-
EUA acusa empresário de contrabandear tecnologia de IA para China
-
Ferrari e Red Bull ditam ritmo nos primeiros treinos livres do GP do Bahrein de F1
-
Dario Amodei, empresário da IA que permanece um enigma
-
Desemprego aumenta e menos empregos são criados nos EUA em setembro
-
Futebol inglês teme 'graves consequências' diante de caso do City, que se defende
-
Lula e Flávio Bolsonaro jogam vale-tudo em eleições incertas
-
Ancelotti diz que Brasil respeita a Índia
-
Fechamento de ponte por ataques russos gera enormes congestionamentos em Kiev
-
Inflação na zona do euro atinge 3,8% em setembro, maior índice em três anos
-
Centenas de escolas fechadas na França por protestos estudantis
-
Israel flerta com extrema direita europeia e ganha apoios, mas causa desconforto
-
Piloto indiano da flydubai afirma que 'não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
-
Centenas de escolas fechadas na França após protestos estudantis
-
Taiwan recebe primeiros aviões de combate F-16V fabricados nos Estados Unidos
-
Disputa sobre Nossa Senhora domina reta final da campanha pela Presidência
-
Polícia descarta bomba após bolsa ser jogada em frente ao STF
-
Quatro novos tripulantes chegam à Estação Espacial Internacional
-
Venezuelano baleado pelo ICE tem projétil removido vários dias após disparo
-
OpenAI demite três funcionários por manuseio incorreto de informações sensíveis
-
Juiz nega absolvição de mãe que matou três filhos nos EUA
-
Ministros de Comércio do G20 não chegam a consenso para enfrentar superprodução
-
Disputa sobre Nossa Senhora domina reta final da campanha eleitoral
-
Com gol no fim, seleção holandesa arranca empate com Grécia na Liga das Nações
-
Confrontos entre estudantes e polícia no Chile em protesto contra possíveis cortes na educação
-
Noruega de Haaland perde para País de Gales e se complica na Liga das Nações
-
Sem CR7, Portugal vence Dinamarca na Liga das Nações
-
Presidente da Disney fala sobre onda de demissões: "Temos que sobreviver"
-
AGU pede investigação de suposto plano dos EUA para financiar agenda da extrema direita no Brasil
-
Condenada à morte se encontra em estado crítico após execução fracassada nos EUA
-
FMI aconselha Argentina a estender benefícios do crescimento aos trabalhadores
-
Ataque com arma branca em escola do México deixa um morto e três feridos
-
Eritreia e Etiópia rompem relações diplomáticas
-
Agentes da OpenAI fora de controle tentaram apagar rastros de suas ações, diz relatório
-
Messi compra oficialmente o Eldense, clube da segunda divisão espanhola
-
Futuro de CR7 na seleção portuguesa fica incerto após craque abandonar concentração
-
Execução fracassada nos EUA reacende apelos pela abolição da pena de morte
-
Disputa sobre Nossa Senhora Aparecida domina reta final da campanha eleitoral
-
'Felizmente não fiz só isso', diz Zidane sobre cabeçada em Materazzi
-
Família de mulher morta a tiros por agente de imigração nos EUA processa governo Trump
-
Arrascaeta é operado com sucesso após fratura no punho esquerdo
-
Caso de brasileiro leva Suprema Corte dos EUA a revisar detenções de imigrantes sem fiança
-
Zverev retorna ao circuito com vitória na estreia no ATP 500 de Pequim
-
Putin adverte que Rússia usará 'todos os tipos de armas' caso enclave de Kaliningrado seja atacado
-
Alto funcionário da FAO diz ter sido afastado por criticar ações de Israel em Gaza
-
Netanyahu aponta doutrinação 'islamista radical' de copiloto envolvido em incidente em voo para Israel
-
Alcaraz vence em estreia no ATP 500 de Tóquio; Nishikori se aposeta do tênis
-
Haaland processa companhia aérea por uso indevido de seu rabo de cavalo
-
Milei oferece à Europa uma Argentina com 'energia abundante'; TotalEnergies anuncia investimento bilionário
-
Equador de Gallardo perde nos pênaltis para o Japão na Copa Kirin
-
Cinco pontos-chave sobre os Prêmios Nobel
Os dez principais acontecimentos de 2025 no mundo
O retorno ao poder de Donald Trump, o cessar-fogo em Gaza ou os bombardeios dos Estados Unidos no Caribe: estes são dez acontecimentos que marcaram o ano de 2025.
