-
Fifa nega ter controle sobre vistos para a Copa do Mundo
-
Importância da parte elétrica dos motores de F1 diminuirá em 2027 e 2028
-
Jogadores terão representação no Conselho da Fifa, anuncia FIFPro
-
Manifestantes enfrentam a polícia em protesto contra o governo na Bolívia
-
Papa abençoa torre mais alta da Sagrada Família, em Barcelona, após missa majestosa
-
Raphinha espera retribuir Ancelotti, seu ex-rival nos clássicos Barça-Real Madrid
-
Mboko se lesiona em jogo de simples em Queen's e é dúvida para torneio de duplas com Serena
-
"É a Copa dele", diz diretor técnico da seleção espanhola, sobre Yamal
-
Marrocos tem três desfalques no treino a três dias de enfrentar o Brasil na Copa
-
Seleção holandesa abre as portas ao público em seu primeiro treino em Kansas City
-
Chefe da Nasa defende tripulação da missão Artemis III, composta apenas por homens
-
Papa chega à Sagrada Família, em Barcelona, para abençoar torre de Jesus Cristo
-
Milhares marcham na Bolívia contra governo, que avalia decretar estado de exceção
-
Criança morre baleada em manifestação em defesa das mulheres no Afeganistão
-
'Nunca vitimizei ninguém', diz Bill Gates em audiência sobre caso Epstein
-
Estádio Azteca, templo de Pelé e Maradona, revive sua história em mais uma Copa do Mundo
-
Chefe do Pentágono visita Guantánamo e adverte Cuba sobre compra de armas
-
Consórcio alemão espera construir novo caça após fracasso do projeto SCAF
-
Inflação dos EUA sobe ao nível mais alto em três anos e pressiona Trump
-
Belfast se prepara para novos incidentes após protestos anti-imigração
-
Bill Gates comparece ao Congresso dos EUA para depor sobre caso Epstein
-
Além do futebol, Copa do Mundo se transforma em uma vitrine musical
-
Protestos ressurgem em uma Venezuela sem a mão de ferro de Maduro
-
Papa abençoará a Sagrada Família em Barcelona, a igreja mais alta do mundo
-
Copa do Mundo é momento de risco para dependentes de apostas esportivas
-
Pelúcias de Messi como 'GOAT' fazem sucesso entre torcedores na China
-
Julian Barnes vence o prêmio Princesa das Astúrias de Letras
-
Valeria, uma jovem ucraniana que enfrenta as cicatrizes psicológicas da guerra
-
Irã e EUA anunciam ataques e se distanciam da possibilidade de acordo de paz
-
Suspeito de ataque em Belfast comparece a tribunal após noite de violência
-
Árbitro impedido de entrar nos Estados Unidos é recebido como herói na Somália
-
Nova companhia aérea saudita inicia operações durante guerra no Oriente Médio
-
Número de mortos em terremoto nas Filipinas sobe para 46
-
Com gol de Messi, Argentina vence Islândia (3-0) em amistoso preparatório para Copa
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar helicóptero
-
Colômbia vence Paraguai (4-3) e é campeã da Liga das Nações Feminina
-
Ameaças a congressistas americanos disparam no Facebook
-
Coreia do Norte diz que visita de Xi originou 'plano abrangente'
-
Filho do cineasta Rob Reiner, acusado de matar os pais, reivindica fundos da família
-
"Espero que tenha algo italiano no menu", diz piloto da Artemis III
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar um helicóptero
-
Uma mulher à frente da ONU? Candidatas acreditam que chegou a hora
-
Benfica se despede de Mourinho e anuncia acordo com Marco Silva
-
Endrick, Nico Paz, Cubarsí... Jovens, mas prontos para a Copa do Mundo
-
Atalanta demite técnico Palladino e Sarri poderá sucedê-lo
-
Papa discursa sobre saúde mental e feminicídios durante vigília na Espanha
-
Arquibancadas, gramado, logotipos: estádios da NFL se transformam para a Copa do Mundo
-
Tuchel sobre Inglaterra na Copa do Mundo: 'Não somos grandes favoritos'
-
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos EUA e promete 'responder'
-
Milhares de manifestantes fecham avenida que dá acesso a estádio da Copa no México
A arte preta no acervo de Alicia Keys e Swizz Beatz
A estrela mundial do R&B Alicia Keys e seu parceiro, o influente produtor de hip-hop Swizz Beatz, são dois apaixonados por arte. A coleção do casal, composta principalmente de obras de artistas negros americanos, ou da "diáspora africana", poderá ser apreciada pelo público no Museu do Brooklyn, em Nova York, a partir deste sábado (10).
