-
Meta impulsiona visão global da IA em meio a concorrência com China, OpenAI e Anthropic
-
Colômbia declara "situação de emergência" após forte terremoto que deixou 111 mortos
-
Jogos da Libertadores e da Sul-Americana na Colômbia são suspensos após terremoto
-
Embraer melhora previsões após receita recorde
-
Trump avança em ofensiva contra vacinas nos EUA
-
EUA elogia desregulamentação ambiental em Trinidad e Tobago após reabertura de siderúrgica
-
Sobe para 6.301 número de mortos por terremotos na Venezuela
-
Jogos dos campeonatos locais da Colômbia são adiados após terremoto
-
Parlamentares da Turquia apoiam lei histórica para reintegrar combatentes do PKK curdo
-
Burrito causa desconforto no partido de Trump
-
Forlán assume 'privilégio' de ser técnico interino do Uruguai
-
Forte terremoto na Colômbia deixa 111 mortos e 87 feridos
-
Zagueiro uruguaio Ronald Araújo, do Barcelona, é emprestado ao Liverpool
-
Autoridade islâmica da Indonésia proíbe homens de usar "roupa feminina" para celebrar independência
-
Começa julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur, 30 anos depois
-
Manual de instruções para entender a guerra de poder no futebol mundial
-
Justiça russa proíbe único partido contrário à guerra de disputar eleições parlamentares
-
Restos de mulher grávida de 9 mil anos são encontrados na Suécia
-
Mergulhadores italianos encontram restos de um navio romano com centenas de ânforas
-
Forte terremoto deixa 69 mortos e destruição na Colômbia
-
Após 3 anos de interrupção, campeonato palestino de futebol será retomado em setembro
-
Congressista americana de esquerda documenta processo de congelamento de óvulos
-
Federações de EUA e Canadá, coanfitriões da Copa do Mundo, se opõem a Infantino
-
Meta lança novo modelo de IA e Zuckerberg expõe sua visão sobre o futuro
-
Forte terremoto atinge Colômbia e deixa 18 mortos e danos no oeste do país
-
Barcelona recusa primeira proposta do PSG por Ferran Torres
-
Mbappé se reapresenta ao Real Madrid após três semanas de férias
-
Forte terremoto atinge a Colômbia e é sentido no Equador e no Panamá
-
Ilha de Ulisses espera onda de turistas após estreia de filme de Nolan
-
Começa o julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur, 30 anos depois
-
Chuvas provocam 13 mortes nas Filipinas
-
Lucrativa IA chinesa agita a concorrência de preços entre os gigantes americanos
-
Meta enfrenta novo julgamento na Califórnia por efeito viciante de redes sociais
-
Trechos do Reno, na Alemanha, podem se tornar inavegáveis
-
Ataque ucraniano mata 13 pessoas na região central da Rússia
-
Uefa, Concacaf e AFC afirmam a Infantino que o futebol 'não pertence a nenhum indivíduo'
-
Calor recorde em julho em regiões onde vivem 900 milhões de pessoas
-
Crise na Fifa: o futebol 'não pertence a nenhum indíviduo, afirmam Uefa, Concacaf e AFC
-
Tufão Dolphin perde força mas provoca o cancelamento de centenas de voos
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 är färdigutvecklat – SNC SCANDIC ECO-Systemet är nu komplett
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 je hotový – systém SNC SCANDIC ECO je kompletní
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 jest gotowy – system SNC SCANDIC ECO jest kompletny
-
تم الانتهاء من تطوير SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 – وبذلك أصبح نظام SNC SCANDIC ECO متكاملاً
-
स्कैंडिक ट्रेड अल्टीमेट 2.6 अब पूरा हो गया है – SNC स्कैंडिक इको-सिस्टम अब पूरी तरह से चालू है।
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6が完成――SNC SCANDIC ECOシステムが完成しました
-
Ataques entre Rússia e Ucrânia deixam 18 mortos
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6이 완성되었습니다 – SNC SCANDIC ECO-시스템이 완성되었습니다
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 已正式推出——SNC SCANDIC ECO 系統現已完整建置
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 завершена — экосистема SNC SCANDIC стала полноценной
-
SCANDIC TRADE Ultimate 2.6 завершено — екосистема SNC SCANDIC стала повноцінною
Embaixada do Líbano nos EUA diz que Hezbollah aceitou cessar ataques contra Israel
A embaixada do Líbano em Washington afirmou nesta segunda-feira (1º) que o Hezbollah aceitou uma proposta dos Estados Unidos para deixar de atacar Israel em troca da suspensão da ofensiva israelense, pouco depois de o presidente americano, Donald Trump, declarar ter mantido "uma conversa muito boa" com o grupo islamista.