- Donald Trump, o retorno estrondoso -
Ofensiva protecionista, expulsões de imigrantes irregulares em massa, desmantelamento de setores inteiros do governo federal... Desde seu retorno à Casa Branca em janeiro para um segundo mandato, o republicano Donald Trump adotou uma série de medidas em conformidade com seu lema "America First", muitas por decreto, embora a Justiça tenha bloqueado algumas de suas decisões.
Acusado por seus oponentes de desprezar os direitos fundamentais e outros centros de poder, Trump atacou seus adversários, enviou a Guarda Nacional a várias grandes cidades democratas, dedicou-se a intimidar os meios de comunicação e lutou contra os programas de diversidade e inclusão. Também realizou uma intensa atividade diplomática, com maior ou menor sucesso.
As pesquisas mostram, no entanto, um descontentamento crescente dos americanos sobre as questões econômicas, especialmente o custo de vida.
Os duros reveses sofridos em várias eleições locais (Nova York, Nova Jersey, Virgínia, Califórnia) colocam seu partido em uma posição delicada para as eleições de meio de mandato que serão realizadas no outono de 2026 no hemisfério norte.
- Trégua precária em Gaza -
As pressões americanas resultaram em um cessar-fogo entre Israel e o Hamas, dois anos após o início da guerra na Faixa de Gaza, desencadeada pelo ataque do movimento islamista palestino em território israelense em 7 de outubro de 2023.
Esta trégua foi selada em uma cúpula em Sharm el-Sheikh, no Egito, copresidida por Donald Trump, que anteriormente havia sido recebido como um herói no Parlamento israelense em Jerusalém.
O acordo permitiu um maior fluxo de ajuda humanitária em Gaza, bem como o retorno a Israel dos últimos reféns vivos e da maioria dos restos mortais dos falecidos, em troca da libertação de prisioneiros palestinos.
Também possibilitou a entrada de mais ajuda humanitária em Gaza, embora ainda esteja muito abaixo do necessário segundo a ONU e várias organizações humanitárias.
No entanto, a negociação das próximas etapas do plano de paz do presidente americano - em particular, o desarmamento do Hamas - apresenta-se delicada, já que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaça retomar os combates.
Antes do cessar-fogo, as tensões regionais haviam se exacerbado em junho pelos ataques israelenses contra instalações do programa nuclear iraniano, que desencadearam uma guerra de doze dias entre os dois países e bombardeios americanos no Irã.
Em setembro, Israel atacou altos funcionários do Hamas em uma operação sem precedentes em Doha, no Catar.
- Ataques dos EUA no Caribe e no Pacífico -
Washington implantou desde agosto uma importante presença militar frente ao litoral da América Latina, oficialmente para combater o tráfico de drogas com destino aos Estados Unidos.
Nas últimas semanas, foram realizados cerca de vinte ataques no Caribe e no Pacífico contra embarcações suspeitas de transportar drogas, causando dezenas de mortes.
O Departamento de Justiça americano rejeitou as acusações de execuções "extrajudiciais" feitas por um alto funcionário da ONU e assegurou que esses ataques eram "lícitos".
Esta campanha agravou notavelmente as tensões regionais, especialmente com a Venezuela, que a considera um pretexto para derrubar seu presidente, Nicolás Maduro, e se apoderar das reservas petrolíferas do país.
