-
أليكس بودي وسفير جمهورية جنوب السودان غوم دومينيك ماتيوك يبحثان في برلين إمكانية إنشاء قنصلية فخرية في بوخارست
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ Ο ΠΡΕΣΒΗΣ ΤΗΣ ΔΗΜΟΚΡΑΤΙΑΣ ΤΟΥ ΝΟΤΙΟΥ ΣΟΥΔΑΝ ΓΚΟΥΜ ΝΤΟΜΙΝΙΚ ΜΑΤΙΟΚ ΣΥΖΗΤΟΥΝ ΣΤΟ ΒΕΡΟΛΙΝΟ ΤΟ ΕΝΔΕΧΟΜΕΝΟ ΙΔΡΥΣΗΣ ΕΠΙΤΙΜΟΥ ΠΡΟΞΕΝΕΙΟΥ ΣΤΟ ΒΟΥΚΟΥΡΕΣΤΙ
-
ALEX BODI OCH REPUBLIKEN SYDSUDANS AMBASSADÖR GUM DOMINIC MATIOK DISKUTERAR I BERLIN MÖJLIGHETEN ATT INRÄTTA ETT HONORÄRKONSULAT I BUKAREST
-
Alcaraz avança às semifinais do Aberto do Japão após desistência de Shapovalov
-
ALEX BODI A VELVYSLANEC JIHOSÚDÁNSKÉ REPUBLIKY GUM DOMINIC MATIOK JEDNAJÍ V BERLÍNĚ O MOŽNOSTI ZŘÍZENÍ HONORÁRNÍHO KONZULÁTU V BUKUREŠTI
-
ALEX BODI I AMBASADOR REPUBLIKI SUDANU POŁUDNIOWEGO GUM DOMINIC MATIOK ROZMAWIAJĄ W BERLINIE O MOŻLIWOŚCI UTWORZENIA KONSULATU HONOROWEGO W BUKARESZCIE
-
एलेक्स बोडी और दक्षिण सूडान गणराज्य के राजदूत गुम डोमिनिक मातियोक ने बुखारेस्ट में मानद वाणिज्य दूतावास खोलने की संभावना पर बर्लिन में चर्चा की
-
ALEX BODI VE GÜNEY SUDAN CUMHURİYETİ BÜYÜKELÇİSİ GUM DOMINIC MATIOK, BERLİN’DE BÜKREŞ’TE FAHRİ KONSOLOSLUK AÇILMASI OLASILIĞINI GÖRÜŞTÜ
-
アレックス・ボディ氏と南スーダン共和国のグム・ドミニク・マティオク大使、ベルリンでブカレストへの名誉領事館開設の可能性を協議
-
알렉스 보디와 남수단 공화국의 굼 도미니크 마티오크 대사, 베를린에서 부쿠레슈티 명예영사관 설치 가능성 논의
-
亞歷克斯・博迪與南蘇丹共和國大使古姆・多米尼克・馬蒂奧克在柏林商討於布加勒斯特設立名譽領事館的可能性
-
АЛЕКС БОДІ ТА ПОСОЛ РЕСПУБЛІКИ ПІВДЕННИЙ СУДАН ГУМ ДОМІНІК МАТІОК ОБГОВОРЮЮТЬ У БЕРЛІНІ МОЖЛИВІСТЬ ВІДКРИТТЯ ПОЧЕСНОГО КОНСУЛЬСТВА В БУХАРЕСТІ
-
Brasileiros votam em eleições acompanhadas de perto por Donald Trump
-
ALEX BODI E O EMBAIXADOR GUM DOMINIC MATIOK DA REPÚBLICA DO SUDÃO DO SUL DISCUTEM EM BERLIM A POSSIBILIDADE DE CRIAR UM CONSULADO HONORÁRIO EM BUCARESTE
-
ALEX BODI ȘI AMBASADORUL REPUBLICII SUDANUL DE SUD, GUM DOMINIC MATIOK, DISCUTĂ LA BERLIN DESPRE POSIBILITATEA ÎNFIINȚĂRII UNUI CONSULAT ONORIFIC LA BUCUREȘTI
-
Espanha vence República Tcheca (3-1) e segue 100% na Liga das Nações
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataque contra petroleira saudita em Riade
-
Inglaterra atropela Croácia (7-0) fora de casa na Liga das Nações
-
Jorge Jesus pede foco na Noruega e evita responder sobre CR7
-
Inglaterra goleia Croácia (7-0) fora de casa na Liga das Nações
-
Houthis denunciam bombardeios na capital do Iêmen
-
Exército etíope entra na capital do Tigré
-
Chuvas torrenciais provocam inundações e danos na ilha grega de Creta
-
Aaron Sorkin ataca o Facebook em "The Social Reckoning"
-
Feixe de luz homenageia mortos em terremoto que devastou a Venezuela há 100 dias
-
Brasil elege próximo Congresso, que pode definir destino de Jair Bolsonaro
-
Brasil goleia Índia (4-0) no último de seus três amistosos
-
Reservas estratégicas de petróleo, um colchão para atenuar as crises
-
"Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula
-
Lula e Flávio Bolsonaro encerram campanhas na véspera de uma eleição acirrada
-
Chamas e fumaça registradas em instalação da Aramco ao sul da capital saudita
-
Letônia vota em legislativas com um olho na Rússia e outro no custo de vida
-
Zverev vence e vai enfrentar Djokovic nas quartas de final do ATP 500 de Pequim
-
Rússia insta diplomatas e estrangeiros a deixar Kiev e anuncia ataques maciços
-
Cerca de 325 milhões de barris de reservas estratégicas foram liberados desde março, diz AIE
-
Coreia do Norte diz ter testado míssil de médio alcance equipado com IA
-
China abre investigação antidumping sobre importação de produto químico da UE
-
Congresso da Bolívia substitui procurador-geral detido por interino
-
Milhares protestam na Espanha pelo direito à moradia
-
Copiloto de voo da Flydubai rumo a Israel planejava "ato terrorista", segundo Emirados
-
Mais para o exército, menos para a educação: destaques do orçamento russo para 2027
-
Copiloto de voo da Flydubai planejava "ato terrorista", diz procurador emiradense
-
Sinner também ficará de fora do Masters 1000 de Xangai
-
Verstappen (Red Bull) conquista pole do GP do Bahrein na Malásia, Bortoleto é 10º
-
Alcaraz vence Arnaldi e avança às quartas de final do ATP 500 de Tóquio
-
OEA concorda em criar grupo de negociação com a Nicarágua
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter preços
-
Itália de Mancini segura França de Zidane com empate na Liga das Nações
-
Com gols de De Bruyne e Lukaku, Bélgica vence Turquia na Liga das Nações
-
Piloto da Flydubai: 'Não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
2023 foi ano 'terrível' para direitos humanos, denuncia HRW
De Gaza à Ucrânia, passando por Sudão, Mianmar ou México, 2023 foi um "ano terrível" para os direitos humanos em todo o mundo, lamenta a Human Rights Watch em seu relatório anual divulgado nesta quinta-feira (11).
