-
Alcaraz vence Munar de virada e vai enfrentar Leheck na final do ATP 500 de Tóquio
-
Medvedev é desclassificado em Pequim por acertar bolada em espectador e Djokovic vai à final
-
Esposa de Maduro tem 'problema muito delicado no coração'
-
Província canadense de Quebec vota com separatistas à frente nas pesquisas
-
Cinco mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Adolescente perde uma mão durante protestos estudantis na França
-
Ex-porta-voz de Trump Karoline Leavitt entra para a Fox News
-
Cifras sobre as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Estado da Geórgia, campo de batalha pelo acesso ao voto no EUA
-
Os principais temas que agitam as eleições de meio de mandato nos EUA
-
Trump e republicanos enfrentam desafio de pesquisas desfavoráveis a um mês das eleições
-
Ataque russo contra navio no Mar Negro deixa dois mortos, segundo Ucrânia
-
Flávio Bolsonaro se impõe contra Lula, impulsionado por onda conservadora
-
Trump aproveita eleições no Brasil para criticar a contagem de votos nos EUA
-
ONU alerta que o calor extremo coloca em risco as gestações e os partos
-
Protestos estudantis bloqueiam centenas de escolas na França
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após incidente
-
Arábia Saudita bombardeia houthis com 100 aviões
-
Nobel de Medicina de 2026 premia os avanços da optogenética
-
Pedro Sánchez antecipa eleições na Espanha para 29 de novembro
-
Apesar da dificuldade, 'lulistas' confiam em virada contra Flávio Bolsonaro
-
Brasil elegeu Congresso que pode conceder anistia a Jair Bolsonaro
-
Família Bolsonaro se impõe no 1º turno e conquista quatro cadeiras no Congresso
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da extrema direita que desafia Lula
-
Flávio Bolsonaro e Lula disputarão 2º turno presidencial
-
Jogadores israelenses usam braçadeira preta em empate contra a Irlanda
-
Líder sérvio da Bósnia Dodik reivindica vitória eleitoral de seu partido e agradece a Trump e Putin
-
Sem CR7, Portugal vence Noruega (2-1) e garante vaga nas quartas da Liga das Nações
-
Flávio Bolsonaro à frente de Lula na apuração do 1º turno presidencial
-
Alemanha fica no 0 a 0 na visita à Grécia e se complica na Liga das Nações
-
Países Baixos vencem Sérvia (2-1) e se aproximam das quartas de final da Liga das Nações
-
Na Amazônia, indígenas votam em Lula e se preocupam com o El Niño
-
Iêmen anuncia operação para recuperar territórios controlados pelos houthis
-
Etiópia controla capital do Tigré e rivais regionais pedem solução pacífica
-
Castigada pela insegurança, Rocinha vota sem esperança
-
Chanel se rende à "Blazymania"
-
Exército etíope controla capital do Tigré, e rivais regionais se reúnem no Egito
-
Rybakina, número um do tênis mundial, desiste do WTA 1000 de Wuhan por lesão
-
Rússia bombardeia Kiev durante visita do chefe de governo alemão
-
Bósnios votam em meio a divisões herdadas da guerra
-
Trump confirma diretor de inteligência nacional como novo czar da IA
-
Iêmen anuncia operação para recuperar território controlado pelos houthis
-
Djokovic elimina Zverev e vai às semifinais do ATP 500 de Pequim
-
Universidade Cornell revisará sua gestão de denúncia de estupro coletivo em 2024
-
Zelensky diz que EUA quer negociações trilaterais com a Rússia em outubro
-
Zona rural da Finlândia se prepara para chegada de 'datar centers' da Google
-
Chuvas torrenciais deixam dois mortos na província de Barcelona
-
Entre 400 e 500 escolas de ensino médio vão suspender aulas na França por segurança
-
Migrantes são desalojados de assentamento em Ceuta antes da visita dos reis espanhóis
-
Sem advogado, crianças migrantes correm risco de deportação nos EUA
Ataque americano contra porto no oeste do Iêmen deixa 58 mortos
Ao menos 58 pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas em um ataque dos Estados Unidos contra um porto de petróleo no oeste do Iêmen controlado pelos rebeldes huthis, informou nesta sexta-feira (18) a imprensa vinculada ao grupo insurgente pró-Irã.
