيّرة
-
أكثر من 1193 مستوطناً دخلوا المسجد الأقصى خلال أسبوع
-
تعطل إنتاج أقنعة علاج الحروق في غزة بسبب نقص المستلزمات
-
هجمات متفرقة للمستوطنين تصيب فلسطينيين وتستهدف منازل ومزارعي زيتون
-
الذهب يتراجع مع ارتفاع توقعات زيادة الفائدة الأميركية
-
إضرابات في أكثر من 100 ميناء احتجاجاً على شحن الأسلحة
-
كيف يمنع المرهقون ضغوطهم من إيذاء أقرب الناس إليهم؟
-
مقتل عامل بمحطة زابوريجيا النووية في هجوم بمسيّرة
-
إرشادات بريطانية للجنود تشمل راحة من الشاشات ورسائل بالإيموجي
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
تيك توك يحول مشاهدات الطعام إلى حجوزات مطاعم
-
شتاء السعودية يطرح 1800 منتج سياحي في تسع وجهات
-
جذور الخلاف بين الأزهر والسلفية في عهد الطيب
-
الهاتف يزاحم الحياة اليومية على انتباه المستخدمين
-
ثقافة الكمال ونفاد الصبر يعرقلان التغيير
-
رحلة في الأردن تستعيد تاريخ التعايش الديني
-
تقارير أميركية: عملية عسكرية مرتقبة ضد إيران لمدة أسبوع تشمل قيادات وبنية تحتية ومنشآت نووية
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
غاري نيفيل يطالب عائلة غليزر ببيع مانشستر يونايتد
-
دبي للخدمات المالية تغرم موديز 2.14 مليون درهم لإخلالها بسرية البيانات
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
Comunidades rurais do oeste dos EUA abraçam ideias separatistas
A fronteira entre o estado do Oregon e seu vizinho mais conservador Idaho está marcada pelas imponentes Montanhas Rochosas. Para alguns habitantes desta região predominantemente rural, porém, esta linha tem de ser modificada para além do critério geográfico.
Debbie Price, de 64 anos, moradora de Joseph, uma pequena comunidade rural do Oregon perto da divisa entre ambos os estados, pertence a um movimento local que quer redesenhar o mapa da região leste do estado para poder se separar e se unir a Idaho, lugar que é um reduto de ideias mais conservadoras, do qual se sente mais próximo.
"Talvez eu seja antiquada (...) Mas não quero avanços, nem tentar ir na direção que o mundo está tomando", disse à AFP essa assistente jurídico aposentado.
“Há muito mais liberdades em Idaho do que aqui”, diz Debbie, que questiona, porém, as rígidas leis de armas do Oregon, assim como sua política flexível de drogas, descriminalização do aborto e defesa dos direitos das pessoas da comunidade LGBTQ+.
"Quero que tudo fique como está", acrescenta, ou seja, sem as mudanças que ela atribui à agenda "woke" (termo usado para grupos, ou tendências, mais progressistas). Por isso, aplaude as autoridades de Idaho por criminalizarem o aborto.
Oregon não elege um governador republicano há 40 anos. A divisão política é, contudo, visível geograficamente: os condados rurais votam em republicanos conservadores, enquanto as cidades, que concentram a maior parte da população no oeste do estado, são de maioria democrata.
- 'Grande Idaho' -
Nas áreas rurais, muitos eleitores se sentem mais distantes da elite urbana que vive na costa do Pacífico do que do estado vizinho. Assim, ganhou força a proposta de criar uma "Grande Idaho" que abarque metade do Oregon.
Onze dos 15 condados do leste aprovaram leis locais para forçar os funcionários públicos a debater, de forma periódica, os termos de uma hipotética secessão. Nesta terça-feira, o condado de Wallowa, onde Debbie Price mora, votará uma medida similar.
Em um clima de frustração nesta região pouco povoada dos Estados Unidos, abundam faixas como "Movam a fronteira do Oregon" e "Trump 2024", referindo-se à eleição presidencial do ano que vem.
Os habitantes dessas comunidades sentem que as leis quem emanam das cidades ignoram seu modo de vida rural.
Esses moradores reivindicam políticas ambientais como a proteção dos lobos — para eles, uma ameaça ao seu gado —, ou a restrição da atividade madeireira, que eles veem como causadora do declínio desse setor. Também questionam a pressão por alternativas ao uso de combustíveis fósseis.
Por enquanto, porém, a "Grande Idaho" parece ser apenas um sonho. Mudar a fronteira exigiria a aprovação por parte das Assembleias estaduais de Idaho e Oregon, além da aprovação do Congresso em Washington, D.C..
Esse é um cenário altamente improvável nos Estados Unidos, país com uma longa história de separatismo: a Guerra Civil deu origem à Virgínia Ocidental, em 1863, e a Califórnia resistiu a mais de 200 tentativas de secessão. Os democratas zombam da proposta separatista.
Ainda assim, em fevereiro, a Câmara de Representantes de Idaho aprovou uma resolução para discutir um eventual projeto separatista. Isso deu ímpeto aos defensores da secessão, como o fazendeiro Curt Howell, de 67 anos, que acredita que a ideia possa ser aplicada além do Oregon.
V.Said--SF-PST