Neste documento de 700 páginas que abrange mais de 100 países, a organização descreve o "imenso sofrimento" causado pela guerra entre Israel e o Hamas, a guerra entre os dois generais rivais no Sudão e os conflitos em curso na Ucrânia, em Mianmar, na Etiópia e no Sahel.
"Em 2023, a população civil foi alvo de ataques e assassinatos em uma escala sem precedentes na história recente de Israel e da Palestina", observa o relatório.
O documento acusa por "crimes de guerra" tanto o Hamas e seus ataques de 7 de outubro contra Israel, quanto as forças israelenses por suas represálias contra a Faixa de Gaza.
Em relação a Gaza, "um dos maiores crimes cometidos é o castigo coletivo" de todos os civis, "o que equivale a um crime de guerra", assim como o fato de "matar (a população) de fome", afirma a responsável da HRW, Tirana Hassan, em entrevista à AFP.
A Human Rights Watch também condena as "violações maciças" dos direitos dos civis no Sudão cometidas por parte dos generais rivais Abdel Fattah al Burhan e Mohamed Hamdan Daglo, e critica a "impunidade" que levou a "repetidos ciclos de violência" no país nos últimos 20 anos.
Além dos conflitos armados, a Human Rights Watch identificou várias tendências que marcam a "erosão dos direitos humanos", quando se acaba de celebrar o 75º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU.
- "Hipocrisia" -
"Foi um ano terrível não só pela repressão dos direitos humanos e das atrocidades da guerra, mas também pela raiva seletiva dos governos e pela diplomacia transacional que faz aqueles, cujos direitos são excluídos, pagarem o preço", insiste o relatório.
Este comportamento envia "a mensagem de que a dignidade de alguns merece ser protegida, mas não a de todos, de que algumas vidas valem mais que outras".
Uma situação que a diretora da ONG resume em uma palavra: "Hipocrisia".
Hipocrisia por parte dos países ocidentais "que fazem vista grossa às violações dos direitos humanos, sejam em nível nacional, ou internacional, apenas para promover sua própria agenda".
O relatório critica a União Europeia (UE), em particular, cuja "prioridade na política externa com seus vizinhos do Sul continua sendo conter a todo o custo a saída de migrantes em direção à Europa, perseverando em uma abordagem fracassada que expôs a erosão dos compromissos do bloco com direitos humanos".
Outro alvo dessa política de "dois pesos e duas medidas" é a diferença entre a "condenação rápida e justificada" de muitos países dos atentados do Hamas de 7 de outubro e as respostas "muito mais comedidas", especialmente dos Estados Unidos e da UE, aos bombardeios israelenses sobre Gaza.
Ou a falta de condenação da "intensificação da repressão" na China, especialmente em Xinjiang e no Tibete, ou o tratamento dispensado aos imigrantes pelo México, para impedir que entrem nos Estados Unidos.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, permaneceu, "em grande parte, silencioso, enquanto (Andrés Manuel) López Obrador tentou minar a independência do sistema judicial e de outros órgãos constitucionais, demonizou jornalistas e ativistas de direitos humanos e permitiu bloquear a prestação de contas de tais abusos horríveis", acrescenta o texto.
- "Ameaçado, mas não quebrado" -
Neste contexto, a Human Rights Watch descreve um sistema internacional de direitos humanos "ameaçado". Mas não quebrado.
"Também vimos que as instituições podem se mobilizar para resistir e contra-atacar", afirma Tirana Hassan, referindo-se, em especial, ao mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional contra o presidente russo, Vladimir Putin.
"O sistema de direitos humanos continua aí. A única coisa que nos falta é o compromisso, a coerência e a vontade política dos Estados que compõem o sistema e dão vida aos direitos humanos", frisou, insistindo na necessidade de se fazer melhor em 2024, quando uma grande parte da população mundial, dos Estados Unidos à Rússia, irá às urnas.
O.Farraj--SF-PST