O Exército dos Estados Unidos anunciou na quinta-feira a destruição do terminal petrolífero de Ras Issa, no Mar Vermelho, com o objetivo de cortar uma fonte de fornecimento de combustível e de financiamento do grupo pró-Irã.
Washington realiza ataques aéreos quase diariamente desde 15 de março para tentar acabar com a ofensiva que os huthis efetuam contra navios civis e militares nessas águas cruciais para o comércio mundial.
"O balanço da agressão americana subiu para 58 mártires e 126 feridos", anunciou o canal de televisão dos rebeldes, Al Masirah, que atribuiu a informação às autoridades locais de Hodeida. O balanço anterior registrava 38 mortos e 102 feridos.
Os rebeldes huthis começaram seus ataques no final de 2023, em apoio aos palestinos da Faixa de Gaza em meio à guerra do movimento islamista Hamas e Israel.
Os rebeldes huthis, que controlam amplas partes do país, incluindo sua capital Sanaa, começaram seus ataques no final de 2023, em apoio aos palestinos da Faixa de Gaza em meio à guerra do movimento islamista Hamas e Israel.
Também tentam às vezes atacar diretamente o território israelense, cujo exército anunciou nesta sexta-feira ter interceptado um míssil procedente do Iêmen.
O canal Al Masirah exibiu imagens que mostram corpos ensanguentados no chão e os socorristas transportando feridos em macas.
Outras imagens mostram as chamas intensas e uma densa fumaça que envolve os muitos navios atracados.
O Irã, que apoia os huthis, condenou nesta sexta-feira os bombardeios "bárbaros" e afirmou que constituem uma "violação flagrante dos princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas".
O movimento islamista palestino Hamas também denunciou uma "agressão flagrante" e um "crime de guerra".
- Enfraquecer o poder econômico -
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou em um comunicado que "o objetivo dos ataques era enfraquecer a fonte de poder econômico dos huthis".
"As forças americanas tomaram medidas para eliminar esta fonte de combustível para os terroristas huthis apoiados pelo Irã e privá-los das receitas ilegais que financiaram os esforços huthis para aterrorizar toda a região durante mais de 10 anos", acrescenta a nota.
O governo dos Estados Unidos, que classificou em março os huthis como uma "organização terrorista", acusa este grupo de monopolizar as receitas deste porto situado ao norte de Hodeida, uma das cidades mais populosas do Iêmen.
Washington também impôs na quinta-feira sanções contra um banco do Iêmen e seus principais executivos, alegando que fornecem um apoio "essencial" aos huthis.
Na manhã de sexta-feira, o Exército israelense anunciou que interceptou outro míssil procedente do Iêmen.
A ofensiva dos huthis impediu a passagem dos navios pelo canal de Suez, por onde normalmente transitam 12% do tráfego marítimo mundial.
Muitas empresas foram obrigadas a fazer desvios caros para contornar o extremo sul da África.
Os Estados Unidos começaram a ofensiva contra os huthis sob o governo de Joe Biden. O presidente Donald Trump prometeu continuar a ação militar até que os rebeldes deixem de ser uma ameaça para o transporte marítimo.
- "Um sinal" para o Irã -
Os bombardeios contra o porto de Ras Issa aconteceram na véspera de uma reunião entre representantes dos Estados Unidos e do Irã em Roma, no sábado, para abordar o programa nuclear de Teerã.
"As ações militares no Iêmen enviam claramente um sinal a Teerã", afirmou à AFP o analista Mohammed Albasha, que mora nos Estados Unidos.
"A mensagem hoje é inequívoca: os Estados Unidos não miram apenas os recursos militares e os integrantes dos huthis, mas também em sua infraestrutura econômica", acrescentou.
Os insurgentes convocaram manifestações nesta sexta-feira em várias cidades para protestar contra os bombardeios e em sinal de apoio aos palestinos da Faixa de Gaza.
Em Saadah, um reduto dos huthis no norte do país, centenas de pessoas compareceram a um protesto e gritaram "morte aos Estados Unidos, morte a Israel", segundo imagens exibidas pela Al Masirah.
R.Halabi--SF-PST