-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
Universidade de Columbia se torna trincheira de estudantes contra conflito em Gaza
Foi a 9 mil quilômetros da Faixa de Gaza, em Manhattan, onde começaram os protestos que agitam as universidades dos Estados Unidos: na prestigiada Columbia, em Nova York, onde estudantes ocupam o campus e enfrentam autoridades.
Uma bandeira com os dizeres "Palestina Livre" foi pendurada em uma das janelas da instituição, que restringiu fortemente o acesso ao campus, onde havia hoje uma pequena presença policial.
A estudante de economia Tina Deng, 25, diz que não tem opinião formada sobre o protesto, mas culpa as autoridades universitárias por terem feito a polícia intervir e prender manifestantes no último dia 18, o que, segundo ela, fez o clima de tensão aumentar.
"O mesmo pode acontecer com quem vier a expressar sua opinião no futuro", diz a aluna estrangeira, que também lamenta os transtornos causados aos estudantes, que não podem acessar o restaurante universitário nem a biblioteca.
Epicentro das manifestações pró-palestinos que se espalharam por dezenas de universidades americanas e de outros países, os jardins de Columbia costumam estar cheios de estudantes. Mas hoje, os poucos que havia pareciam tensos.
Ao amanhecer, um pequeno grupo ocupou o prédio administrativo depois que autoridades informaram que haviam começado a suspender os alunos por não respeitarem a ordem de remoção do acampamento montado nos jardins.
- 'Tratados com desprezo' -
Os manifestantes pedem o fim do conflito na Faixa de Gaza e da ocupação israelense dos territórios palestinos. Também exigem que a universidade rompa seus laços com Israel e o retorno da centena de estudantes suspensos após a intervenção policial de abril, cujas imagens correram o mundo.
"Você acorda de manhã e tudo o que ouve são helicópteros e sirenes da polícia. E descobre que seus colegas foram agredidos ou presos", conta o estudante de direito Mohamed Ali, 24.
"Estavam aqui pacificamente e foram tratados com desprezo. Todos nós somos tratados com desprezo", reclama o jovem, para quem os estudantes "são punidos coletivamente" para que se voltem contra os manifestantes.
Felipe Poelling, 19, aprova o movimento: "São meus colegas, acredito que saibam por que estão lutando, admiro isso."
- 'Longe demais' -
Autoridades de Columbia, assim como parte da classe política, principalmente os republicanos, acusam os manifestantes de antissemitismo, devido às suas palavras hostis a Israel, um grande aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio.
A universidade ameaçou expulsar os alunos que participam do protesto, que responderam convocando seus simpatizantes a se manifestarem no campus ou em frente à instituição. "Tomar nosso campus é a única resposta a uma instituição que não segue suas próprias normas ou regras éticas", disseram ontem os líderes do protesto, em entrevista coletiva.
Perto do campus, o estudante de ciência política David, que preferiu não informar o sobrenome, diz estar chateado. Ele quer o fim "do derramamento de sangue" nos dois lados do conflito.
"Nos Estados Unidos, temos o direito de nos reunir pacificamente, um direito que valorizamos muito. Mas você não tem o direito de tomar um local, organizar motins e agressões. Isso é ir longe demais", criticou o aluno.
O.Farraj--SF-PST