Segundo o acordo, "os ataques israelenses contra Dahiyeh cessariam em troca de o Hezbollah se abster de lançar ataques contra Israel", em referência aos subúrbios do sul de Beirute, que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia ameaçado atacar nesta segunda-feira.
Israel pediu nesta segunda-feira a evacuação dos subúrbios do sul de Beirute após ordenar bombardeios contra esse reduto do Hezbollah, ao mesmo tempo em que intensificou sua ofensiva terrestre no Líbano, onde realiza sua incursão militar mais profunda em 26 anos.
Donald Trump havia assegurado nesta segunda-feira que Netanyahu se comprometeu a não enviar tropas para Beirute e que o Hezbollah cessaria "todos os combates".
A ofensiva israelense contra seu vizinho do norte ocorre em paralelo às negociações dos Estados Unidos com o Irã para pôr fim à guerra no Oriente Médio.
O Irã acusou nesta segunda Israel de cruzar as "linhas vermelhas" no Líbano e ameaçou abrir "novas frentes", apesar da trégua em vigor desde 8 de abril.
Também reiterou que qualquer acordo com os Estados Unidos dependerá precisamente da implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano.
Líbano e Israel concordaram com uma trégua em 17 de abril, mas ela nunca chegou a ser respeitada.
Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU se reunirá de urgência nesta segunda a pedido da França, cujo presidente, Emmanuel Macron, afirmou que "nada justifica a grande escalada em curso no sul do Líbano".
A União Europeia pediu a Israel, que se retirou do Líbano em 2000 após 18 anos de ocupação, que acabe com sua "escalada militar" nesse país, enquanto a ONU se declarou "muito preocupada".
- "Pânico generalizado" -
Após os anúncios de ataques nos arredores de Beirute, jornalistas da AFP viram centenas de famílias deixarem o sul da capital, a pé, de moto ou em outros veículos.
"Fomos embora imediatamente", contou um jovem de 24 anos que se identificou como Hadi. As declarações israelenses "provocaram um pânico generalizado", declarou.
Israel afirma que sua ofensiva no Líbano busca "esmagar" o grupo xiita Hezbollah, que, como aliado do Irã, retomou as hostilidades em 2 de março em solidariedade com Teerã, alvo da campanha israelense-americana.
Netanyahu alegou as "repetidas violações do cessar-fogo" por parte do Hezbollah e os ataques contra as "cidades e os cidadãos" de seu país.
Uma fonte próxima ao Hezbollah indicou nesta segunda à AFP que o grupo "não se comprometerá a deixar de bombardear o norte" de Israel. "Por que cessar esses ataques que prejudicam Israel enquanto continua a bombardear o Líbano?", questionou.
Por sua vez, Trump afirmou em sua rede Truth Social que teve "uma ótima chamada telefônica com o Hezbollah" por meio de intermediários e que o movimento concordou "que cessarão todos os combates". "Israel não os atacará e eles não atacarão Israel", acrescentou.
- "Agressão feroz" -
O Hezbollah reivindicou nesta segunda-feira ataques com mísseis contra alvos militares no norte de Israel.
Nos últimos dias, o Exército israelense avançou em sua invasão do sul do Líbano, onde declarou zona de combate todo o território libanês situado ao sul do rio Zahrani, que corre a 40 km da fronteira entre os dois países.
No domingo, reivindicou a tomada da estratégica fortaleza de Beaufort, o que Netanyahu qualificou como "uma virada decisiva" nas operações.
O Hezbollah afirmou nesta segunda, em um comunicado, que combatia as forças israelenses nos arredores da fortaleza, que domina o sul do Líbano e parte do norte de Israel, e que serviu de base para as forças israelenses antes de sua retirada no ano 2000.
O Exército israelense também bombardeou nesta segunda mais de 40 localidades do sul, em particular na região de Tiro, perto de um hospital, causando danos e vários feridos, segundo a Agência Nacional de Informação.
O presidente libanês, Joseph Aoun, denunciou uma "agressão feroz" por parte de Israel, mas assegurou que as negociações entre os dois países, às quais o Hezbollah se opõe, continuam sendo "a única forma de pôr fim à guerra".
Desde o início da guerra em 2 de março, mais de 3.412 pessoas morreram no Líbano e mais de um milhão foram deslocadas, segundo Beirute.
O balanço do lado israelense chega a 26 mortos, após a morte de outro soldado nesta segunda-feira.
Desde o início da guerra, em 2 de março, mais de 3.412 pessoas morreram no Líbano e mais de um milhão foram deslocadas, segundo Beirute.
O balanço do lado israelense subiu para 26 mortos após a morte de outro soldado nesta segunda-feira.
M.AlAhmad--SF-PST