-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
-
Colômbia estreia na Copa de 2026 com vitória (3-1) sobre o Uzbequistão
-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
-
Lula brinca sobre 'contratar' Messi para jogar na Seleção
-
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Mãe de Vozinha, goleiro de Cabo Verde, obtém visto para viajar à Copa do Mundo
-
RD Congo arranca empate com Portugal (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
G7 comemora a 'mudança' de Trump sobre a Ucrânia
-
Uefa multa Olympique de Marselha e Roma por descumprirem fair-play financeiro
-
Morre Eric Roy, técnico do Brest, aos 58 anos
-
Rede social W, concorrente europeia do X, lança sua versão pública
-
Sabalenka estreia com vitória no WTA 500 de Berlim; Gauff é eliminada
-
Bernardo Silva se junta ao novo Real Madrid de Mourinho
-
Neymar é festejado pelos companheiros após primeiro treino com a Seleção na Copa
-
Dirigentes comunistas cubanos discutem reformas econômicas sob pressão dos EUA
-
Mangione vai alegar problema psiquiátrico em julgamento por homicídio de executivo
-
Yamal e o controle de expectativas: copo meio cheio ou meio vazio?
-
Lorenzo Musetti está fora de Wimbledon devido a lesão
-
Mbappé busca quebrar recordes e fazer história na Copa do Mundo
-
Feyenoord anuncia Van Bronckhorst como novo técnico
-
Trump freia confirmação no Congresso de seu chefe de inteligência
-
Los Angeles sediará décima edição da Laver Cup em 2027
-
Real Madrid envia ofício à Uefa para que 'Caso Negreira' seja retomado
-
G7 pede que empresas de tecnologia criem ferramentas para proteger menores online
-
Últimos desdobramentos do acordo entre Irã e EUA
-
Príncipe Harry e família viajarão ao Reino Unido pela 1ª vez em quatro anos, segundo imprensa
-
Tigre, continência, K-pop, camisa da seleção: os símbolos do 2º turno na Colômbia
-
Messi tem atuação histórica na Copa, que aguarda estreia de Ronaldo
-
Jeff Bezos sonha em devolver o planeta ao seu estado pré-industrial
Zelensky se diz 'pronto' para realizar eleições na Ucrânia com ajuda dos EUA
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, afirmou nesta terça-feira (9) que está "pronto" para realizar eleições em seu país, e que espera enviar aos Estados Unidos, na quarta-feira, uma proposta modificada para encerrar a guerra com a Rússia, que começou há quase quatro anos.
O mandatário americano Donald Trump pressiona Kiev a aceitar um acordo proposto por Washington. Os aliados da Ucrânia criticaram o plano inicial por ser excessivamente favorável à Rússia e, desde então, ele foi alterado.
"Hoje estamos trabalhando e amanhã vamos continuar. Acho que vamos entregá-lo amanhã", respondeu Zelensky à pergunta de um jornalista sobre se a Ucrânia já havia enviado o plano atualizado aos Estados Unidos.
Em uma entrevista publicada nesta terça-feira pelo veículo americano Politico, Trump acusou Zelensky de não ter lido as propostas apresentadas por seu governo.
Também disse que Kiev estava "usando a guerra" para evitar convocar eleições. "Falam de democracia, mas chega um ponto em que não é mais uma democracia", disse o presidente americano.
A Ucrânia deveria ter organizado eleições em 2024, mas estas foram adiadas, já que a lei marcial vigora desde a invasão russa de fevereiro de 2022
"Estou pronto para as eleições", afirmou Zelensky aos jornalistas nesta terça, e detalhou que pediu "propostas sobre a possibilidade de modificar os fundamentos legislativos e a lei sobre eleições durante a lei marcial".
O dirigente ucraniano assinalou, no entanto, que, para que a votação pudesse ser realizada, era necessário garantir a segurança no país, bombardeado pela Rússia diariamente.
"Agora peço, e o declaro abertamente, que os Estados Unidos da América me ajudem, possivelmente junto com meus colegas europeus, a garantir a segurança para a realização das eleições", afirmou.
- Encontros com dirigentes europeus -
Zelensky viajou nos últimos dias para várias capitais europeias para elaborar uma resposta ao plano americano. Na segunda-feira, reuniu-se com dirigentes europeus em Londres e Bruxelas. Nesta terça, se encontrou com o papa Leão XIV e a primeira-ministra da Itália Giorgia Meloni.
O plano de Washington previa que a Ucrânia cedesse territórios não ocupados pela Rússia em troca de promessas na área de segurança, mas fechava a porta ao desejo de Kiev de adesão à Otan.
Tanto a Ucrânia quanto seus aliados consideraram que a primeira versão do plano de Washington era excessivamente favorável à Rússia. Inicialmente, o documento continha 28 pontos, mas ficou com 20 após as reuniões realizadas entre representantes da Ucrânia e dos Estados Unidos no último fim de semana, segundo Zelensky.
O mandatário ucraniano acredita que as negociações enfrentam dificuldades justamente nas questões territoriais e nas garantias de segurança.
"Consideramos ceder territórios? Não temos nenhum direito legal para fazê-lo, devido à legislação ucraniana, nossa Constituição e o direito internacional. E também não temos nenhum direito moral", declarou.
"O essencial é saber o que nossos parceiros estão dispostos a fazer caso aconteça uma nova agressão por parte da Rússia. Até o momento, não recebemos nenhuma resposta para esta questão", indicou.
- Trump critica Europa -
Desde que retornou ao poder em janeiro, Trump, que havia prometido acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas, adotou uma atitude variável em relação a Kiev, e acusou Zelensky de não ser suficientemente grato aos Estados Unidos.
No entanto, também expressou sua frustração em relação ao mandatário russo Vladimir Putin, e recentemente impôs mais sanções às petrolíferas russas.
Ainda assim, o republicano considera que Moscou tem "vantagem" no conflito por ser "muito maior", declarou ao Politico.
Segundo Trump, "parte do problema" é que Zelensky e Putin "realmente se odeiam" e que, portanto, "acham muito difícil tentar chegar a um acordo".
Na entrevista, o presidente americano também criticou o papel da Europa. "Eles falam, mas não produzem", afirmou.
O pontífice também advertiu que "buscar um acordo de paz sem incluir a Europa nas conversas não é realista". "A guerra está na Europa e acredito que, nas garantias de segurança que se buscam hoje e no futuro, a Europa deve fazer parte", assegurou.
D.AbuRida--SF-PST