-
Mirassol cede empate no fim contra LDU (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Com assistências de Neymar, Santos vence Macará (2-1) de virada na ida das oitavas da Sul-Americana
-
Vance diz que preço do petróleo é prioridade dos EUA na guerra contra Irã
-
Swiatek vence Rybakina e conquista WTA 1000 de Toronto
-
Resgates na Colômbia diminuem após terremoto, enquanto crescem os acampamentos de sobreviventes
-
Médicos deveriam ter 'mudado a abordagem' em relação aos sintomas de Maradona, diz perito
-
Incêndio florestal obriga evacuação por mar de quase 500 turistas na Grécia
-
Bombardeios israelenses deixam dois mortos em Gaza
-
Rússia e Japão reacendem disputa territorial após visita de Putin às Ilhas Curilas
-
Supercopa da Europa 'foi a minha Copa do Mundo', escreve árbitro somali
-
Sobreviventes reencontram animais de estimação após terremoto na Colômbia
-
PSG chega a princípio de acordo com Barça para contratar Ferran Torres
-
Inflação na Argentina acelera levemente em julho
-
Florent Manaudou, lenda da natação francesa, anuncia aposentadoria
-
Astros sul-americanos sem clube buscam aquela que pode ser sua 'última dança'
-
EUA executa dois presos, um terceiro aguarda no corredor da morte
-
EUA planeja ataques 'em terra' contra traficantes com parceiros latino-americanos
-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
-
Corte dos EUA indefere ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
-
Bomba soviética de 500 kg é encontrada em jardim no Afeganistão
-
Irã afirma que controla o Estreito de Ormuz e contradiz Trump
-
Após 72 horas, Colômbia corre para encontrar sobreviventes após terremoto
-
Matthew McConaughey e seu doce retorno ao cinema com 'The Rivals of Amziah King'
-
IA tira trabalho de videntes cegos na Coreia do Sul
-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
Terremoto em Mianmar já deixa mais de mil mortos
Mais de 1.000 pessoas morreram em Mianmar no terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a região nesta sexta-feira (29) e também afetou severamente a Tailândia, de acordo com um novo número oficial.
O terremoto, cujo epicentro foi a cidade birmanesa de Sagaing, ocorreu às 6h20 GMT (03h20 em Brasília) de sexta-feira, seguido minutos depois por um tremor secundário de magnitude 6,4, posteriormente revisado para 6,7.
Em Mianmar, o desabamento de casas, prédios, pontes e centros religiosos gera temores de um grande número de vítimas, em um país já severamente afetado por um conflito civil que começou com o golpe de Estado da junta militar, em 2021.
O terremoto foi muito intenso porque ocorreu em pouca profundidade e foi sentido a 1.000 km do epicentro, em Bangcoc, capital da Tailândia.
Em Mianmar, o último balanço oficial é de 1.007 mortos e 2.389 feridos, informou a junta neste sábado, a maioria na região de Mandalay, a segunda maior cidade do país.
No entanto, o saldo pode ser muito maior.
Em Mandalay, uma cidade com mais de 1,7 milhão de habitantes, mais de 90 pessoas podem estar soterradas nos escombros de um prédio residencial de 12 andares, de acordo com a Cruz Vermelha.
Jornalistas da AFP na cidade também viram um pagode centenário reduzido a escombros.
"O mosteiro também desabou. Um monge morreu", explicou um soldado, temendo outro terremoto. "Nunca senti nada assim na minha vida".
Perto do aeroporto de Mandalay, agentes de segurança impediam o acesso. "O teto desabou, mas ninguém ficou ferido", explicaram.
O fechamento do aeroporto pode complicar as operações de resgate em um país onde a guerra dizimou o sistema de saúde e isolou seus líderes do resto do mundo.
O presidente da Junta, Min Aung Hlaing, pediu assistência internacional e convidou "qualquer país, qualquer organização" a vir e ajudar.
- Ajuda internacional -
As autoridades declararam estado de emergência nas seis regiões mais afetadas.
Em um hospital na capital, Naypyidaw, centenas de feridos tiveram que ser tratados do lado de fora devido aos danos ao prédio, relataram jornalistas da AFP.
Um avião da Índia carregando kits de higiene, cobertores e alimentos pousou em Yangon neste sábado. A China anunciou o envio de 82 socorristas.
A Coreia do Sul, a Organização Mundial da Saúde e a Malásia também se mobilizaram.
"Nós os ajudaremos (...) É terrível o que está acontecendo", disse o presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira, e o presidente chinês, Xi Jinping, expressou "sua profunda tristeza" em uma mensagem ao líder da junta.
Agências humanitárias alertam que Mianmar não está preparada para um desastre dessa magnitude.
O conflito civil deslocou cerca de 3,5 milhões de pessoas, de acordo com as Nações Unidas, que estimaram antes do terremoto que 15 milhões de birmaneses corriam o risco de morrer de fome em 2025.
Em Bangcoc, capital da vizinha Tailândia, as equipes de resgate trabalharam a noite toda para procurar sobreviventes nos escombros de um prédio de 30 andares em construção, que desabou em segundos.
O governador da cidade, Chadchart Sittipunt, disse à AFP que uma dúzia de pessoas morreram na capital tailandesa, a maioria delas na área do prédio em construção, mas alertou que o número pode aumentar.
As autoridades da cidade receberam mais de 2.000 relatos de danos e mobilizaram mais de 100 especialistas para verificar a solidez dos edifícios.
Cerca de 400 pessoas passaram a noite em parques porque suas casas não eram seguras, de acordo com o governador. Uma mulher teve que dar à luz ao ar livre após ser retirada de um hospital e um cirurgião continuou operando um paciente na rua depois de ter que deixar a sala de cirurgia com urgência, disse um porta-voz à AFP.
burx-ah/thm/dbh/pc/zm/aa
T.Samara--SF-PST