A exposição recebe o nome de "Gigantes". Não apenas pelo tamanho de algumas obras, mas porque "nós queremos que vocês vejam os gigantes, em cujos ombros nos apoiamos", destacou a ganhadora de 16 Grammys, os mais populares pela canção "Fallin'" (2001), ou pela icônica "Empire State of Mind", parceria com Jay-Z.
Os "gigantes" de Alicia Keys e Swizz Beatz incluem nomes como o pintor nova-iorquino Jean-Michel Basquiat (1960-1988), o fotógrafo maliano Malik Sidibé (1936-2016) e o fotógrafo e cineasta americano Gordon Parks (1912-2006), que documentou a segregação racial e o movimento pelos direitos civis nos Estados Unidos.
A exposição também apresenta trabalhos de artistas contemporâneos, como Kehinde Wiley e Amy Sheldon, conhecidos por seus retratos de Barack e Michelle Obama, na National Portrait Gallery de Washington, onde predominam figuras negras.
Outro destaque é o pintor de Botsuana radicado nos Estados Unidos Meleko Mokgosi, cujas pinturas monumentais da exibição "Bread, Butter and Power" (Pão, Manteiga e Poder) exploram as relações de poder e gênero nas sociedades do sul da África.
A coleção de Keys e Beatz também inclui Kwame Brathwaite (1938-2023), fotógrafo do movimento "Black is Beautiful", e Jamel Shabazz, que capturou em suas lentes a atmosfera em torno do movimento hip-hop em Nova York.
- Pioneiro -
Nascido no Bronx, Swizz Beatz, cujo nome verdadeiro é Kasseem Daoud Dean, é DJ e produtor. Seu primeiro sucesso veio antes dos 20 anos, quando lançou a carreira do rapper DMX.
Nessa época, começou a adquirir obras de arte e, agora, é considerado um pioneiro na exposição de artistas negros - alguns dos quais tiveram um aumento significativo em seus preços, nos últimos anos.
Muito próximo do Museu do Brooklyn, Swizz Beatz faz parte de seu conselho de administração.
Entre os artistas com obras em exposição, está o ex-jogador de futebol americano e pintor Ernie Barnes (1938-2009). Seu acrílico sobre tela "Sugar Shack", que aparece na capa do álbum "I Want You", do falecido "Príncipe do Soul" Marvin Gaye, atingiu US$ 15,2 milhões (R$ 75,9 milhões) em um leilão de 2022. Esse valor é dez vezes superior ao inicialmente estimado.
"Coletamos artistas de todo o mundo. A razão pela qual nos concentramos em artistas pretos (...) é porque nossa própria comunidade não colecionava esses gigantes", explica Swizz Beatz, em um vídeo.
- "Mundo muito mais complexo" -
A exposição também ilustra a tentativa das instituições culturais de alcançar um público mais jovem e diversificado.
"Na história da arte, as narrativas sempre tendem a se concentrar em histórias 'eurocêntricas'. A maioria dos museus enfrenta o fato de que essas histórias impregnaram suas coleções por gerações, até séculos", explica a curadora de arte moderna e contemporânea do Museu do Brooklyn, Kimberli Gant.
"Por meio das exposições que apresentam e das obras de arte que adquirem, (os museus) tentam mostrar que o mundo é muito mais complexo. É muito mais desorganizado. Tem mais nuances, talvez, do que mostraram as coleções que conservaram por muito tempo", acrescentou.
No sábado, durante a abertura ao público, a coleção de Alicia Keys e Swizz Beatz substituirá uma exposição sobre outro ícone da cultura hip-hop em Nova York, o cineasta Spike Lee.
Isso acontece enquanto o Museu Whitney de Manhattan presta homenagem ao pintor Henry Taylor, adorado por estrelas da música como Rihanna e Jay-Z, e que retrata a vida dos americanos negros.
C.AbuSway--SF-PST