-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
-
Chelsea anuncia contratação do lateral espanhol Pep Chavarría
-
Acidente com balsa em lago no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
-
EUA: inflação registra leve desaceleração em julho
-
Ofensiva de Trump contra vacinas contradiz evidências científicas, diz OMS
-
Acidente de balsa no Zimbábue deixa 44 mortos
ONU diz que não havia fogo cruzado quando Israel disparou contra jornalistas no Líbano
Uma investigação das Nações Unidas (ONU) determinou que não havia fogo cruzado na fronteira entre Israel e Líbano quando um tanque israelense disparou, em 13 de outubro, matando um repórter da agência Reuters e ferindo outros seis jornalistas, incluindo dois da AFP.
Segundo os resultados da investigação da Força Interina da ONU no Líbano, entregues às autoridades deste país e de Israel e que foram consultados pela AFP, "o Exército israelense disparou dois projéteis Merkava de 120mm" contra os jornalistas.
O relatório concluiu que naquele momento "não havia fogo cruzado na linha azul", que marca a fronteira entre os dois países, e afirmou que desconhece a causa dos ataques contra os jornalistas.
"Os disparos contra civis, neste caso jornalistas claramente identificáveis, constituem uma violação da resolução 1701 (...) e do direito internacional", diz o relatório, cuja investigação apenas registrou fogo cruzado de ambos os lados na linha azul antes do ataque contra os comunicadores.
O repórter da agência Reuters Issam Abdallah morreu e outros seis jornalistas ficaram feridos, incluindo os da AFP Dylan Collins e Christina Assi — que precisou amputar a perna direita.
Estes profissionais estavam no sul do Líbano para cobrir os confrontos na fronteira entre o Exército israelense e o movimento islamista libanês Hezbollah e outros grupos armados, que começaram no dia 8 de outubro, após a eclosão do conflito entre Israel e o Hamas. O Hezbollah afirma que age em apoio a este grupo islamista palestino.
O ataque do Hamas no sul de Israel deixou 1.160 mortos, segundo uma contagem da AFP com base em dados oficiais israelenses.
Israel respondeu com uma intensa ofensiva na Faixa de Gaza que deixou ao menos 31.341 mortos, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde do Hamas, que governa o território palestino desde 2007.
A investigação da AFP, realizada em conjunto com a ONG de especialistas independentes Airwars, que investiga ataques contra civis em situações de conflito, terminou no início de dezembro.
O relatório determinou que o ataque foi realizado com um projétil de tanque de 120mm, um obus utilizado nesta região apenas pelo Exército israelense.
Outras duas investigações realizadas separadamente pelas organizações de defesa dos direitos humanos Human Rights Watch (HRW) e Anistia Internacional, também concluíram sobre "ataques israelenses".
No início de março, uma análise realizada pelo laboratório da Organização Holandesa de Investigação Científica Aplicada, a pedido da Reuters, concluiu que o tanque israelense, cujos disparos mataram Issam Abdallah, possivelmente abriu fogo com uma metralhadora logo depois contra o grupo de jornalistas.
O Exército de Israel negou, em 8 de março, que teve os comunicadores como alvo "deliberado", acrescentando que seus tanques e canhões de artilharia dispararam em 13 de outubro em resposta aos mísseis antitanque, foguetes e morteiros do Hezbollah "para eliminar a ameaça", e afirmando que a investigação sobre o ocorrido está em andamento.
A.Suleiman--SF-PST