-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 21 mortos e diminui esperanças de paz
-
Diretor da CIA viaja a Havana para reunião excepcional com autoridades cubanas
-
Julgamento de Elon Musk contra OpenAI em argumentos finais
-
Trump buscará concluir sua cúpula com Xi com resultados tangíveis em comércio
-
Com vaias a Mbappé, Real Madrid vence o rebaixado Oviedo no Campeonato Espanhol
-
Calculadora na mão e paciência: Arsenal e City batalham pelo título na penúltima rodada do Inglês
-
Tiger Woods retorna à Flórida após passar por tratamento no exterior
-
Príncipe Harry e Meghan Markle produzirão filme sobre Afeganistão para Netflix
-
Cuba se recupera aos poucos de apagão maciço, mas situação segue crítica
-
Messi, o menino que encerrou a carreira do treinador que viu 'o melhor jogador do mundo'
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 16 mortos e diminui esperanças de paz
-
Mercado do petróleo se mantém estável, de olho em reunião entre Trump e Xi
-
Presidente palestino anuncia que está preparado para realizar eleições
-
França anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026
-
Na OEA, Noboa se diz disposto a 'trabalhar com países que querem paz'
-
Após apagão, Cuba restabelece energia aos poucos, mas situação segue crítica
-
'El Partido' estreia com destaque no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 10 mortos e diminui esperanças de paz
-
Ancelotti renova com a CBF para comandar a Seleção até 2030
-
Dior homenageia Hollywood com seu desfile Cruise em Los Angeles
-
Xi adverte Trump que questão de Taiwan pode resultar em 'conflito'
-
FMI alerta para 'cenário adverso' caso guerra no Irã se prolongue
-
Cientistas alertam Fifa sobre risco de calor extremo na Copa do Mundo de 2026
-
Carlo Ancelotti renova contrato com a CBF e ficará na Seleção até 2030
-
Fundo de investimento público saudita vai patrocinar Copa do Mundo de 2026
-
Princesa Kate encerra visita à Itália com aula de preparo de massa
-
Alguns israelenses sonham em se estabelecer no sul do Líbano
-
Coco Gauff disputará final do WTA 1000 de Roma pelo segundo ano consecutivo
-
Sinner bate Rublev e estabelece recorde de vitórias consecutivas em Masters 1000
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 8 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Líbano e Israel negociam nos EUA às vésperas do fim do cessar-fogo
-
Polícia do Equador prende líder da organização criminosa que controlava Quito
-
Cuba tem apagão maciço e protestos, enquanto governo diz estar sem combustível
-
Irã não recebeu vistos para viajar aos Estados Unidos e disputar a Copa
-
Ministro da Saúde britânico renuncia, provável rival de Starmer à frente do trabalhismo
-
Rainha Margreth II da Dinamarca, que abdicou em 2024, é internada por dores no peito
-
Grande apagão atinge o leste de Cuba
-
Shakira, Madonna e BTS farão show do intervalo na final da Copa do Mundo
-
Cães policiais farejam entorpecentes no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 5 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Flávio Bolsonaro nega irregularidade em vínculo com banqueiro Daniel Vorcaro
-
Uma mulher à frente da ONU seria 'reparação histórica', diz candidata equatoriana a secretária-geral
-
Uma Copa do Mundo gigante construída em três países às custas do meio ambiente
-
Primeira-ministra da Letônia renuncia após polêmica sobre incursão de drones ucranianos
-
Chanceleres do BRICS se reúnem na Índia com Irã e petróleo como pano de fundo
-
Juiz suspende sanções americanas contra especialista da ONU sobre palestinos
-
Cientistas alertam para risco de calor extremo na Copa do Mundo
-
Ataque russo contra Kiev deixa um morto e dezenas de feridos
-
Cuba culpa EUA por 'tensa' crise energética
-
Xi alerta Trump sobre Taiwan durante reunião em Pequim
FMI afirma que países da Europa devem 'matar' a inflação
Os bancos centrais europeus devem "matar o monstro" da inflação e prosseguir com os aumentos das taxas de juros, afirmou nesta sexta-feira (28) o diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a Europa.
"Você precisa ir e matar o monstro", disse Alfred Kammer em uma conferência sobre a economia europeia em Estocolmo.
Ele disse ainda que "a história está repleta" de exemplos de formuladores de políticas que pausam os aumentos dos juros e depois precisam de "uma segunda tentativa" de reduzir a inflação, causando ainda mais dor à economia.
Para controlar a onda de inflação mundial, particularmente forte nos Estados Unidos e na Europa, os bancos centrais ocidentais elevaram consideravelmente as taxas de juros desde o ano passado, o que provocou a desaceleração da economia mundial e inquietações para o setor bancário.
Agora que os índices de preços estão desacelerando dos dois lados do Atlântico, o FMI pede que os esforços para conter a inflação continuem sendo uma prioridade.
No caso do Banco Central Europeu (BCE), que já alterou as taxas de juros ao nível mais elevado desde outubro de 2008 (uma margem de 3% a 3,75%), isto deve ser traduzido em "mais" aumentos das taxas por "mais tempo", disse Kammer.
Esta política de contenção monetária do BCE deve prosseguir "até meados de 2024, com o objetivo de fazer a inflação retornar à meta (de 2%) em algum momento de 2025", afirmou o economista alemão.
Para o FMI, a necessidade de frear a inflação supera as inquietações a respeito do sistema bancário e financeiro.
"E não há dúvida sobre isso", disse Kammer. "Nossa avaliação é que o sistema bancário deve realmente ser capaz de administrar o estresse procedente das taxas de juros mais elevadas".
Apesar dos colapsos recentes do banco americano SVB e do suíço Crédit Suisse, "na Europa, temos um sistema bancário saudável, bem capitalizado, muito regulamentado e bem monitorado", afirmou.
O FMI também faz um apelo para que os governos europeus reduzam o déficit público e o tamanho dos dispositivos de assistência social diante da inflação.
Questionado sobre os riscos para o crescimento, Kammer destacou que o desemprego continua baixo na zona do euro e que a economia do bloco "está em capacidade plena".
Ao falar sobre os salários, ele disse que na zona do euro os reajustes foram modestos enquanto os lucros aumentaram.
"Portanto há uma pequena margem para aumentos salariais", disse Kammer.
R.Shaban--SF-PST