-
Príncipe Harry e Meghan Markle produzirão filme sobre Afeganistão para Netflix
-
Cuba se recupera aos poucos de apagão maciço, mas situação segue crítica
-
Messi, o menino que encerrou a carreira do treinador que viu 'o melhor jogador do mundo'
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa ao menos 16 mortos e diminui esperanças de paz
-
Mercado do petróleo se mantém estável, de olho em reunião entre Trump e Xi
-
Presidente palestino anuncia que está preparado para realizar eleições
-
França anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026
-
Na OEA, Noboa se diz disposto a 'trabalhar com países que querem paz'
-
Após apagão, Cuba restabelece energia aos poucos, mas situação segue crítica
-
'El Partido' estreia com destaque no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 10 mortos e diminui esperanças de paz
-
Ancelotti renova com a CBF para comandar a Seleção até 2030
-
Dior homenageia Hollywood com seu desfile Cruise em Los Angeles
-
Xi adverte Trump que questão de Taiwan pode resultar em 'conflito'
-
FMI alerta para 'cenário adverso' caso guerra no Irã se prolongue
-
Cientistas alertam Fifa sobre risco de calor extremo na Copa do Mundo de 2026
-
Carlo Ancelotti renova contrato com a CBF e ficará na Seleção até 2030
-
Fundo de investimento público saudita vai patrocinar Copa do Mundo de 2026
-
Princesa Kate encerra visita à Itália com aula de preparo de massa
-
Alguns israelenses sonham em se estabelecer no sul do Líbano
-
Coco Gauff disputará final do WTA 1000 de Roma pelo segundo ano consecutivo
-
Sinner bate Rublev e estabelece recorde de vitórias consecutivas em Masters 1000
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 8 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Líbano e Israel negociam nos EUA às vésperas do fim do cessar-fogo
-
Polícia do Equador prende líder da organização criminosa que controlava Quito
-
Cuba tem apagão maciço e protestos, enquanto governo diz estar sem combustível
-
Irã não recebeu vistos para viajar aos Estados Unidos e disputar a Copa
-
Ministro da Saúde britânico renuncia, provável rival de Starmer à frente do trabalhismo
-
Rainha Margreth II da Dinamarca, que abdicou em 2024, é internada por dores no peito
-
Grande apagão atinge o leste de Cuba
-
Shakira, Madonna e BTS farão show do intervalo na final da Copa do Mundo
-
Cães policiais farejam entorpecentes no Festival de Cannes
-
Intenso bombardeio russo em Kiev deixa 5 mortos e enfraquece esperanças de paz
-
Flávio Bolsonaro nega irregularidade em vínculo com banqueiro Daniel Vorcaro
-
Uma mulher à frente da ONU seria 'reparação histórica', diz candidata equatoriana a secretária-geral
-
Uma Copa do Mundo gigante construída em três países às custas do meio ambiente
-
Primeira-ministra da Letônia renuncia após polêmica sobre incursão de drones ucranianos
-
Chanceleres do BRICS se reúnem na Índia com Irã e petróleo como pano de fundo
-
Juiz suspende sanções americanas contra especialista da ONU sobre palestinos
-
Cientistas alertam para risco de calor extremo na Copa do Mundo
-
Ataque russo contra Kiev deixa um morto e dezenas de feridos
-
Cuba culpa EUA por 'tensa' crise energética
-
Xi alerta Trump sobre Taiwan durante reunião em Pequim
-
Xi recebe Trump para tratar de suas múltiplas divergências
-
Alavés vence (1-0) e frustra objetivo do Barça de alcançar os 100 pontos
-
Dembélé, Barcola, Zaïre-Emery, Beraldo: os destaques do título do PSG
-
Paulinho da Costa se torna primeiro artista nascido no Brasil a ganhar estrela na Calçada da Fama
-
Líbano relata 22 mortos em ataques israelenses
-
PSG vence Lens (2-0) e é campeão francês pela 14ª vez em sua história
-
Manchester City vence Crystal Palace (3-0) e fica a dois pontos do líder Arsenal
Melissa perde força após deixar 50 mortos no Caribe
O furacão Melissa se "distanciava rapidamente" das Bermudas nesta sexta-feira (31), após ter deixado pelo menos 50 mortos ao passar pelo Caribe com uma força fora do comum.
A pior tempestade a impactar as ilhas caribenhas em quase um século perde força e se espera que atinja o nordeste dos Estados Unidos e o leste do Canadá nas últimas horas desta sexta-feira, rebaixada a "ciclone extratropical", informou o Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) em seu último boletim.
"Depois que Melissa se torne pós-tropical, é possível que esta noite ocorra um breve período de chuvas intensas e rajadas de vento no sul da península de Avalon, em Terranova", acrescentou a instituição americana.
Em Cuba, Jamaica, Haiti e República Dominicana, o nível das inundações poderia permanecer elevado, enquanto nas Bahamas a previsão é que diminua, segundo o NHC.
Melissa se tornou a tempestade mais potente a tocar o solo em 90 anos na terça-feira, quando atingiu a Jamaica com ventos de 300 km/h, segundo uma análise da AFP de dados meteorológicos do Escritório Nacional de Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) americano.
A força e a capacidade destrutiva deste furacão se intensificaram devido às mudanças climáticas provocadas pelas atividades humanas, segundo uma análise do Imperial College de Londres.
Por esse motivo, Simon Stiell, secretário-executivo da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, urgiu "intensificar a ação climática em todas as frentes".
- Avaliação de danos -
"O número confirmado de mortos pelo furacão Melissa agora chega a 19", informou o governo da Jamaica, onde a tempestade chegou como furacão de categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson.
A agência de defesa civil do Haiti, que não foi impactado diretamente pelo furacão, mas registrou fortes chuvas, reportou na quinta-feira 30 mortos e 20 desaparecidos. A maioria das mortes foi causada por uma cheia repentina no sudoeste do país.
Em Santiago de Cuba, a segunda maior cidade do país, a tempestade provocou o desabamento de casas. A cidade estava sem energia elétrica e muitos cabos de alta tensão ficaram caídos no chão.
"Este ciclone nos matou porque nos deixou destruídos", disse à AFP Felicia Correa, moradora de La Trampa, cerca de 20 km a leste de Santiago de Cuba.
"Já estávamos passando por uma tremenda necessidade. Agora, claro que estamos muito pior", acrescentou esta mulher de 65 anos.
As autoridades cubanas disseram que cerca de 735.000 pessoas foram evacuadas, principalmente nas províncias de Santiago de Cuba, Holguín e Guantánamo.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, que viajou para a província de Holguín, uma das mais afetadas, declarou que o furacão tinha causado "danos significativos", mas nenhuma vítima.
O governo americano de Donald Trump disse ter enviado equipes de resgate e resposta para Jamaica, Haiti, República Dominicana e Bahamas, e ofereceu ajuda a Cuba, seu adversário ideológico histórico.
"Os Estados Unidos estão preparados para proporcionar assistência humanitária imediata" ao "corajoso povo cubano", assinalou no X o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
G.AbuHamad--SF-PST