Washington acusa Maduro de estar à frente de um cartel e a Justiça americana oferece uma recompensa de 50 milhões de dólares (270 milhões de reais) por sua captura.
- Esforços de paz infrutíferos na Ucrânia -
O retorno ao poder de Donald Trump marcou os primeiros esforços sérios para pôr fim à invasão russa da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
As simpatias e as críticas do presidente americano oscilaram entre Vladimir Putin e Volodimir Zelensky, o que às vezes fez a Ucrânia temer que fosse forçada a aceitar um acordo nos termos impostos pela Rússia.
Em fevereiro, Donald Trump vilipendiou o presidente ucraniano perante a imprensa no Salão Oval, censurando-lhe a falta de gratidão com os Estados Unidos.
Conversações diretas entre russos e ucranianos e uma cúpula entre Donald Trump e Vladimir Putin em agosto no Alasca terminaram sem avanços concretos.
O Kremlin continuava rejeitando um cessar-fogo e mantendo suas exigências territoriais sobre a Ucrânia. Washington o acusou de não querer realmente pôr fim à guerra e anunciou em outubro sanções contra o setor petrolífero russo.
Em novembro, os Estados Unidos tentaram retomar as negociações e apresentaram um plano de 28 pontos para pôr fim à guerra. A Rússia o acolheu com satisfação, mas a Ucrânia o vê como uma rendição forçada.
Na frente, o Exército russo continuou seu lento avanço no leste, após ter expulsado completamente em março as forças ucranianas da região fronteiriça russa de Kursk.
Moscou multiplicou os ataques contra as infraestruturas energéticas e a rede ferroviária ucranianas. Por sua vez, Kiev atacou instalações petrolíferas na Rússia.
- Guerra comercial mundial -
Com o argumento de que o comércio era desfavorável para seu país, Trump impôs várias ondas de tarifas adicionais aos produtos importados para os Estados Unidos, que variavam segundo os países ou zonas de origem. Também impôs tributos específicos a setores considerados estratégicos (aço, alumínio ou cobre).
Enquanto os países afetados contemplavam ou aplicavam represálias comerciais, foram iniciadas duras negociações que resultaram em inúmeros acordos, como o alcançado com a União Europeia ou com a China em outubro, que marcou o início de uma trégua em um conflito que abalou a economia mundial.
No entanto, as negociações bilaterais com o México ainda não foram concluídas, e as negociações com o Canadá até mesmo foram suspensas após uma campanha publicitária antiprotecionista que o presidente americano considerou ofensiva.
Sob pressão para reduzir o custo de vida dos americanos, Donald Trump decidiu em meados de novembro eliminar as tarifas sobre determinados produtos alimentícios, como o café ou a carne bovina importados.
- Um novo papa, Leão XIV -
Robert Francis Prevost tornou-se em 8 de maio, aos 69 anos, o primeiro papa americano, após o falecimento de seu antecessor, Francisco, de quem era um conselheiro muito respeitado.
A fumaça branca que anunciou a eleição do 267º líder da Igreja Católica elevou-se sobre a Capela Sistina ao final de um breve conclave de cardeais, que durou menos de 24 horas.
Sorridente e discreto, este nativo de Chicago com nacionalidade peruana, classificado entre os cardeais moderados, adotou o nome de Leão XIV.
O novo pontífice, missionário por quase 20 anos no país andino, seguiu a linha de seu antecessor argentino com um forte caráter social, em favor dos pobres, dos migrantes e da ecologia.
Mas também fez gestos em direção aos círculos conservadores, como voltar a autorizar a celebração de uma missa tradicionalista no Vaticano após três anos de restrições. Também descartou, a curto prazo, a ordenação de mulheres diáconas ou o reconhecimento do casamento homossexual.
- Protestos da geração Z -
Na América Latina, Ásia ou África, os jovens da geração Z (menores de 30 anos) multiplicaram as mobilizações contra a precariedade, o bloqueio das redes sociais ou a corrupção das elites.
