-
Com gols de De Bruyne e Lukaku, Bélgica vence Turquia na Liga das Nações
-
Piloto da Flydubai: 'Não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
-
'Importante em qualquer momento do jogo', diz técnico da Espanha sobre Yamal
-
Caos sobre debate presidencial gera críticas por censura
-
Amazon promete investimento bilionário em comunidades com centros de dados de IA
-
Governadora de Nova York propõe reforma de lei após suposto estupro coletivo em universidade
-
Protestos estudantis se espalham pela França em meio a confrontos com a polícia
-
Djokovic sofre, mas avança no ATP 500 de Pequim e espera Zverev nas quartas de final
-
OEA criará grupo de negociação com Nicarágua
-
Ancelotti dá novo voto de confiança a Vini na Seleção, apesar de má fase no Real Madrid
-
Milei diz que 'está escrevendo uma página da história' argentina ao receber prêmio em Paris
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter os preços
-
A odisseia de Lula em imagens
-
Com problema no tornozelo, Ferran Torres é cortado da seleção espanhola
-
Tuchel admite que caso City é assunto do momento na seleção inglesa
-
Congresso espanhol rejeita decretos sobre moradia e aumenta pressão sobre Sánchez
-
Messi desembarca na Argentina para despedida da seleção
-
EUA acusa empresário de contrabandear tecnologia de IA para China
-
Ferrari e Red Bull ditam ritmo nos primeiros treinos livres do GP do Bahrein de F1
-
Dario Amodei, empresário da IA que permanece um enigma
-
Desemprego aumenta e menos empregos são criados nos EUA em setembro
-
Futebol inglês teme 'graves consequências' diante de caso do City, que se defende
-
Lula e Flávio Bolsonaro jogam vale-tudo em eleições incertas
-
Ancelotti diz que Brasil respeita a Índia
-
Fechamento de ponte por ataques russos gera enormes congestionamentos em Kiev
-
Inflação na zona do euro atinge 3,8% em setembro, maior índice em três anos
-
Centenas de escolas fechadas na França por protestos estudantis
-
Israel flerta com extrema direita europeia e ganha apoios, mas causa desconforto
-
Piloto indiano da flydubai afirma que 'não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
-
Centenas de escolas fechadas na França após protestos estudantis
-
Taiwan recebe primeiros aviões de combate F-16V fabricados nos Estados Unidos
-
Disputa sobre Nossa Senhora domina reta final da campanha pela Presidência
-
Polícia descarta bomba após bolsa ser jogada em frente ao STF
-
Quatro novos tripulantes chegam à Estação Espacial Internacional
-
Venezuelano baleado pelo ICE tem projétil removido vários dias após disparo
-
OpenAI demite três funcionários por manuseio incorreto de informações sensíveis
-
Juiz nega absolvição de mãe que matou três filhos nos EUA
-
Ministros de Comércio do G20 não chegam a consenso para enfrentar superprodução
-
Disputa sobre Nossa Senhora domina reta final da campanha eleitoral
-
Com gol no fim, seleção holandesa arranca empate com Grécia na Liga das Nações
-
Confrontos entre estudantes e polícia no Chile em protesto contra possíveis cortes na educação
-
Noruega de Haaland perde para País de Gales e se complica na Liga das Nações
-
Sem CR7, Portugal vence Dinamarca na Liga das Nações
-
Presidente da Disney fala sobre onda de demissões: "Temos que sobreviver"
-
AGU pede investigação de suposto plano dos EUA para financiar agenda da extrema direita no Brasil
-
Condenada à morte se encontra em estado crítico após execução fracassada nos EUA
-
FMI aconselha Argentina a estender benefícios do crescimento aos trabalhadores
-
Ataque com arma branca em escola do México deixa um morto e três feridos
-
Eritreia e Etiópia rompem relações diplomáticas
-
Agentes da OpenAI fora de controle tentaram apagar rastros de suas ações, diz relatório
Opep prevê aumento contínuo da demanda de petróleo até 2045
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) espera que a demanda global de petróleo continue aumentando até 2045, de acordo com as suas novas projeções, dados que vão na direção oposta aos esforços para limitar a mudança climática.
"O nosso cenário de referência prevê que a demanda de petróleo atinja os 116 milhões de barris por dia (mbd) em 2045, cerca de 6 mbd a mais" em relação a uma estimativa anterior para 2022 (109,8 mbd), indicou a organização no seu relatório de 2023 publicado nesta segunda-feira (9).
Esta procura tem "potencial para ser ainda maior", afirmou o secretário-geral do cartel, o kuwaitiano Haitham Al Ghais.
"O que está claro é que o mundo continuará precisando de mais energia nas próximas décadas", destacou na introdução do relatório sobre as perspectivas da demanda global de petróleo.
O documento, de 298 páginas, foi publicado menos de oito semanas antes da próxima reunião global sobre o clima, a COP28, em Dubai, que abordará o futuro dos combustíveis fósseis.
De acordo com a Opep, a demanda global de petróleo será impulsionada pelos países que não pertencem à OCDE, com a Índia na liderança, enquanto diminuirá nos países-membros da organização.
O cartel prevê um aumento na procura de petróleo de 16,5% até 2045 em comparação com 2022 (99,6 mbd). Especificamente, espera-se que aumente para 106,1 mbd em 2025, 112 mbd em 2030, antes de aumentar mais moderadamente a partir de 2035, passando de 114,4 mbd para 116 mbd em 2045.
- Sem "solução única" -
As previsões da Opep baseiam-se em um cenário de referência que adota "uma abordagem realista da demanda energética global e da demanda de petróleo".
O cartel dos países exportadores de petróleo destaca que "não existe uma solução única para responder ao crescimento global das necessidades energéticas", em um momento em que há uma aposta crescente nos veículos elétricos e na energia solar.
Para a Opep, a demanda de petróleo só poderá ser cumprida com investimentos estimados em 14 trilhões de dólares (72,6 trilhões de reais na cotação atual) no setor entre agora e 2045, ou seja, cerca de 610 bilhões de dólares (3,1 trilhões de reais) em média por ano.
"É benéfico tanto para os produtores como para os consumidores", segundo Haitham Al Ghais.
Este discurso coincide com o dos Emirados Árabes Unidos, membro da Opep e organizador da COP28, cujo presidente Sultan Al Jaber reiterou que não é possível desligar o atual sistema energético e que é necessário começar a triplicar a capacidade das energias renováveis.
O cenário parece contradizer o proposto pela Agência Internacional de Energia (AIE) para que o mundo alcance a neutralidade do carbono em 2050 e limite o aquecimento global a +1,5°C em comparação com a era pré-industrial.
Em 2021, a agência da OCDE surpreendeu o mundo ao apelar ao abandono imediato de todos os novos projetos de exploração de hidrocarbonetos.
A Opep respondeu com uma advertência. "Os apelos para deter os investimentos em novos projetos são equivocados e podem levar ao caos energético e econômico", alertou Haitham Al Ghais.
F.Qawasmeh--SF-PST