-
Real Madrid confirma lesão na coxa direita de Rodrygo
-
Ao menos 31 mortos e 169 feridos em atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
UE exige que TikTok mude sua interface 'viciante'
-
Julgamento de jovem acusado de matar executivo nos EUA terá início em junho
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
-
Semifinal da Copa do Rei terá Atlético x Barça e clássico basco entre Athletic e Real Sociedad
-
Premiê espanhol pede prudência com previsão de temporal em áreas já encharcadas
-
Meloni e Vance celebram 'valores comuns'
-
Guitarras de Kurt Cobain, Beatles e outras lendas da música serão leiloadas nos EUA
-
Caso Master, o escândalo financeiro que abala os Três Poderes
-
Senegaleses detidos na Copa Africana de Nações declaram greve de fome
-
Projeto de surfe incentiva que meninas voltem à escola no Senegal
-
Elton John denuncia invasão 'abominável' do Daily Mail a sua vida privada
-
Irã afirma estar 'preparado' para se defender ao iniciar negociações com EUA em Omã
-
Campanha presidencial chega ao fim em Portugal marcada por tempestades
-
Na fronteira da Estônia, Narva vive entre dois mundos e teme se tornar alvo de Putin
-
França e Canadá abrem seus consulados na Groenlândia, em sinal de apoio
-
Queda em desgraça do ex-príncipe Andrew lança dúvidas sobre as finanças da monarquia
-
Japoneses vão às urnas com primeira-ministra apoiada por Trump e em busca da maioria
-
Trump publica vídeo com teoria da conspiração eleitoral que mostra os Obamas como macacos
-
Irã e EUA iniciam negociações sobre a questão nuclear
-
Toyota anuncia novo CEO e eleva previsões de lucros
-
Autoridades identificam sangue na casa da mãe desaparecida de famosa jornalista dos EUA
-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Trump lança site com seu nome para compra de remédios mais baratos nos EUA
-
Gângster australiano ganha liberdade após escândalo envolvendo advogada informante da polícia
-
França diz que luta contra o Estado Islâmico é 'prioridade absoluta'
-
Venezuela avança em anistia histórica após quase três décadas de chavismo
-
Presidente de Cuba oferece diálogo aos EUA; Washington afirma que conversas já começaram
-
Autoridades identificam sangue na cena de crime da mãe de famosa jornalista dos EUA
-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Atalanta bate Juventus (3-0) e avança à semifinal da Copa da Itália
-
Atlético de Madrid goleia Betis (5-0) e vai à semifinal da Copa do Rei
-
Wada investigará suposto método usado por saltadores de esqui para obter vantagem com aumento peniano
-
Venezuela avança em anistia histórica de quase três décadas de chavismo
Trump assiste a outra audiência de seu julgamento civil em NY
O ex-presidente americano Donald Trump deve comparecer, nesta terça-feira (17), ao julgamento civil por acusações de supostas fraudes financeiras.
Trump, de 77 anos, falou com os repórteres ao chegar à sala do tribunal de Manhattan e atacou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James - que apresentou o caso de fraude civil contra ele -, o juiz que preside o julgamento e o atual presidente Joe Biden.
"Isso é uma caça às bruxas por parte de uma procuradora-geral radical e lunática. E é muito injusto", disse Trump.
"Este é um julgamento fraudulento", acrescentou o ex-presidente (2017-2021), ao dizer que é presidido por um "juiz democrata" com visões "muito liberais".
Favorito para a indicação presidencial do Partido Republicano nas eleições de 2024, Trump também afirmou, falsamente, que teve seu "direito de falar" retirado pela juíza federal que irá presidir seu julgamento por conspirar para anular as eleições americanas de 2020.
"Me tiraram a palavra. Sou um candidato que se apresenta às eleições e não me é permitido falar", disse.
"Tudo isso é uma trama que vem do Departamento de Justiça", afirmou o magnata. "Está tudo armado por Biden e seus capangas para tentar lhe dar uma vitória eleitoral que ele não tem o direito de ganhar", enfatizou.
A juíza Tanya Chutkan não retirou, na segunda-feira, o "direito de falar" de Trump. Em vez disso, ordenou que ele não atacasse publicamente os promotores, o pessoal do tribunal, ou possíveis testemunhas, antes do julgamento previsto para começar em março de 2024.
A decisão de Chutkan veio após o promotor especial Jack Smith, frequentemente alvo de Trump, entrar com uma moção, alegando que a retórica explosiva do ex-presidente ameaçava enfraquecer seu julgamento por subversão eleitoral.
O juiz Arthur Engoron, que supervisiona o julgamento por fraude civil, também impôs uma ordem de silêncio limitada ao ex-presidente neste mês, depois que ele insultou um secretário judicial em uma postagem nas redes sociais.
Engoron proibiu "todas as partes de publicar, enviar e-mails ou falar publicamente" sobre a equipe de seu tribunal.
- Sanções milionárias -
Nos primeiros três dias de audiências, às quais não é obrigado a comparecer, não perdeu a oportunidade de estar diante das câmeras como vítima de uma maquinação judicial arquitetada pelos democratas, enquanto sua equipe de campanha pedia doações aos seus apoiadores.
Trump, que deseja voltar à Casa Branca em 2024, já havia assistido à abertura, no início de outubro, deste julgamento, no qual ele e dois de seus filhos, Eric e Donald Jr., são acusados de terem sobrevalorizado em centenas de milhões de dólares seus campos de golfe, residências e arranha-céus nova-iorquinos para obterem empréstimos mais vantajosos dos bancos.
O bilionário tem muito em jogo neste processo civil, que ameaça custar-lhe o controle de seu império empresarial, além de sanções econômicas de até 250 milhões de dólares.
A volta de Trump à sala de seu julgamento civil nesta terça, confirmada à AFP por um dos seus porta-vozes, poderia ter gerado um duelo explosivo com seu ex-advogado que se tornou inimigo de morte, Michael Cohen. Mas o depoimento de Cohen foi adiado por razões médicas.
Ele também deve comparecer às audiências de quarta e quinta-feiras, depois de dois comícios na segunda-feira no estado de Iowa, em uma corrida para vencer as primárias republicanas, das quais se mantém como favorito nas pesquisas.
No total, quatro processos criminais aguardam o republicano. Entre eles, um em que é acusado por suas tentativas de reverter os resultados de 2020 e que começará em 4 de março em um tribunal federal de Washington.
- Fraudes comprovadas -
Na ação civil, a procuradora-geral do estado de Nova York acusa Trump, seus dois filhos e dois ex-executivos da Organização Trump de inflar significativamente o valor de suas propriedades na década de 2010, desde seu triplex na Trump Tower até os edifícios da Park Avenue e da 40 Wall Street, todos em Nova York.
Mesmo antes do início do julgamento, o juiz Engoron determinou que se demonstrou a ocorrência de repetidas fraudes e que os ativos foram superestimados entre US$ 812 milhões (R$ 4,09 bilhões, na cotação atual) e US$ 2,2 bilhões (R$ 11 bilhões) entre os anos de 2014 e 2021.
Como resultado, ordenou a apreensão e liquidação de empresas que poderiam levar ao desmantelamento do império imobiliário de Donald Trump, mas sua aplicação foi suspensa em apelação.
T.Samara--SF-PST