Manifestaram-se no Peru contra a crescente insegurança e a classe política, ou no Marrocos até que as autoridades se comprometeram a realizar esforços na área social.
Em outros países, os protestos, reprimidos violentamente, transformaram-se em uma luta mais ampla contra o poder estabelecido.
Após distúrbios mortais no Nepal, o primeiro-ministro maoísta K.P. Sharma Oli não teve outra escolha senão renunciar.
Em Madagascar, o movimento levou à derrubada pelo Exército do presidente Andry Rajoelina, que fugiu para o exterior.
Na Tanzânia, os jovens participaram amplamente das manifestações pós-eleitorais, que foram reprimidas com violência.
A bandeira pirata do mangá One Piece (uma caveira com um chapéu de palha), frequentemente empunhada pelos manifestantes, tornou-se um símbolo da luta contra a opressão em vários continentes.
- Investimentos colossais em IA -
Os gigantes tecnológicos e startups especializadas gastaram somas cada vez mais colossais para financiar o crescimento desenfreado da inteligência artificial (IA).
De acordo com a consultoria americana Gartner, os gastos globais em IA devem atingir 1,5 trilhão de dólares (8,1 trilhões de reais) em 2025 (+50% em um ano) e superar 2 trilhões (10,7 trilhões de reais) no próximo ano.
No entanto, as astronômicas avaliações de mercado do setor - a do gigante americano de chips Nvidia atingiu em determinado momento um nível sem precedentes de mais de 5 trilhões de dólares (26 trilhões de reais) - levantam temores de uma possível bolha especulativa.
As preocupações levantadas pela IA foram alimentadas por novos exemplos de desinformação, acusações de violação de direitos autorais ou demissões em massa.
Os pais de um adolescente californiano que se suicidou até acusaram o chatbot da OpenAI, ChatGPT, de tê-lo encorajado a fazê-lo com conselhos precisos. Desde então, a empresa reforçou os controles parentais, enquanto a Califórnia promulgou uma legislação que regula os agentes conversacionais.
- Roubo espetacular no Louvre -
Em 19 de outubro, vários ladrões vestidos com coletes de operários entraram à luz do dia no museu do Louvre.
Subiram em um elevador de carga normalmente usado para mudanças e quebraram uma janela. Com uma lixadeira, cortaram as vitrines de exposição e roubaram várias joias da Coroa, avaliadas em 88 milhões de euros (547 milhões de reais). O assalto durou oito minutos.
Na fuga de moto, deixaram cair a coroa da imperatriz Eugenie, que foi encontrada danificada.
Este roubo espetacular foi comentado em todo o mundo e desencadeou um debate sobre a segurança do museu mais famoso do planeta.
Três homens suspeitos de fazerem parte do grupo foram rapidamente acusados e presos, mas as joias saqueadas ainda não foram recuperadas.
- Fenômenos climáticos extremos -
Inundações mortais, tempestades devastadoras... As mudanças climáticas provocadas pela atividade humana tornam os fenômenos meteorológicos extremos cada vez mais frequentes, mortais e destrutivos, segundo os cientistas.
O furacão Melissa, um dos mais poderosos a atingir o Caribe, devastou regiões inteiras da Jamaica e inundou o Haiti e Cuba.
No sudeste asiático, as Filipinas foram atingidas em menos de dois meses pelos tufões Ragasa, Kalmaegi e Fung-wong. O Vietnã foi assolado por tempestades, inundações e deslizamentos de terra.
Com o aumento das temperaturas, os incêndios florestais se intensificaram na Europa, onde foi alcançado um número recorde de hectares queimados durante o verão.
Nos Estados Unidos, incêndios provocados por raios causaram, em meados de julho, o fechamento da margem norte do Grand Canyon pelo restante da temporada turística.
burs-jc-paj/hgs/dbh/dd-jc
H.Nasr--SF-PST